Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Semana decisiva? Ou small caps: algumas instruções

Uma das coisas mais difíceis para um aconselhador financeiro (será que posso me definir assim, dessa forma cafona?) é convencer o investidor a não fazer nada. Eis a hercúlea tarefa para a semana.

29 de julho de 2019
10:22
Casal come pipoca e assiste a filme
Filme de suspense - Imagem: Shutterstock

Quase posso sentir o cheiro de ansiedade no ar. Há uma tensão latente. Todos querem saber o que vem por aí, naquela que é, possivelmente, a semana mais recheada de indicadores relevantes do ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O olfato não basta. Testam-se os demais sentidos também. Enquanto tentava abaixar meu próprio tempo e retirar do corpo o vinho ingerido na noite anterior — não necessariamente nessa mesma ordem —, encontrei uma invasão auditiva: “Esta semana define tudo, né?”.

Como a tentativa naquele momento era apenas sobreviver (o que consegui por pequena margem), devolvi: “Uhum. Loucura. Define tudo. Tudinho”.

Ele insistiu com outras perguntas, encontrando respostas ainda mais lacônicas. Desculpe. Pareceu falta de educação, eu sei — e eu me preocupo bastante com isso. Mas, naquele momento, eu juro, era tudo que poderia fazer.

No final, ele conseguiu o que queria: minha visão para os mercados. Eu pude perceber que, se aquele era o sentimento de um empresário de futebol que tratava a Bolsa como uma espécie de terapia ocupacional, a mesma interpretação poderia ser mais geral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Volatilidade

A semana pode, de fato, conferir mais volatilidade aos mercados. Poucas vezes tivemos uma concentração tão grande de referências relevantes. Como maior destaque, temos a batizada “super quarta”, com Fed e Copom atualizando suas respectivas taxas de juro — nos EUA, deve vir um corte de 25 pontos-base; aqui, os economistas se dividem entre uma redução de 25 e 50 pontos, enquanto os traders (sempre mais ligeiros e ganhadores de dinheiro) estão mais para 0,5 ponto percentual. No mesmo dia, EUA e China retomam formalmente negociações comerciais.

Leia Também

Temos outras referências ainda dentro da política monetária. Banco do Japão e Banco da Inglaterra também seu reúnem para discutir o juro básico de suas economias. Ampliando o escopo, saem também o importante Relatório de Emprego nos EUA, o PCE (medida de inflação preferida do Fed), PMI na China e PIB da Zona do Euro.

Por aqui, esfera corporativa ganha destaque, com temporada de balanços trimestrais pegando fogo — Vale, Petrobras e Itaú estão entre os nomes de maior peso soltando resultados financeiros. Está bom para você?

Estão todos preocupados com esse futuro de curto prazo. O que seria da semana diante de tanta novidade? Eu estou mesmo é interessado no passado, estimulado por um sentimento de nostalgia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Etimologicamente, nostalgia vem de “nostos”, uma espécie de volta para casa, reencontro; e “algos”, que significa dor, sofrimento. É uma saudade idealizada, como se sonhássemos em voltar a um passado que não necessariamente existe mais. A nostalgia é diferente da saudade, porque ela é inexoravelmente platônica, não pode ser endereçada a partir do encontro do alvo desejado. Fora de Hollywood, ainda não inventaram o nosso DeLorean.

Filho do Bull market

Eu comecei formalmente no mercado financeiro no final de 2003. Já acompanhava Bolsa antes disso, por razões pessoais e familiares. Mas aquele foi o ano de meu ingresso na atividade profissional, no Deutsche Bank, na época do Daniel Gleizer. Durei pouco no Deutsche — curioso como o próprio Deutsche talvez não dure muito —, mas jamais deixei as finanças.

Aquele começo foi uma delícia. Ganhei o apelido típico da época: “filho do bull market”. De fato, surfei toda aquela onda deliciosa de 2003 a 2007 — como tinham gênios à época. Como tudo que você comprava subia, a Paulista (ainda era relevante naquele momento), a Berrini e a Faria Lima mais pareciam a Liga da Justiça… era a maior concentração de super-heróis por metro quadrado do mundo. Pegamos aquela porrada do IPO da Natura em maio de 2004 e toda a reabertura do mercado que se seguiu. Um ano depois, veio Localiza — outra porrada seca.

Vi todas aquelas multiplicações das ações. Small caps subindo 10 vezes, fundos de ações sendo criados a cada semana (e com fama de fazer puxeta nas microcaps ao final de cada semestre para garantir performance; alguns devolveram tudo depois, mas pouco importava), a delícia do ciclo de commodities (que maravilha aquelas CAEMIs)...

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aquilo, sim, era vida. Como sinto falta. Hoje, somam-se reuniões, definições de metas, feedbacks, insatisfações com os bônus (por maiores que eles venham a ser, sempre rola pau, não adianta), gerenciamento de egos, necessidade inspiracional, contratos… ora, ora, participar mais ativamente do bull market era tão mais legal. Meus 20 anos de boy… that’s over, baby!

Seria mesmo nostalgia ou saudade? Nós nos preocupamos com o rigor dos termos aqui, com a precisão semântica. Sabe, eu acho que talvez a gente vá voltar àqueles tempos. Metaforicamente, claro.

Esta é a minha verdadeira resposta para a semana. Em vez de se perder em filigranas e nervuras das folhas, dê um passo atrás e tente observar a floresta como um todo. O comportamento dos mercados no curto prazo é absolutamente randômico e aleatório. Eu não faço a menor ideia do que vai ser o Fed. Suspeito que o Copom vá reduzir a Selic em 50 pontos-base, mas nem acho isso, em si, tão relevante (importa muito mais a manutenção do juro baixo por bastante tempo, para mudar as coisas em seu caráter estrutural e não apenas circunstancial). Também não tenho a menor ideia sobre o Employment Report, nem dos resultados de Itaú, Vale e Petrobras — desconfie fortemente de quem tiver. As piores pessoas no mercado financeiro são aquelas que acham que sabem — viram um mapa errado… e mapas errados… bem, você já sabe.

“Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa. Deus é traiçoeiro! Ah, uma beleza de traiçoeiro — dá gosto! A força dele, quando quer — Moço! — me dá o medo pavor! Deus vem vindo: ninguém não vê. Ele faz é na lei do mansinho — assim é o milagre. E Deus ataca bonito, se divertindo, se economiza.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desconfio que as ações andem mesmo com os lucros corporativos. Esses são os verdadeiros drivers para as cotações que piscam no seu home broker. Na verdade, não é uma mera desconfiança. Trata-se de observação empírica e de constatação feita por gente mais jovem do que eu, mas com um futuro promissor pela frente. Como resume Warren Buffett, “se um negócio vai bem, as ações acabam seguindo no final”.

Independentemente desse ou daquele indicador pontual, entraremos na fase do ciclo econômico no Brasil, sobretudo a partir do final deste ano, de aceleração dos lucros corporativos. Aqui, vivemos o “early cycle” de uma prolongada recuperação que nos aguarda, depois da maior destruição da história republicana brasileira. Ou seja, apenas para voltarmos ao patamar anterior à crise, precisaríamos de anos e anos de expansão econômica, o que significaria explosão dos lucros corporativos e, por conseguinte, das ações.

Somam-se a isso os juros em sua mínima histórica por muito tempo, o fato de que ninguém ainda tem Bolsa no Brasil e os juros em patamares negativos lá fora.

Volatilidade ≠ Risco

Nada do que venha a sair nesta semana pode, materialmente, derrubar esses pilares. Os indicadores têm potencial, sim, para trazer volatilidade aos negócios. Agora, como sabemos, volatilidade é bem diferente de risco, entendido como chance de perda permanente do capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Estamos num bull market e, em momentos como esse, você ganha dinheiro apenas comprando e ficando parado, à espera da materialização do ciclo econômico e empresarial que transcorre à sua frente. O resto é ruído. Se você ficar tentando tradar esse ou aquele indicador, essa ou aquela semana, como se pudesse antever com precisão pontos máximos de entrada e mínimos de saída, diminuem suas chances de dar certo.

Chamo atenção para um fato novo: o mercado começa a dar mais atenção para as small caps. Pela primeira vez, vi uma ênfase maior a essa classe de ativos. Em relatório da semana passada confeccionado pelo Itaú BBA, de título “The Bull Market is Back”, aparece lá: “Em períodos de maior liquidez, investidores tendem a ficar mais interessados em small caps, que, portanto, tendem a superar a performance do Ibovespa”.

Nos últimos dez anos, tivemos o período de otimismo entre 2009 e 2010, quando o índice SMAL subiu 190 por cento, contra 76 por cento do Ibovespa. Já no bear market de 2011 a 2016, o Ibovespa perdeu 10 por cento, enquanto o SMAL cedeu 16 por cento. De 2017 até agora, o SMAL sobe 80 por cento, frente a 60 por cento do Ibovespa.

Eu não acho que posso oferecer-lhe um guia para esta semana. Mas, talvez, possa lhe passar algumas instruções para o uso devido de small caps.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A esta altura, a primeira instrução parece um tanto tautológica. Monte uma posição razoável nessa classe de ativos, diversificada e alinhada ao seu perfil de risco.

Feito isso, tire umas férias. Como já dito, precisamos esperar a volta dos lucros corporativos. Isso exige tempo. A paciência será recompensada com ganhos das ações que sempre superam nossas estimativas iniciais — temos uma cabeça linear para um mundo exponencial.

Lembre-se de que, ao ir para as small caps, você está adentrando um ambiente de maior risco (e, claro, maior retorno potencial também). Vai ser normal acontecer um ou outro erro aqui. É fundamental admitir certos equívocos. Você não vai acertar todas. Aqui, tudo que você precisa é de um grande acerto. Ele vai pagar a conta de vários erros. Uma única valorização de 1.000 por cento compensa nove erros de 100 por cento.

Se você é um gestor de ações, lute contra o próprio preconceito. Cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça, eu sei. Como muitos FIAs foram dizimados pelo ciclo ruim das small caps entre 2010 e 2016, alguns simplesmente desistiram dessa classe de ativos. Não confunda um ciclo ruim com uma classe supostamente ruim. Se, como você muito bem sentiu na pele, as small caps andam pior no bear market (de fato, andam), não seria intuitivo assumir que andam melhor no bull market? O seu CAPM deve cuspir o mesmo componente beta para os dois lados. Em outras palavras, a hipersensibilidade às condições sistêmicas aqui existe, para cima e para baixo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, tente entender um pouco da dinâmica das small caps, para controlar sua ansiedade e permanecer sempre comprado, sabendo que as altas não acontecem todos os dias. Normalmente, as caminhadas em Bolsa não são lineares, nem graduais. Com as small caps, isso acontece com ainda maior intensidade. Como pouca gente cobre, há poucas notícias circulando no mercado e menos investidores têm posição, elas costumam ficar paradas por um tempão; às vezes, até vão caindo marginalmente com a passagem do tempo. Até que, subitamente, acontece alguma notícia e elas saltam 50 por cento, 60 por cento em, sei lá, 40 dias. A trajetória aqui é absolutamente não linear, em saltos súbitos e gigantescos, do dia para a noite. Como você nunca sabe quando essa cabrita vai pular, você fica comprado, pacientemente. Se você quer uma lista das nossas microcaps favoritas, Max Bohm tem feito um trabalho espetacular para identificar grandes potenciais de valorização.

Uma das coisas mais difíceis para um aconselhador financeiro (será que posso me definir assim, dessa forma cafona?) é convencer o investidor a não fazer nada. Eis a hercúlea tarefa para a semana.

Mercados

Mercados iniciam a segunda-feira próximos à estabilidade, alternando leves altas e baixas, enquanto aguardam indicadores da semana e relatórios corporativos. Na agenda doméstica, Relatório Focus trouxe revisões para baixo nas estimativas para Selic em 2020. Dados fiscais do setor público consolidado e balança comercial completam as referências do dia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VAZOU (DE NOVO)

Invasão e chantagem: hackers cobram ‘resgate’ da desenvolvedora do GTA 6 em troca de não vazarem ‘tudo’; Rockstar Games dá de ombros

13 de abril de 2026 - 11:12

Hackers que invadiram a Rockstar Games impuseram data-limite para receberem pagamento

AGORA SIM

Mega-Sena recupera o topo do pódio das loterias com os maiores prêmios da semana; Quina chega ao concurso 7000 com R$ 14,5 milhões em jogo

13 de abril de 2026 - 7:19

Mega-Sena entrou acumulada em abril e foi recuperando posições até retomar o topo do ranking de maiores prêmios das loterias da Caixa. Concurso 7000 da Quina é o destaque desta segunda-feira (13).

ANOTE NA AGENDA

Prévia do PIB no Brasil, Livro Bege nos EUA e inflação na Europa são destaques da agenda econômica desta semana; confira

12 de abril de 2026 - 15:32

No Brasil, a semana começa com a tradicional divulgação do Boletim Focus, para calibrar as apostas do mercado nacional

DANÇA DAS CADEIRAS

Cade ganha novo presidente interino enquanto Lula deixa o órgão sem indicado; entenda

12 de abril de 2026 - 14:38

As indicações ao Cade seguem emperradas e dependem da aprovação de outras nomeações que precisam passar pelo Senado Federal

LOTERIAS

Mega-Sena 2995 sobe prêmio para R$ 45 milhões, enquanto um sortudo aposta certo na Lotomania 2910 e fica milionário; confira os resultados

12 de abril de 2026 - 9:40

Enquanto a “máquina de milionários” da Caixa segue parada para manutenção, o ganhador do prêmio principal da Lotomania 2910 também embolsou a bolada dos azarados

METAIS PRECIOSOS

‘Porto seguro’ do mercado, ouro e prata sobem na semana: o que isso significa para o investidor?

11 de abril de 2026 - 13:05

Ouro perde força nesta sexta-feira (10), mas acumula alta na semana; veja o que explica o vai e vem do metal

PERFIL

Quem é o bilionário que já foi chamado de ‘Baby Buffett’ e agora quer comprar a Universal para ser o dono do catálogo de artistas como Taylor Swift, Sabrina Carpenter e Kendrick Lamar

11 de abril de 2026 - 7:26

O bilionário Bill Ackman é o fundador da Pershing Square, gestora conhecida pelo perfil ativista e pelo foco em negócios grandes e previsíveis

O PROBLEMA ATUAL DO BRASIL

Galípolo diz que razão do juro alto no Brasil é mais estrutural do que conjuntural: “é uma anomalia”

10 de abril de 2026 - 17:03

“É uma anomalia. Talvez, o desafio desta geração seja descobrir como normalizar a política monetária no Brasil”, afirmou Galípolo, sobre o alto nível dos juros no Brasil

NEM A MORTE SEPARA

Lei agora permite que pets sejam sepultados em jazigos de família; entenda como vai funcionar o processo

10 de abril de 2026 - 15:33

Objetivo da lei é possibilitar uma maneira mais acessível para que famílias possam se despedir de seus animais de estimação

PREÇOS NAS ALTURAS

Guerra já pesa no bolso da população: inflação de março vem acima do esperado e economistas já cogitam estouro da meta no ano

10 de abril de 2026 - 11:50

Alta de 0,88% no mês veio na esteira do aumento nos preços de combustíveis e alimentos; revisões para o ano já preveem IPCA próximo de 5%

PEGOU MAL

Netflix aumenta valor de mensalidades, mas justiça declara o reajuste ilegal e manda streaming devolver dinheiro aos assinantes

10 de abril de 2026 - 9:30

Netflix terá que ressarcir usuários em valores entre 250 e 500 euros, segundo advogados que representaram os consumidores

MEIO MILIONÁRIOS

Lotofácil 3657 coloca 3 pessoas (quase) no meio do caminho do primeiro milhão de reais; Mega-Sena acumula de novo e prêmio em jogo salta para R$ 40 milhões

10 de abril de 2026 - 7:13

Assim como aconteceu na rodada anterior, a Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (9). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.

GALPÕES EM ALTA

A ação da Log (LOGG3) já subiu, mas ainda está barata? CFO aponta dividendos de até 17%

9 de abril de 2026 - 19:30

Empresa surfa o boom logístico, combina proventos elevados e ainda negocia com desconto, segundo a própria gestão

QUEDA NO PIB?

Pressão sobre o fim da escala 6×1: CNI e mais de 400 instituições assinaram manifesto contra a redução da jornada do trabalho

9 de abril de 2026 - 12:52

Entidades dizem reconhecer as discussões como um debate legítimo, mas defendem que o impacto será severo sobre a economia, investimentos e geração de empregos formais

O PREÇO DO CONFLITO

Derrota para o governo Lula: petroleiras travam taxa de exportação de petróleo no Brasil para mitigar efeitos da guerra

9 de abril de 2026 - 11:08

Até então, as alíquotas para a exportação dessas companhias eram de 0%. Em evento, ministro de Minas e Energia defendeu o imposto

BOLA DIVIDIDA

Lotofácil 3656 tem dezenas de ganhadores e ninguém fica milionário; Mega-Sena 2994 divide holofotes de hoje com a Timemania 2738

9 de abril de 2026 - 7:10

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de quarta-feira (8). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (9), a Timemania divide as atenções com a Mega-Sena.

TOUROS E URSOS #266

Faria Lima em apuros: fundos sofrem com Trump e aposta errada na Selic

9 de abril de 2026 - 7:02

Lais Costa, analista da Empiricus Research, explica por que tantos fundos sofreram com o conflito e mostra que outra classe corre risco em um cenário de juros altos

É HOJE

Leilão da Receita Federal começa hoje com iPhone no ‘precinho’, bracelete Swarovski por R$ 600 e vinhos raros

9 de abril de 2026 - 5:55

Do universo digital ao musical, itens apreendidos ganham nova chance em leilão da Receita Federal que começa hoje

XADREZ POLÍTICO

Lula, Bolsonaro ou terceira via? Analistas dizem o que está em jogo para a decisão das eleições de 2026 — e acreditam que eleitor está mais à direita

8 de abril de 2026 - 19:43

Para os analistas, o foco dos eleitores agora não é somente quem deve ganhar a corrida para a presidência, mas também para o Congresso

QUEM QUER UM IMÓVEL?

Crédito imobiliário deve aumentar em 15% ainda em 2026, segundo o Bradesco BBI — e o motivo não é só a queda dos juros

8 de abril de 2026 - 17:22

Em 2025, o crédito imobiliário no Brasil somou aproximadamente R$ 324 bilhões em originações, segundo dados apresentados pelo banco

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia