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De volta ao passado?

Bolsonaro admite interferência na política de preços da Petrobras

Sinais de interferência na política de preços da estatal jogou para baixo as ações da empresa no pré-mercado de Nova York e na B3, a Bolsa de São Paulo

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12 de abril de 2019
13:22 - atualizado às 12:52
Jair Bolsonaro - Imagem: Shutterstock

O presidente da República, Jair Bolsonaro, admitiu nesta sexta-feira, 12, que determinou a suspensão do reajuste de 5,7% no preço do diesel (o litro passaria de R$ 2,1432 para R$ 2,2662), anunciado ontem pela Petrobras.

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O novo valor começaria a ser cobrado nesta sexta-feira, 12, mas vai ficar suspenso até que os técnicos da estatal justifiquem ao presidente a necessidade do aumento.

"Eu liguei para o presidente (da Petrobras) sim. Me surpreendi com o reajuste de 5,7%. Não vou ser intervencionista. Não vou praticar a política que fizeram no passado, mas quero os números da Petrobras", afirmou Bolsonaro.

Se fosse efetuada, a alta divulgada na quinta-feira seria a maior desde que os presidentes da República e o da petroleira, Roberto Castello Branco, assumiram os cargos.

Até então, a maior alta tinha sido de 3,5%, registrada no dia 23 de fevereiro. Com exceção desses dois casos, os preços variaram em intervalos de 1% a 2,5%. Para Bolsonaro, o valor não corresponde com a inflação projetada para o período.

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"Convoquei para terça-feira todos da Petrobras para me esclarecer o porquê dos 5,7 quando a inflação projetada para este ano está abaixo de 5%. Só isso e mais nada. Se me convencerem, tudo bem. Se não me convencerem, vamos dar a resposta adequada a vocês", afirmou Bolsonaro.

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No período da manhã, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que a decisão de suspender o reajuste partiu do presidente.

Pegou (muito) mal

A decisão do governo sobre a Petrobras jogou para baixo as ações da estatal na B3 nesta sexta-feira, 12, e pegou muito mal entre os operadores do mercado financeiro. As ações da Petrobras abriram em queda de mais de 5%.

Dentro da petroleira, o conselho de administração também fez cara feia para a notícia de que a empresa voltou atrás na decisão de reajustar o preço do diesel.

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Aos conselheiros, Castello Branco tentou passar mensagem de segurança, de que não está fugindo à linha de gestão que prometeu adotar - de independência e prioridade ao retorno dos investimentos.

Em resposta aos questionamentos de membros do colegiado, disse que se explicará pessoalmente na próxima reunião do conselho, marcada para o dia 24 deste mês.

Esta é a segunda vez em poucos dias que membros do colegiado demonstram insatisfação com decisões tomadas pela diretoria.

A primeira foi com o tamanho do crédito acertado com a União pela cessão onerosa. O valor de cerca de US$ 9 bilhões foi considerado baixo por alguns deles.

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Deja vù?

Falando em decisões, em março a Petrobras se comprometeu a congelar o preço do óleo diesel nas refinarias por pelo menos 15 dias.

Vale lembrar que, por causa da política de preços dos combustíveis da estatal, os caminhoneiros pararam o País, em maio do ano passado. Neste início de ano, com o petróleo em alta, o diesel voltou a ser uma ameaça e mais uma vez a classe avalia cruzar os braços.

A mudança na política de preço dos combustíveis foi adotada na gestão do ex-presidente da companhia Pedro Parente, que determinou a revisão diária da tabela nas refinarias, em linha com o mercado internacional. Sem saber o preço que pagaria pelo combustível no fim de uma viagem, os caminhoneiros entraram em greve. Além disso, para encerrar os protestos, o governo ainda subsidiou por um semestre.

Apenas em 2019, o diesel voltou a ser reajustado periodicamente, semanalmente. Nesta terça, sob ameaça de nova greve, a Petrobras anunciou que vai manter os preços inalterados por, pelo menos, mais uma semana.

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Um sombra sobre o governo

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência monitora atentamente as movimentações de caminhoneiros em direção a uma nova greve desde o mês passado.

O governo quer evitar o início de uma greve com receio de que tome as mesmas proporções da que ocorreu no ano passado.

A avaliação de um integrante do governo é de que os caminhoneiros "conheceram a sua força" na última greve e que agora possuem maior poder de negociação.

Na manhã desta sexta, um dos principais líderes dos caminhoneiros, Wallace Landim, o Chorão, creditou ao presidente Bolsonaro e a ministros palacianos o recuo da Petrobras sobre o aumento do diesel, na noite da quinta-feira. "Isso prova que mais uma vez o presidente está do nosso lado, ao lado da categoria. É um comprometimento que ele teve com a categoria e que a gente teve apoiando a sua candidatura."

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Ele afirmou que os ministros da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto, foram os responsáveis por levar o "problema" do aumento de preços para Bolsonaro na quinta.

"Eu preciso agradecer num primeiro momento o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e o ministro Floriano Peixoto (Secretaria-Geral), que levaram o problema (do aumento de preços) para o nosso presidente", contou ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

"A gente fica muito feliz, porque vê que ele (Bolsonaro) está olhando por nós. Só que a gente também sabe que não é uma situação muito fácil, vem chumbo grosso por aí, pode ter certeza, porque querendo ou não interfere na política de preços (da Petrobras)", declarou.

*Com Estadão Conteúdo.

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