O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Citando protestos, ex-presidente afirmou que o Chile é o modelo de país que o ministro da Economia, Paulo Guedes, quer construir no Brasil
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, na tarde deste sábado (9), a centenas de militantes que estavam em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), que precisava provar "que o juiz Moro (agora ministro) não é juiz, mas um canalha, e que Dalagnol (Deltan) não era promotor". "Eu tenho mais uns dez processos nas costas, mas é uma mentira atrás da outra. Vocês viram que inventaram uma mentira e tentaram prender a Dilma", disse Lula.
O ex-presidente disse também que o atual presidente, Jair Bolsonaro, deve sua eleição ao ex-juiz federal e atual ministro da Justiça. "Eleição de Bolsonaro também se deve à campanha de fake news feita contra o [Fernando] Haddad", disse o petista durante o discurso. Este é o segundo discurso de Lula depois de ter deixado ontem (8) a carceragem da Polícia Federal em Curitiba (PR).
Lula afirmou que se preparou porque queria provar que dorme com a consciência mais tranquila do que seus "algozes". "Durmo com a consciência tranquila de um homem justo e honesto. Duvido que Moro durma com a consciência tranquila que eu durmo (sic). Duvido que Bolsonaro durma com a consciência tranquila que eu durmo. Duvido que o ministro destruidor de empregos o [ministro da Economia, Paulo] Guedes durma com a consciência tranquila que eu durmo", afirmou do discurso.
"A única coisa que tenho certeza é de que estou com mais coragem de lutar do que antes. Quero construir um País com a mesma alegria que construímos quando governamos o Brasil", acrescentou.
Ainda de acordo com o petista, "esse cidadão [Bolsonaro] foi eleito e aceitamos o resultado da eleição". Ele disse, ainda, que Bolsonaro foi eleito para governar para o povo e não para milicianos.
O ex-presidente que precisa voltar a andar com seus companheiros, entre eles, Fernando Haddad, para mudar a realidade do País. Ele ressaltou que está vendo a queda da taxa básica de juros, a Selic, mas que os juros do cartão de crédito, do cheque especial e do crediário das Casas Bahia continuam altos. "A Selic caiu, mas o spread bancário, não. Então é preciso tomar uma decisão: Eu estou disposto a volta a andar por este País porque não é possível ver neste País vendo cada dia os ricos mais ricos e os pobres, mais pobres."
Leia Também
Lula afirmou, ainda, que vai trabalhar para a esquerda voltar ao poder em 2022. "Se a gente fizer direitinho, em 2022, a chamada esquerda que o Bolsonaro tem tanto medo vai derrotar a ultradireita. Este País não merece o governo que tem", afirmou, ressaltando que o presidente Jair Bolsonaro manda os filhos contarem mentiras todos os dias nas redes sociais, publicando 'fake news'. "Não temos [na esquerda] que ficar brigando. Temos de dizer em alto e bom som: nós não vamos permitir que eles destruam o nosso País", disse.
Ao falar diretamente com militantes, Lula afirmou que não se podia falar palavrão para Bolsonaro, uma vez que "ele já é o próprio palavrão".
O ex-presidente afirmou que o Chile é o modelo de país que o ministro da Economia, Paulo Guedes, quer construir no Brasil. "Governo deve explicar esse projeto econômico que vai empobrecer a sociedade brasileira", disse. "A aposentadoria do Chile é o que Guedes quer implantar aqui", afirmou.
"Quero que Bolsonaro explique o que chama de destruição do BNDES, Banco do Brasil, da Petrobras", ressaltou. O petista também citou a "nova classe política" que considera financiada por companhias como Ambev, XP, Itaú e Bradesco.
Sobre o cenário da América Latina, para Lula, atualmente, ocorre na Bolívia o mesmo que o ex-senador Aécio Neves (PSDB) fez com a ex-presidente Dilma Rousseff após as eleições. O petista citou a vitória de Evo Morales na Bolívia e de Alberto Fernandez, na Argentina. Mais cedo, o novo presidente argentino chegou a se pronunciar dizendo que trabalhará pela união Brasil e Argentina que considera indissolúvel.
Em contrapartida, o petista criticou o governo do presidente norte-americano, Donald Trump, e afirmou: "não podemos aceitar a ideia de construir um muro" entre Estados Unidos e México, para conter a imigração ilegal.
Ao final de seu pronunciamento em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos, o ex-presidente Lula da Silva reforçou o pedido de apoio à militância e afirmou que pretende fazer um novo pronunciamento ao povo brasileiro dentro de 20 dias. "Não queria fazer esse pronunciamento hoje, pois qualquer palavra mais dura que eu dissesse, já iriam falar que é ódio, raiva", afirmou.
"Precisamos da juventude na rua. Estarei na rua junto com vocês. Ou a juventude briga agora ou o futuro será um pesadelo", ressaltou.
Junto a ele, Lula pediu a presença da presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), senadora Gleisi Hoffmann, e do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad para seguir pelas ruas. "Vamos lutar pelos direitos dos trabalhadores. Se estivéssemos no governo, a Ford não teria fechado", exemplificou.
Para o petista, a militância da esquerda brasileira precisa seguir o exemplo dos povos do Chile e da Bolívia, e focar na resistência. Ele ressaltou que os deputados do PT devem brigar para impedir que a pauta do atual governo avance no Congresso. Como próxima etapa judicial, Lula ressalta que quer o julgamento de um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF), anulando os processos dos quais é réu.
*Com Estadão Conteúdo.
Em evento do BBI, gestores afirmam que cenário global predomina e eleições ficaram no segundo plano
O prazo vale também para quem pretende tirar o título de eleitor pela primeira vez ou alterar o local de votação
Cláudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School, fala no Touros e Ursos desta semana sobre um estudo que mensura os possíveis efeitos da redução da jornada no varejo e na economia
Segundo Lula, mais auxiliares podem deixar a Esplanada, mas ainda precisam avisá-lo
Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.
Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul
O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele
O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos
Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva
Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura
A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030
Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral
Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados
Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único
Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos
Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira
Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos
Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista
O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada
O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias