🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

R$ 4,03

O Ibovespa subiu e bateu mais um recorde, mas a estrela do dia foi o dólar

O Ibovespa cravou o terceiro recorde seguido, mas mostrou fôlego reduzido para continuar avançando. Já o dólar caiu mais de 1%, chegando ao menor nível desde 21 de agosto

Dólar em queda
Imagem: Shutterstock

No futuro, quem procurar pelos registros históricos da sessão desta quarta-feira (23), 13 de outubro de 2019, encontrará uma informação que salta aos olhos: afinal, o Ibovespa fechou o pregão em alta de 0,15%, aos 107.543,59 pontos — o terceiro dia seguido em que o índice quebrou recordes de encerramento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas ainda não estamos no futuro. As novas máximas do Ibovespa são relevantes, sem dúvidas, mas o que realmente chamou a atenção hoje foi o desempenho do dólar à vista: a moeda americana terminou em forte baixa de 1,05% a R$ 4,0328 — a menor cotação desde 21 de agosto.

O comportamento do mercado de câmbio brasileiro chama ainda mais a atenção ao ser comparado com seus pares — isto é, outros países emergentes. O dólar exibiu um certo viés de alta em relação às divisas semelhantes ao real, como o rublo russo, o peso chileno e o rand sul-africano. Apenas o peso mexicano também se fortaleceu.

Uma série de fatores ajuda a explicar essa calmaria nos mercados brasileiros. Em primeiro plano, aparece a reforma da Previdência: após o texto-base da proposta ter sido aprovado ontem em segundo turno pelo plenário do Senado, hoje foi a vez de a Casa concluir a votação dos destaques à pauta.

No entanto, o fator Previdência já não consegue mais dar um impulso tão forte à bolsa brasileira — vale lembrar que, ontem, o índice subiu 1,28%, antecipando-se à aprovação do texto-base pelo Senado. Assim, por mais que o mercado ainda mostre otimismo em relação ao tema, o potencial de ganhos no Ibovespa foi limitado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o dólar ainda encontrou espaço para continuar se despressurizando num ritmo expressivo, já que a moeda é negociada acima dos R$ 4,00 desde 16 de agosto. E outros fatores específicos do mercado de câmbio contribuíram para trazer esse alívio ao dólar.

Leia Também

IÇANDO AS VELAS

Por que o Bank of America voltou a recomendar a compra de ações brasileiras na contramão de JP Morgan e Morgan Stanley

MERCADOS

O combo que fez o Ibovespa saltar mais de 4.000 pontos em 50 minutos na volta do feriado

Operadores afirmam que é grande a expectativa no mercado de câmbio para o leilão da cessão onerosa, previsto para acontecer no início de novembro. E, uma vez que é esperada uma ampla participação de investidores estrangeiros no certame, há uma perspectiva de entrada de fluxo de recursos externos — o que puxa a cotação para baixo.

Além disso, vale lembrar que há três ofertas de ações no radar dos mercados: a C&A e o banco BMG estão às vésperas de seu IPO, enquanto a Log Commcercial Properties fechou o preço de seu follow-on — operações que também têm potencial para atrair investimentos estrangeiros.

Cenário benigno

Com a página da Previdência definitivamente virada, os agentes financeiros mostram-se animados em relação ao avanço de outras pautas econômicas defendidas pelo governo, como as reformas administrativa e fiscal e a progressão do programa de privatizações e desestatizações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, também há a perspectiva de cortes de juros por parte do Banco Central (BC) — a autoridade monetária reúne-se na próxima semana para decidir a nova Selic, e o mercado aposta em novos cortes expressivos da taxa.

"Agora que a Previdência passou, o que vai dar o tom [ao Ibovespa] são os balanços e a queda dos juros", diz um operador. "Lá fora, a situação entre EUA e China parece ter estabilizado um pouco, e isso sempre é bom".

Nesse cenário, as curvas de juros fecharam em baixa nesta quarta-feira. Os DIs para janeiro de 2020 — que refletem as apostas do mercado para a Selic ao fim do ano — ficaram inalterados em 4,83%, mas os com vencimento para janeiro de 2021 recuaram de 4,53% para 4,50%.

Na ponta longa, as curvas para janeiro de 2023 foram de 5,52% para 5,46%, e as com vencimento em janeiro de 2025 terminaram em queda de 6,20% para 6,13%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Construção civil 7 de setembro de 2026 - 12:17
dividendos ações proventos 5 de setembro de 2026 - 17:45
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 5 de setembro de 2026 - 12:01

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Nem Tesouro IPCA+, nem crédito: aposta de Stuhlberger agora está na bolsa

5 de setembro de 2026 - 12:01
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 4 de setembro de 2026 - 18:45
3 de setembro de 2026 - 16:48
Ações do mês | ação JBS JBSS3 3 de setembro de 2026 - 6:02
Armazém de varejo cheio de prateleiras com caixas de papelão e pacotes. 2 de setembro de 2026 - 14:41
Unidade da Ambipar (AMBP3) 1 de setembro de 2026 - 10:15
Gráfico de ações e bandeira do Brasil para representar a bolsa brasileira 1 de setembro de 2026 - 7:08
31 de agosto de 2026 - 17:45
B3, bolsa de valores, ações, mercados. 31 de agosto de 2026 - 16:42
28 de agosto de 2026 - 19:20
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar