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O clima já estava ruim quando os líderes de Estados Unidos e China seguiam um jogo perigoso de troca de ameaças sobre questões comerciais. O cenário ficou realmente arriscado agora que ambos parecem se armar para uma guerra cambial. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O economista-chefe do banco UBS no Brasil, Tony Volpon, […]

O clima já estava ruim quando os líderes de Estados Unidos e China seguiam um jogo perigoso de troca de ameaças sobre questões comerciais. O cenário ficou realmente arriscado agora que ambos parecem se armar para uma guerra cambial.
O economista-chefe do banco UBS no Brasil, Tony Volpon, já tinha alertado em entrevista exclusiva ao Eduardo Campos no início de maio que se o câmbio entre as moedas dos dois gigantes globais descambasse para 1 dólar a 7 yuans era sinal de que “deu ruim”. Aconteceu agora e assustou todo mundo.
O Eduardo Campos voltou a falar com Volpon para esclarecer melhor o motivo de tanto pânico. Ele comparou as guerras cambiais a estar em um pântano sem bússola.

“Guerras cambiais nunca acabam bem. Não é um evento limitado a tarifas (como a guerra comercial). A questão cambial passa para o mercado de juros e para as bolsas, gerando muita volatilidade. Então, mexeu-se em um vespeiro complicado de controlar”, explica.
Enquanto China e EUA continuam a subir o tom, o nevoeiro aumenta. O Tesouro americano colocou na China o rótulo de “manipulador de moeda” pela primeira vez desde 1994, o que abre espaço para novas sanções. Donald Trump chegou a falar em intervenções para desvalorizar o dólar de forma unilateral, o que seria algo inédito. A China, por sua vez, deu uma nova cartada hoje e confirmou que vai suspender a importação de produtos agrícolas americanos.
Leia Também
Dá pra ficar pior? Tudo depende de até onde americanos e chineses estão dispostos a ir. Na conversa de maio com Volpon ele citou um combo que seria “game over” para o Brasil: crise na China + crise política local. Como não podemos controlar os fatores externos, resta torcer para o pessoal lá de Brasília colaborar. Saiba mais sobre o que está em jogo na atual conjuntura.
Os mercados seguem atentos às tensões entre China e EUA que mencionei acima. Por aqui, as atenções se voltam para Brasília, onde a Câmara retoma as discussões sobre a reforma da Previdência, a partir das 13h. As chances de surpresas desagradáveis no segundo turno são pequenas e a expectativa é de que a questão sobre as novas regras para aposentadoria seja encerrada no Congresso até o mês que vem.
No front puramente macro, merece atenção a ata da reunião de julho do Comitê de Política (Copom) divulgada agora pouco. Uma primeira leitura do documento sugere que o corte da Selic não seria tão grande quanto o mercado espera. Em suma, o BC acena um ajuste na taxa básica de juros e não um ciclo prolongado de cortes.
Os investidores continuam digerindo os números das empresas no último trimestre. De ontem à noite até agora de manhã, o destaque fica por conta dos números do IRB. No primeiro balanço após a oferta de ações que a União e o Banco do Brasil detinham do ressegurador, a empresa anunciou um crescimento de 35% no lucro líquido trimestral.
Ontem, a guerra comercial esquentou e o Ibovespa fechou em baixa de 2,51%, aos 100.097,75 pontos. O dólar à vista terminou a sessão em forte alta de 1,66%, a R$ 3,9561. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Depois de ter seus planos de fusão com a BRF frustrados, a Marfrig segue tocando o barco. A empresa colocará no mercado brasileiro seus primeiros hambúrgueres vegetais que prometem “gosto de carne sem ser carne”. A Marfrig está de olho no frenesi que os “frigoríficos veganos” estão provocando no mercado. A americana Beyond Meat entrou na bolsa em maio com a ação a US$ 25 e fechou ontem cotada a US$ 175,94. Saiba detalhes do acordo e quando o produto chega ao mercado.
Em mais um sinal de transformação do mercado de mídia, duas grandes redes de jornais dos Estados Unidos anunciaram um acordo de fusão. A News Media Investment Group (que faz parte da Gate House Media e possui mais de 150 jornais diários) vai comprar a Gannett, que é dona do USA Today. As duas redes agrupam juntas cerca de 600 títulos, a maioria de publicações regionais. Segundo o The Wall Street Journal, o acordo é avaliado em US$ 1,4 bilhão (mais de R$ 5,5 bilhões). Saiba mais.
Um grande abraço e ótima terça-feira!
Agenda
Índices
- Anfavea divulga dados sobre a produção de veículos no país em julho
- Banco Central anuncia dados de julho sobre a caderneta de poupança
- Argentina divulga dados sobre sua produção industrial em junho
- Estados Unidos publicam dados semanais sobre o mercado de petróleo
Bancos Centrais
- Copom divulga a ata de sua última reunião de política monetária
Balanços 2º trimestre
- No Brasil: BB Seguridade, Cesp, Engie e Raia Drogasil
- Teleconferências: IRB, Klabin
MARKET MAKERS
SÓ O AMOR…
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