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2019-10-15T09:34:10-03:00
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Na margem

Aprovação de Bolsonaro tem variação positiva em outubro

Pesquisa XP Ipespe captou aumento de 30% para 33% de “ótimo e bom” para o presidente, dentro da margem de erro. Privatizações são desaprovadas por 55% da população

15 de outubro de 2019
9:34
Jair Bolsonaro
Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil

A última rodada da pesquisa XP Ipespe com a população capturou uma melhora na avaliação positiva do governo Jair Bolsonaro, mas dentro da margem de erro. O percentual de ótimo/bom subiu de 30% em setembro para 33% agora em outubro.

Pela primeira vez desde junho, as anotações ruim/péssimo tiveram variação negativa, caindo de 41% em setembro para 38% na sondagem feita entre os dias 9 e 11 de outubro, com mil entrevistas. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. Em janeiro, a avaliação positiva marcava 40% e a negativa 20%.

A expectativa positiva para o restante do mandato de Bolsonaro também indicou alta, mas dentro da margem de erro. Na rodada de outubro, 46% esperam que o restante do governo seja ótimo e bom, enquanto 43% tinham a mesma expectativa em setembro.

Governos regionais

Os entrevistados também avaliaram as administrações de governadores e prefeitos. Para 25%, a atuação dos governadores é ótima ou boa, enquanto 39% disseram ser regular e 29% anotaram péssima ou ruim.

No caso dos prefeitos a avaliação negativa (ruim ou péssimo) ficou em 34% e a positiva (bom ou ótimo) em 29%. Outros 35% avaliaram como regulares os governos municipais.

Privatizações

Na rodada de outubro, os entrevistados foram novamente questionados sobre privatizações. O percentual dos que se dizem contrários caiu de 58% em julho para 55% agora em outubro. Os favoráveis subiram de 33% para 39%.

Também foi feita uma pergunta sobre a sintonia percebida entre Jair Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes. Para 35% existe alguma sintonia entre os dois, 34% responderam que não há sintonia e 19% afirmaram perceber muita sintonia.

Questionados sobre quem é o maior responsável pela atual situação econômica, as indicações para o governo Lula (31%) e Dilma (19%) seguem liderando a percepção. Mas pelo segundo mês seguindo, o próprio governo Bolsonaro aparece com 12% das respostas, o dobro do registrado no começo do ano.

 

 

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