Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Caça ao tesouro: as joias descobertas em minha longa carreira no mercado financeiro

Ivan Sant’Anna lembra das grandes tacadas que deu em sua carreira como broker e fala sobre o processo de descobrimento dos tesouros enterrados no mercado

12 de dezembro de 2019
5:30 - atualizado às 9:33
Tesouro
Imagem: Shutterstock

Segunda-feira, 31 de dezembro de 1991. Dezenove e quinze, marca o relógio. Portanto menos de cinco horas para a passagem de ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com exceção de minha presença e de um segurança, o escritório do banco Graphus, na esquina de Presidente Vargas com Rio Branco, no Centro do Rio, está deserto.

Eu não era funcionário da instituição mas usava sua trading desk quando estava no Rio. Meus outros dois pontos de trabalho eram em Chicago e Nova York (Four World Trade Center, 5th floor).

Trabalhava como trader e broker. Gostava muito de operar os mercados de moeda: marco alemão, franco suíço e iene japonês, principalmente.

Pois bem, naquele lusco-fusco de início de noite do horário de verão carioca, o dólar estava fazendo um low de todos os tempos contra essas três moedas. Me senti irresistivelmente compelido a “shorteá-las”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi o que fiz, MOC (Market on Close), nos últimos segundos de pregão.

Leia Também

Na quarta-feira, dois de janeiro, o dólar, após forte intervenção do Bundesbank e do Bank of Japan, já abriu forte. Melhor: abriu com gap, deixando as moedas numa ilha de reversão (grafista sabe do que estou falando).

Foi uma operação genial, fruto de estudos e pesquisas? Negativo. Foi uma temeridade que cometi, apesar da nota preta que pus no bolso.

Sempre há algum mercado oferecendo enorme oportunidade, embora aquele trade tenha sido fruto de pura sorte, pois não tenho nenhum conchavo com os bancos centrais, muito menos sou insider de suas decisões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De qualquer modo, é melhor ganhar burramente do que perder com inteligência. Mas, repito, aquele episódio foi nada mais do que uma exceção.

As chances antes ocultas estão surgindo à flor da terra o tempo todo. Pode ser uma empresa negociada na B3, que tenha uma ótima possibilidade de lucro num futuro próximo, lucro esse que ainda não foi percebido por traders e analistas.

Pode ser, como estou acreditando neste momento, a iminência de alta de algumas commodities como o açúcar, o café, o cacau e as carnes. O melhor é que há empresas que acumulam as duas coisas: estão esquecidas, largadas, vaiadas. Mas a qualquer momento darão um salto para a frente justamente porque produzem uma dessas commodities que ainda se encontram nos prolegômenos de um grande bull market.

Na página 317 de meu livro Os mercadores da noite, edição da Inversa, o personagem principal, Julius Clarence, está em busca de um desses tesouros:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Finalmente Julius retornou a Nova York. Vinha, aos poucos, interessando-se novamente pelo mercado. Trabalhava agora principalmente com ações, não as blue chips, conhecidas de todos. Gostava de descobrir empresas novas, que estivessem desenvolvendo um produto promissor. Era fascinante vê-las subindo cada degrau da escada do mercado. Descobri-las era uma espécie de caça ao tesouro (o negrito não está no original), à qual Clarence se entregava com cada vez mais entusiasmo e dedicação.”

Nos quase 40 anos em que trabalhei como trader, já tive a oportunidade de encontrar vários desses tesouros. Mas também, como o Bino de Carga Pesada (série de TV da qual fui roteirista) já caí em algumas ciladas.

E não houve ninguém para dizer:“É uma cilada, Ivan!”

Joias escondidas

Felizmente, as festanças foram maiores do que as tragédias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 1967, quando retornei de meu curso de mercado de capitais da New York University, encontrei as ações do Banco do Brasil com PL 1. Mesmo sem alavancar, multipliquei por 20 minha aplicação. Foi a primeira grande porrada que dei na vida.

Uma década mais tarde, em 1977, descobri que as ações da CRI (Companhia Real de Investimentos) pagavam um dividendo igual à cotação em Bolsa. Junto com um amigo já falecido (Antônio Gomes, do Banco Multiplic), “raspamos a pedra”, expressão que era usada (não sei se ainda é) quando alguém comprava todos os lotes disponíveis.

Para garantirmos os dividendos, que eram estatutários, o Gomes e eu comparecíamos às assembleias da CRI em São Paulo.

Buscando o ouro

Outro tesouro que descobri, este quase à flor da terra, foi o fracasso do Plano Cruzado, em 1986.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao ver que todos os restaurantes tinham fila na porta, que as gôndolas dos supermercados estavam vazias e que não havia pneus à venda nas lojas especializadas, percebi que o Cruzado tinha feito água.

Isso foi num domingo. No dia seguinte, encontrei o ouro “futurão” (vencimento um ano à frente) em limite de baixa. Raspei os pools de vendedores. Com tanta confiança que fui almoçar fora (naquela ocasião ainda não havia telefones celulares).

Ao regressar à mesa de operações, já encontrei meus contratos nos limites de alta, limites esses que se sucederam: dezembro, Natal, Réveillon, férias, Carnaval… Só fui pular fora por volta de março. O lucro da operação deu para comprar a carta patente de uma distribuidora de valores.

Estudando os mapas

Martin Marietta era uma empresa de alta tecnologia negociada na Bolsa de Nova York. Estudando balanços e relatórios por acaso (a tal caça ao tesouro), descobri o enorme potencial da companhia, uma das maiores fornecedoras de equipamento militar para o Pentágono.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando a Marietta se fundiu com a Lockheed, se transformando na Lockheed Martin, a cotação disparou. Pudera. A LM é a maior fabricante de aeronaves de guerra para as Forças Armadas dos Estados Unidos.

Oportunidades

No segundo trimestre de 1988, fui convidado pelo presidente da então estatal Cia. Vale do Rio Doce, Wilson Nélio Brumer, para estudar a possibilidade de banqueiros britânicos concederem à Vale um gold loan.

O negócio seria bom para as duas partes envolvidas. Infelizmente, havia o risco do Brasil entrar em moratória. Por isso não consegui fazer a operação.

Como minha passagem aérea era Rio/Londres/Chicago/Rio, da capital inglesa voei para os Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Jon Davis, meteorologista da Shearson Lehman, brokerage house da qual eu era foreign broker, me convenceu que haveria um El Niño aquele ano e que o aquecimento das águas do Pacífico seria maior do que o habitual. Isso, segundo ele, provocaria uma seca no Meio-Oeste americano que traria a reboque um bull market nos grãos.

Como estava sem dinheiro na época (na montanha-russa de minha vida o trenzinho se encontrava num daqueles mergulhos), comprei soja Novembro apenas para meus clientes, estimando 90 mil dólares em margens de garantia para cada um.

Por mais incrível que possa parecer, a soja só estava me esperando para subir. Bastou eu comprar e Novembro colou no limite de alta.

Essa operação deu infinito por cento de lucro. Sim, infinito. Porque o ajuste positivo do primeiro dia foi maior do que o valor das margens. Cada um deles ganhou mais de um milhão de dólares em menos de três meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só de gratificação (não prevista em contrato, por sinal), pus no bolso 100 mil dólares de cada um. Tudo porque cacei meu Tesouro debruçado sobre uma tabela meteorológica.

Riqueza gelada

Bom mesmo foi em 1994, quando ganhei para os clientes e para mim. Durante um fim de semana de julho, houve uma geada tão grande que queimou não só os frutos (o que quebraria a safra daquele ano) mas também matou os pés de café, liquidando as safras seguintes.

Na segunda-feira, comprei café muito acima dos preços de fechamento da sexta, uma vez que o mercado abriu com gap. Adquiri para os clientes e para mim também.

Não deu nem pra sofrer. Foram meses e meses de limite de alta. Foi isso que me permitiu largar a profissão e ficar sem renda durante dois anos enquanto escrevia Os mercadores da noite.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Julius Clarence e seu antagonista Clive Maugh são frutos de uma geada.

Tesouros afastados

Procurar tesouro é sempre fascinante. Certa vez, em 1971, junto com um amigo de Belo Horizonte, descobrimos que as ações da Cia. Siderúrgica Belgo Mineira eram negociadas na Luxembourg Stock Exchange por preços muito menores do que no Brasil.

Fizemos algumas viagens para lá, compramos as ações e trouxemos as cautelas, que vendemos aqui no Rio.

Armadilhas

Claro que como meu personagem Bino, magnificamente interpretado pelo ator Stênio Garcia, caí em diversas ciladas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A maior dela foi armada por ninguém menos do que Saddam Hussein quando, em 2 de agosto de 1990, o ditador iraquiano invadiu o Kuwait.

Naquela ocasião, estudando a produção dos diversos países membros da OPEP, verifiquei que três deles (Emirados Árabes Unidos, Kuwait e o próprio Iraque) estavam trapaceando em seus limites de cotas de produção.

Como o mercado subiu de US$ 18,00 para US$ 20,00 o barril, eu “shorteei” diversos contratos de crude oil WTI na Nymex, em Nova York. Não segui os dogmas do jogo, principalmente aquele que diz:

“Mercado que reage bem a uma notícia ruim (trapaça nas cotas), é mercado de alta.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Claro que saí no primeiro prejuízo. Só que este foi colossal. Ainda bem, porque o barril de petróleo foi até US$ 40,00, antes de despencar por causa do sucesso da coalizão liderada pelos Estados Unidos na operação Tempestade no Deserto.

Houve outras ciladas. Numa delas, aconselhado por um analista da Merrill Lynch, fiz um spread de café na Bolsa de Mercadorias de São Paulo. Ainda bem que foram apenas dois contratos: um comprado (mês curto), outro vendido (futurão).

A partir daí, diariamente, e durante meses, o mês no qual eu estava comprado dava limite de baixa. Aquele que eu vendera, de alta. Sem que eu pudesse liquidar a operação por causa da falta de vendedores (no curto) e de compradores (no longo).

Não opero desde 1995. Mas estou seriamente pensando em comprar açúcar futuro na C. S. C. E., em Nova York, e ir rolando os contratos à medida em que vencerem. As perspectivas de alta são enormes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostaria de encerrar minha vida de trader encontrando mais um tesouro, o maior deles.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TOUROS E URSOS #268

O dólar está ‘no limite’? Por que este gestor especialista em câmbio não vê muito mais espaço para queda

29 de abril de 2026 - 14:30

Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais

AUMENTOU A VACÂNCIA

Fundo imobiliário perde inquilina que responde por 16% da receita; confira os impactos no bolso dos cotistas

29 de abril de 2026 - 10:46

Os espaços que serão devolvidos pela inquilina representam, aproximadamente, 11,7% da área bruta locável (ABL) do portfólio do HOFC11

LOGÍSTICA DAY

Nova casa do Mercado Livre: FII do BTG Pactual entrega maior galpão built-to-suit da América Latina; confira os detalhes do novo espaço

28 de abril de 2026 - 18:02

O imóvel é o primeiro ativo de desenvolvimento (greenfield) realizado pela plataforma logística do BTG Pactual

O DÓLAR VAI DERRETER?

Nem Lula, nem Flávio Bolsonaro: o vencedor nas pesquisas eleitorais é o real — e Citi monta estratégia para lucrar com o câmbio

28 de abril de 2026 - 17:08

Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil

VEJA DETALHES

IPO de até R$ 5 bilhões: Compass confirma oferta de ações que ‘sairão do bolso’ dos acionistas, incluindo a Cosan (CSAN3)

28 de abril de 2026 - 9:02

Operação será 100% secundária, o que significa que o dinheiro não entrará no caixa da empresa e, sim, no bolso dos acionistas vendedores, e pode envolver inicialmente 89,28 milhões de ações, com possibilidade de ampliação conforme a demanda

A GEOPOLÍTICA DO DINHEIRO

O dólar mais baixo veio para ficar? Inter corta projeção para 2026 e recalibra cenário de juros e inflação

27 de abril de 2026 - 20:09

Moeda norte-americana perde força globalmente, enquanto petróleo elevado e tensões no Oriente Médio pressionam inflação e limitam cortes de juros; confira as projeções do banco

CONTRATO DE EVENTO

B3 estreia 6 novos contratos de eventos: saiba como funcionam os “derivativos simplificados” de Ibovespa, dólar e bitcoin

27 de abril de 2026 - 19:15

O Seu Dinheiro explica de forma simples como funciona essa forma de operar derivativos com risco limitado

ALUGUEL DE AÇÕES EM DISPARADA

Às vésperas de eleição decisiva na Hapvida (HAPV3), controladores ‘mostram os dentes’ para defender o poder na empresa

27 de abril de 2026 - 18:45

Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho

OFERTA PÚBLICA DE AQUISIÇÃO

Sabesp (SBSP3) quer a Emae só para si: com oferta na mesa, EMAE4 dispara até 20% fora do Ibovespa

27 de abril de 2026 - 12:25

As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel

RESUMO SEMANAL

Estrangeiros de saída do Ibovespa? Bolsa cai 2,8% na semana, mas Hapvida (HAPV3) brilha e dispara 15%

25 de abril de 2026 - 11:32

Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões

EXPANSÃO DO PORTFÓLIO

BTG Pactual Logística (BTLG11) quer surfar a onda dos galpões logísticos e anuncia oferta de até R$ 2 bilhões; confira os detalhes da operação

24 de abril de 2026 - 15:28

Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas

RENDA EXTRA NA CONTA

Copel (CPLE3) define data para pagar dividendos de R$ 1,35 bilhão. Quem tem direito ao pagamento?

24 de abril de 2026 - 14:30

O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.

TEMPORADA DE BALANÇOS

Lucro da Usiminas (USIM5) mais que dobra e ação salta 7%; dólar fraco e ‘mix premium’ turbinam os números do 1T26

24 de abril de 2026 - 13:14

Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores

CICLOS POSITIVOS

Vacância em lajes corporativas volta ao nível pré-pandemia em São Paulo, diz BTG Pactual — mas outro setor bate recordes e rouba a cena

24 de abril de 2026 - 12:01

Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve

ONDA DE AQUISIÇÕES?

A corrida pelo “ouro do século 21”: acordo bilionário de terras raras da Serra Verde pode ser apenas o começo, prevê BTG  

23 de abril de 2026 - 19:11

Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro

ENFERRUJOU?

Itaú BBA corta preços-alvo de CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3); entenda o principal motivo para a decisão

23 de abril de 2026 - 17:06

Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%

NEM PAPEL, NEM TIJOLO

FoFs roubam a cena entre FIIs e lideram retornos no último ano, mostra índice da Rio Bravo; confira o desempenho dos setores

23 de abril de 2026 - 13:21

Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora

REFORÇO BILIONÁRIO

Carro já era? Tesla (TSLA34) quer triplicar investimentos em 2026 com a ambição de Elon Musk em se tornar uma potência de IA

23 de abril de 2026 - 11:57

A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial

NOVO VALOR

Small cap da bolsa recalcula dividendos de R$ 150 milhões após recompra de ações; veja novas datas e valores por papel

23 de abril de 2026 - 11:03

A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026

ESTRATÉGIA DE ELITE

Segredo de R$ 5 bilhões: a regra de ouro dos multimilionários para proteger o patrimônio (e como você pode copiar)

23 de abril de 2026 - 6:04

Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia