🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Dólar caiu a R$ 4,14

Num dia de movimentação fraca, o Ibovespa subiu e retomou os 108 mil pontos

Apesar das incertezas domésticas e internacionais, os agentes financeiros promoveram movimentos de ajustes em algumas ações após as quedas recentes, o que deu forças ao Ibovespa

Victor Aguiar
Victor Aguiar
11 de novembro de 2019
10:28 - atualizado às 10:49
Selo Mercados FECHAMENTO Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O Ibovespa e os mercados globais tinham um prato cheio de fatores para repercutir nesta segunda-feira (11): desdobramentos no cenário político local, crises sociais na América Latina, indecisões no front da guerra comercial. Só que, ao contrário do que se poderia supor, nenhum desses pontos foi o destaque da sessão de hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que realmente deu as cartas nesta segunda-feira foi o feriado do Dia do Veterano nos Estados Unidos. Por mais que as bolsas de Nova York tenham funcionado normalmente, as negociações tiveram uma negociação bem menor — efeito que também foi sentido por aqui.

Basta olhar para os dados de movimentação do Ibovespa: ao fim da sessão, o giro financeiro do índice somava apenas R$ 14,7 bilhões, abaixo da média diária em 2019, de R$ 16,5 bilhões. Pode parecer pouco, mas é importante lembrar que, desde a semana passada, o pregão tem uma hora a mais de duração.

Assim, uma base de comparação melhor é a da média negociada desde o início do horário estendido de negociação, de R$ 20,2 bilhões — desta maneira, o volume movimentado hoje ficou 27% abaixo do normal. E, com a liquidez mais fraca, quem operou hoje aproveitou para corrigir alguns excessos cometidos na última sexta-feira (8).

Ao fim do dia, o Ibovespa marcava 108.367,44 pontos, em alta de 0,69% — nas máximas da sessão. O índice, assim, descolou um pouco das bolsas americanas: o Dow Jones (+0,04%), o S&P 500 (-0,21%) e o Nasdaq (-0,13%) passaram a sessão sem se afastar muito do zero a zero.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dólar à vista também aproveitou o dia menos movimentado para corrigir alguns excessos. A moeda americana foi na contramão do exterior e fechou em baixa de 0,57%, a R$ 4,1427 — lá fora, a divisa se fortaleceu na comparação com a maior parte dos ativos de países emergentes.

Leia Também

Sangue frio

Como já foi dito, inúmeros fatores de preocupação despontaram no radar dos investidores neste início de semana. Desde as incertezas no cenário político doméstico após a soltura do ex-presidente Lula até as idas e vindas nas negociações entre EUA e China, passando pelas turbulências em diversos países da América Latina — o cenário está longe de ser tranquilo.

Um operador pondera, no entanto, que um certo movimento de correção atingiu o dólar e algumas ações importantes do Ibovespa, que caíram demais na última sexta-feira (8). "Exageraram um pouco na cautela com as notícias da soltura do Lula e a polarização maior no cenário político", diz.

Entre os papéis que hoje encontraram espaço para recuperação, destaque para as ações da Petrobras, tanto as PNs (PETR4) quanto as ONs (PETR3), que hoje subiram 1,43% e 0,70%, respectivamente. Entre os bancos, Itaú Unibanco PN (ITUB4) avançou 0,44% e Banco do Brasil ON (BBAS3) teve ganho de 0,51%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas, apesar desses ajustes em algumas ações, fato é que o cenário segue nebuloso para os mercados financeiros. No Brasil, muitos agentes financeiros ainda mostram receio quanto aos desdobramentos do panorama político local agora que o ex-presidente Lula está em liberdade.

Vale lembrar, ainda, que um possível aumento no acirramento político no Brasil ocorreria num momento em que a América Latina como um todo passa por fortes instabilidades.

Ontem, o presidente da Bolívia, Evo Morales, renunciou ao cargo, em meio aos protestos após sua reeleição; no Chile, o governo de Sebastián Piñera convocou uma nova Constituinte, também depois de diversas manifestações sociais.

Cautela comercial

Lá fora, os investidores optaram por uma abordagem mais cautelosa, refletindo os impasses nas negociações entre EUA e China — o governo americano não confirmou que irá abrir mão das tarifas protecionistas adotadas contra os chineses para assinar um acordo comercial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa indefinição acabou impactando negativamente as ações de empresas que exportam para a China, como as metalúrgicas e siderúrgicas. Foi o caso de Vale ON (VALE3), em baixa de 2,14%, de CSN ON (CSNA3), com perda de 0,73%, e Usiminas PNA (USIM5), com desvalorização de 1,37%.

Juros em baixa

Acompanhando o movimento do dólar à vista, as curvas de juros também passaram por um ajuste negativo, em meio ao movimento de correção após as altas da semana passada — a moeda americana avançou 4,3% na semana passada.

Na ponta curta, os DIs com vencimento em janeiro de 2021 caíram de 4,54% para 4,52%; na longa, as curvas para janeiro de 2023 recuaram de 5,66% para 5,58%, e as para janeiro de 2025 foram de 6,25% para 6,20%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar