🔴 ÚLTIMO DIA: FAÇA PARTE DA PRIMEIRA TURMA DA ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  QUERO PARTICIPAR

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Enquanto isso, na Câmara...

Projeto de lei quer atualizar regras da recuperação judicial

Proposta tem o objetivo de dar fôlego para empresas em dificuldade financeira e pode incentivar a entrada de dinheiro novo no caixa das companhias

Congresso Nacional Governo
Imagem: Shutterstock

Empresas em recuperação judicial poderão negociar e quitar débitos com a União em até dez anos. A previsão está no projeto de recuperação judicial pronto para ser votado no plenário da Câmara dos Deputados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Costurada entre o Ministério da Economia, Congresso e integrantes do Poder Judiciário, a proposta tem o objetivo de dar fôlego para empresas em dificuldade financeira e pode incentivar a entrada de dinheiro novo no caixa das companhias. O relator, deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ), espera que seja votado na próxima semana.

O texto aumenta o prazo de parcelamento para a empresa em recuperação judicial liquidar seus débitos com a União, de 84 para até 120 prestações mensais. Além disso, também abre espaço para as empresas em recuperação negociarem seus débitos com a União, permitindo, inclusive, a negociação de multas e juros. Nesse caso, as empresas terão até 100 meses para fazer a quitação, ganhando mais 20 meses em caso de empresário individual, microempresa ou empresa de pequeno porte.

O juiz Daniel Carnio Costa, titular da 1.ª Vara de Recuperação Judicial e Falências de São Paulo e professor de direito empresarial da PUC-SP, considera a inovação muito relevante, já que, mesmo deixando o Fisco de fora do processo de recuperação, abre a possibilidade de uma negociação paralela entre a Fazenda e a empresa em dificuldades. Carnio Costa fez parte do grupo de trabalho criado no Ministério da Economia que se debruçou sobre o novo texto do PL.

Tentativa

O Brasil passou a contar com uma lei de recuperação judicial e falência em 2005. A ferramenta é acessada quando a empresa não consegue mais honrar seus pagamentos. Dessa forma, ela entra na Justiça com o pedido de recuperação e, se for aceito, o negócio fica protegido por um período contra a execução de suas dívidas. Com isso, ganha tempo para apresentar um plano de reestruturação e negociar seus débitos com credores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde que foi regulamentada no País, a recuperação já foi acionada por nomes como a OGX, petroleira de Eike Batista; a operadora Oi; e o Grupo Odebrecht. Ao longo dos anos, no entanto, tanto as empresas como o próprio Judiciário identificaram vários gargalos na lei.

Leia Também

AGENTES DE IA

O próximo concorrente de Visa e Mastercard pode não ser um banco, mas uma inteligência artificial

BENEFÍCIOS

A próxima batalha dos bancos é pelo mercado de vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA)

O governo Temer chegou a enviar no ano passado um projeto de lei para atualizar as regras. Para o então ministro da Fazenda Henrique Meirelles, a mudança era uma das formas de auxiliar na recuperação da economia. A proposta, no entanto, não deslanchou.

Considerada essencial para a reabilitação de empresas em recuperação judicial, a entrada de "dinheiro novo" ganha incentivos no projeto através da regulamentação dos contratos de financiamento. Hoje, há uma lacuna sobre o tema, o que torna o oferecimento do crédito arriscado e cercado de insegurança jurídica.

*Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Montagem que traz ao fundo prédios da Casas Bahia, da Brakem, da Oi e do Pão de Açúcar. Ao centro, Tatiana Flores, advogada sócia do LDCM Advogados, e a frase: Epidemia de RJs na parte inferior da imagem 4 de setembro de 2026 - 15:33
Sede do IRB(Re) 4 de setembro de 2026 - 11:02
Sabesp pressão da água 4 de setembro de 2026 - 10:30
Revolut. 3 de setembro de 2026 - 16:24
Escritório do Banco Master. 3 de setembro de 2026 - 12:42
Maurício Viotti, diretor executivo da da Wiz Co (WIZC3). Foto Divulgação 3 de setembro de 2026 - 12:33
3 de setembro de 2026 - 9:08
Imagem gerada por inteligência artificial mostra uma mulher caminhando em direção a uma agência do Banco do Brasil, com o sol por trás 2 de setembro de 2026 - 15:08
Cachorro preto com mancha branca no peito sentado em sofá. 2 de setembro de 2026 - 13:20
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 2 de setembro de 2026 - 11:22
Cena do filme História de um Casamento com o logo da Azzas 2154 no meio 2 de setembro de 2026 - 10:19
Ações de saúde na B3 2 de setembro de 2026 - 10:19
Imagem criada por inteligência artificial contendo a logo da Vale, objetos de mineração e a bandeira da China 2 de setembro de 2026 - 6:01
hector nunez ceo grupo ri happy e, ao fundo, fachada da loja do morumbi 1 de setembro de 2026 - 14:30
31 de agosto de 2026 - 20:18
Fachada do Santander Brasil (SANB11). 31 de agosto de 2026 - 19:51
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar