Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Prioridades

Governo quer ‘atalho’ no Congresso para agilizar projetos e destravar investimentos

Governo selecionou um conjunto de medidas que já estão em tramitação e vai propor um pacto ao Legislativo para facilitar a aprovação desses projetos

Presidente Jair Bolsonaro na reunião do Conselho de Governo - Imagem: Marcos Corrêa/PR

O governo de Jair Bolsonaro quer criar um atalho no Congresso Nacional para agilizar a aprovação de projetos ligados principalmente à infraestrutura, numa tentativa de destravar investimentos. O governo selecionou um conjunto de medidas que já estão em tramitação e vai propor um pacto ao Legislativo para facilitar a aprovação desses projetos, que têm potencial para melhorar o ambiente de negócios no País.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não é o Executivo construindo uma pauta para o Legislativo, nem poderia", disse ao jornal O Estado de S. Paulo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

"Trata-se de valorizar projetos apresentados pelos próprios parlamentares, para se construir um ambiente de respeito do Executivo com o Congresso."

Eleito com a promessa de acabar com o loteamento partidário do governo, Bolsonaro poderá, dessa forma, inaugurar uma nova forma de relacionamento com o Congresso. Se o pacto for aceito, as propostas terão tramitação diferenciada, mais rápida.

Mas, para tanto, seria fundamental obter a concordância e a participação dos presidentes da Câmara e do Senado. A eles, será reservado o protagonismo de todo o processo. O apoio do PSL - partido do presidente - à candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à reeleição da Presidência da Câmara pode ajudar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O pacto faz parte da programação do Ministério da Infraestrutura para os primeiros 100 dias de governo. Ele deve ser proposto em fevereiro, após definidos os comandos das duas Casas e das comissões temáticas.

Leia Também

HOJE SIM

Bolão fatura sozinho prêmio acumulado da Lotofácil 3741, Mega-Sena 3034 acumula e Dia de Sorte 1251 tem cinco ganhadores

IMPACTO INTERNACIONAL

Tarifaço de Trump não intimida a economia brasileira, mas EUA ainda podem trazer neblina para o cenário, diz Itaú

Entre os projetos que entrariam no pacto, estão o que regula o licenciamento ambiental, as desapropriações, a nova lei para contratações públicas, o novo marco das agências reguladoras. Também entrariam propostas com impacto sobre toda a economia, como a Lei Complementar de Finanças e a revisão da Lei de Falências. Em alguns casos, segundo Tarcísio, alterações podem ser negociadas.

O ministro avalia que a prioridade imediata é a aprovação da reforma da Previdência, mas diz que as agendas não competem e podem ser até complementares. "Os atores não são necessariamente os mesmos", disse.

Segundo ele, é mais fácil construir consenso sobre a pauta da infraestrutura, pois ajuda a destravar investimentos em todo o País. "São projetos que acabam beneficiando, trazendo recursos para as áreas de atuação de cada parlamentar."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Capital político

Ao contrário da reforma da Previdência, que é impopular, as matérias de interesse da infraestrutura não consomem capital político, disse o ministro. "Às vezes, é bom intercalar uma pauta complexa com uma pauta amena."

O capital político de Bolsonaro lhe dá condições de "virar a página" no relacionamento com o Congresso, avaliou o ex-senador e ex-ministro César Borges, que atualmente preside a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). "É preciso haver um pacto pelo Brasil e colocar as estruturas de partidos no segundo plano", avaliou. "Temos de ter consciência de que o País precisa retomar o crescimento e investir na infraestrutura."

O avanço dessa agenda seria "extraordinário", disse o professor Cláudio Frischtak, da consultoria Inter.B. Mas ele alerta que o governo tem uma agenda muito grande e precisa decidir qual a melhor forma de alocar seu capital político. "É preciso dar prioridade ao que é fundamental", disse. E, no caso, o essencial é a aprovação da reforma da Previdência e a reorganização das contas públicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
micron mutc34 ia tecnologia 18 de julho de 2026 - 10:00
Caixa promove sorteio de suas loterias. 17 de julho de 2026 - 14:45
17 de julho de 2026 - 11:52
Ações da Camil (CAML3) caem forte na bolsa. (1) 15 de julho de 2026 - 18:10
pessoa abastecendo o carro com gasolina 15 de julho de 2026 - 14:45
Cédulas de real e calculadora para representar dinheiro 15 de julho de 2026 - 13:06
Fundo Garantidor de Crédito (FGC). 15 de julho de 2026 - 11:39
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar