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A indústria, de uma maneira geral, de acordo com o executivo, vai crescer de 3,5% a 5%, focada muito no mercado interno

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deverá crescer 2,5% no ano que vem, previu nesta segunda-feira, 9, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), João Carlos Marchesan. A Abimaq realizou nesta data seu almoço de confraternização de final de ano.
A indústria, de uma maneira geral, de acordo com o executivo, vai crescer de 3,5% a 5%, focada muito no mercado interno, uma vez que as exportações, embora devam melhorar, seguirão o desempenho menos pujante da economia mundial.
"Então estamos achando que 2020 será o ano da retomada econômica e sustentada por tudo o que está acontecendo. Vamos crescer pelo investimento e não pelo consumo, o que quer dizer que não teremos mais um crescimento de voo de galinha", disse o presidente da Abimaq.
Para Marchesan, além de tudo o que está sendo feito, é preciso que se faça a reforma administrativa e a política, "para que tenhamos uma País mais arejado e modernizado", podendo ser mais competitivos. "Um país só se recupera com crescimento porque a maior dignidade que se pode dar para um ser humano é uma carteira de trabalho assinada", disse.
Marchesan prevê mais um corte da Selic, em 0,5 ponto porcentual, no Copom de quarta-feira, 11. Com relação ao câmbio, o presidente da Abimaq disse que se trata de um dólar "industrializante", embora ainda não seja o câmbio que ele considera o ideal. "Poderia estar um pouco mais desvalorizado, porque hoje o câmbio não é mais inflacionário", disse.
Ele lembrou que nos últimos 35 anos as equipes econômicas apreciavam a moeda brasileira para conter a inflação. "Era errado. Hoje nós temos uma inflação baixa e um câmbio normal, porque no momento em que se baixou o juro, os grandes especuladores que vinham arbitrar a diferença da moeda foram embora", disse.
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