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Donald Trump e Xi Jinping devem se reunir durante o G20 para tratar da disputa tarifária e a comissão especial na Câmara deve votar o parecer da reforma da Previdência

Os investidores ainda ecoam nesta segunda-feira o tom suave (“dovish”) na fala dos principais bancos centrais globais. Na última semana, os BCs dos EUA (Fed), da zona do euro (BCE), da Inglaterra (BoE) e do Japão (BoJ) mostraram-se inclinados em adotar estímulos monetários, cortando suas respectivas taxas de juros nos próximos meses.
Os crescentes riscos geopolíticos, em meio à escalada da tensão entre EUA e Irã após o abatimento de um drone militar norte-americano, também são monitorados. Diante disso, os mercados internacionais mantêm o sinal positivo, com os ativos de risco embalados pelos BCs e o petróleo subindo, à espera de novas sanções contra o país persa.
As principais bolsas asiáticas encerraram em alta, com os investidores mostrando um otimismo cauteloso antes da retomada das negociações entre EUA e China. A agência de notícias estatal chinesa Xinhua confirmou que Xi irá participar da cúpula do G20, o que aliviou o pregão em Xangai (+0,2%) e fez o yuan chinês subir. Hong Kong ficou de lado.
No Ocidente, a postura dovish do Fed mantém os índices futuros das bolsas de Nova York no terreno positivo, sendo que o Dow Jones caminha para o melhor junho em oito décadas e o S&P 500, em mais de 60 anos. Na Europa, as principais praças da região tentam seguir o ritmo em Wall Street, mas são penalizadas pelas montadoras.
Nos demais mercados, o dólar continua perdendo força em relação às moedas rivais, com destaque para o salto da lira turca, após vitória do candidato da oposição na nova eleição em Istambul. O xará australiano também tem alta firme, com o BC local (RBA) admitindo haver limites à política monetária. Entre os bônus, as Treasuries estão estáveis.
Esse apetite por risco vindo do exterior deve animar o mercado doméstico, ampliando a valorização dos ativos locais, após registrarem ganhos expressivos na última sexta-feira. Durante a sessão espremida entre o feriado e o fim de semana, o Ibovespa renovou o recorde de alta, alcançando os 102 mil pontos, enquanto o dólar caiu pela quarta vez consecutiva e os juros futuros (DIs) derreteram.
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Além da postura dovish dos principais bancos centrais pelo mundo, os investidores também se mostraram mais confiantes com o avanço da reforma da Previdência no Congresso. A possibilidade de um acordo entre os deputados para a votação do texto no plenário da Câmara antes do recesso, em meados de julho, animou os negócios locais.
A expectativa é de que o relator da reforma apresente um voto complementar nesta semana, incorporando mudanças sugeridas durante os debates na proposta para a nova Previdência, abrindo caminho para a votação do texto na comissão especial. Além disso, os investidores também repercutiram as chances maiores de corte na Selic em breve.
Aliás, a agenda econômica desta semana traz como destaque, no Brasil, as divulgações do Banco Central, que podem lançar luz sobre o momento exato em que a autoridade monetária pode iniciar o ciclo de cortes na Selic. A ata da reunião da semana passada, a ser conhecida amanhã, deve reforçar a dependência do processo à evolução das reformas.
O BC foi mais explícito, no comunicado que acompanhou a decisão deste mês, em relação à continuidade das reformas e ajustes na economia brasileira, ao dizer que o risco de frustração das expectativas é “preponderante”. Com isso, o mercado financeiro começou a ponderar se a queda do juro básico começa mesmo já em julho, ou só a partir de setembro.
A discussão sobre o espaço que o Comitê de Política Monetária (Copom) dispõe para reduzir a taxa básica tende a esquentar, à medida que a agenda de reformas avançar e as condições da atividade e inflação permitirem um corte. Por isso, ganha ainda mais importância a divulgação do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), na quinta-feira.
Caso o documento referente ao segundo trimestre deste ano mostre que os modelos do BC capturaram uma melhora nos fatores de risco à inflação, a pressão sobre o Copom pode subir ainda mais. Entre os indicadores econômicos, merece atenção a prévia de junho do índice oficial de preços ao consumidor brasileiro (IPCA-15), que sai amanhã.
Na sexta-feira, é a vez dos dados atualizados sobre o desemprego no país até maio. Um dia antes, sai o IGP-M deste mês. Ao longo da semana, serão conhecidos índices de confiança dos diferentes agentes econômicos e as notas do BC sobre as contas externas (hoje, às 10h30), as operações de crédito (quinta-feira) e as contas públicas (sexta-feira).
Enquanto aguardam a retomada das negociações entre EUA e China no encontro do G20, os investidores recebem indicadores sobre a atividade econômica, que devem reforçar a percepção de desaceleração em curso, sem pressão nos preços. O destaque fica com a leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano no primeiro trimestre deste ano, na quinta-feira. No dia seguinte, saem a renda pessoal e os gastos com consumo no país.
Até lá, serão conhecidos dados sobre o setor imobiliário nos EUA e sobre a confiança de empresários e consumidores na zona do euro. Fora da região da moeda única, merece atenção também o PIB do Reino Unido, na sexta-feira. A ilha britânica segue cercada de incertezas, com o futuro do Brexit aguardando antes a definição do próximo primeiro-ministro, que só será conhecido oficialmente em julho.
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