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O mercado inteiro estava aguardando ontem a divulgação da proposta para a reforma da Previdência. “Não vamos cravar que vai sair hoje mesmo”, eu disse aqui na redação um pouco mais cedo. Tenho um certo trauma do tempo de quando o Henrique Meirelles era o ministro da Fazenda e o marqueteiro da Previdência. As previsões para aprovar a proposta foram adiadas sucessivamente: agosto… setembro, outubro, novembro, até que ficou para o próximo governo. Estava com receio de que as diferentes frentes que tocam o tema na gestão atual não se acertassem e o anúncio fosse adiado.
No fim, meu temor não se concretizou. Jair Bolsonaro bateu o martelo sobre a proposta um dia após sair do hospital. Os jornalistas estavam todos aguardando um comunicado - entre eles, o Eduardo Campos, repórter especial do Seu Dinheiro em Brasília. Eles queriam Paulo Guedes, mas quem apareceu para contar as novidades foi o secretário especial da Previdência, Rogério Marinho.
Os repórteres não se contentaram e correram atrás do ministro, que escapou das famosas “portarias” de Brasília e foi para o Rio de Janeiro. O mercado elegeu Paulo Guedes e quer ouvir a proposta da boca dele.
Enquanto isso, várias questões sobre a Previdência permanecem em aberto. A promessa é que os detalhes finais sejam apresentados na próxima quarta-feira, dia 20. Até lá, certamente teremos “vazamentos” e “balões de ensaio”. Tudo isso vai refletir nos seus investimentos e pode transformar a bolsa de valores numa gangorra. Saiba mais no texto do Eduardo Campos.

A proposta ainda não foi completamente divulgada, mas já dá para fazer conta sobre o impacto fiscal. Uma estimativa da Broadcast é de que ela gere uma economia de R$ 1,1 trilhão aos cofres públicos. Saiba mais.
Se o governo já se acertou para fechar uma proposta da Previdência, ainda falta combinar com os russos. Ou melhor, com o Congresso Nacional. E o que disseram os presidentes do Senado e da Câmara? Davi Alcolumbre disse que o Senado vai debater o tema e fazer também suas escolhas. Já Rodrigo Maia afirmou que vai conversar com governadores para incluir propostas deles no texto final. Ou seja, muita água ainda vai rolar até mudar a regra da aposentadoria.
Leia Também
Oito funcionários da Vale foram presos hoje cedo em Minas Gerais em meio às investigações sobre o rompimento da barragem de Brumadinho. A operação foi deflagrada pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais. Aqui você fica por dentro do desfecho da operação.
Os investidores pessoa física foram com tudo para as debêntures emitidas pela maior petroleira brasileira, a Petrobras. Segundo dados divulgados ontem pela empresa, esse tipo de investidor comprou a maior parte dos títulos oferecidos pela estatal ao longo de três emissões. Na primeira série, as pessoas físicas ficaram com cerca de 79% das debêntures ofertadas, sendo que os fundos de investimento compraram uma parcela menor, próxima de 8% do total.
A Usiminas divulgou seus resultados para o 4º trimestre hoje cedo e não fez feio. A companhia reverteu um prejuízo de R$ 45 milhões e registrou um lucro líquido de R$ 401 milhões no 4º trimestre do ano passado. O valor veio acima da expectativa dos analistas, que estimavam em torno de R$ 72 milhões. Os números estão todos aqui.

A confirmação de que Bolsonaro aceitou a proposta da reforma da Previdência já animou o mercado. Só isso foi suficiente para que o Ibovespa voltasse ao nível dos 98 mil pontos e aproximando o dólar para os R$ 3,70.
Mesmo assim, a crise do governo, desencadeada entre Carlos Bolsonaro e o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, continua no radar apesar de ela ser ofuscada com as novidades sobre a Previdência ontem.
Lá fora, o mercado se volta aos EUA, onde o presidente norte-americano, Donald Trump, deve declarar “emergência nacional” hoje. A razão? O muro na fronteira com o México, claro. O mandatário não conseguiu um acordo com os democratas que fosse suficiente para liberar sua verba de US$ 5,7 milhões destinadas à construção do muro.
Ontem, o Ibovespa fechou em alta de 2,25%, aos 98.015 pontos. O dólar recuou 0,89%, aos R$ 3,71. Consulte a Bula do Mercado para saber como devem se comportar bolsa e dólar hoje!
Sim, é isso mesmo. As cervejarias se tornaram grandes investidoras da indústria de maconha que está em ascensão no exterior. O Gabriel Casonato, autor da coluna Cannabusiness, explica essa tendência no texto de hoje e como você pode investir junto com elas.
Para quem quiser saber mais sobre o tema, ele vai participar de um happy hour no Seu Dinheiro hoje às 17h30. Você pode acompanhar ao vivo neste link.

Um grande abraço e ótima sexta-feira!
Índices
- FGV divulga IGP-10 de fevereiro, às 8h;
- Banco Central divulga IBC-BR de dezembro de 2018, às 8h30; e depois apresenta o Boletim Regional, às 9h; e em seguida, ele ainda faz oferta de até 10.330 contratos de swap cambial em rolagem, às 11h50;
- Fiesp também divulga Índice de Nível de Emprego em janeiro, às 11h;
- Estados Unidos divulgam números da produção industrial e o índice de sentimento no consumidor;
Balanços 4º trimestre de 2018
- Usiminas
Política
- No Rio, o ministro da Economia, Paulo Guedes, se reúne com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco;
- Na Europa, há reunião de gabinete da Espanha sobre a possibilidade do primeiro-ministro, Pedro Sánchez, convocar eleições antecipadas;
Os convidados do Market Makers desta semana são Axel Blikstad, CFA e fundador da BLP Crypto, e Guilherme Giserman, manager de global equities no Itaú Asset
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Esse montante está sendo gasto em equipamentos militares, como drones, armas, coletes a prova de balas, suprimentos de guerra, entre outros
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