🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Caça ao tesouro: as joias descobertas em minha longa carreira no mercado financeiro

Ivan Sant’Anna lembra das grandes tacadas que deu em sua carreira como broker e fala sobre o processo de descobrimento dos tesouros enterrados no mercado

12 de dezembro de 2019
5:30 - atualizado às 9:33
Tesouro
Imagem: Shutterstock

Segunda-feira, 31 de dezembro de 1991. Dezenove e quinze, marca o relógio. Portanto menos de cinco horas para a passagem de ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com exceção de minha presença e de um segurança, o escritório do banco Graphus, na esquina de Presidente Vargas com Rio Branco, no Centro do Rio, está deserto.

Eu não era funcionário da instituição mas usava sua trading desk quando estava no Rio. Meus outros dois pontos de trabalho eram em Chicago e Nova York (Four World Trade Center, 5th floor).

Trabalhava como trader e broker. Gostava muito de operar os mercados de moeda: marco alemão, franco suíço e iene japonês, principalmente.

Pois bem, naquele lusco-fusco de início de noite do horário de verão carioca, o dólar estava fazendo um low de todos os tempos contra essas três moedas. Me senti irresistivelmente compelido a “shorteá-las”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Foi o que fiz, MOC (Market on Close), nos últimos segundos de pregão.

Leia Também

Na quarta-feira, dois de janeiro, o dólar, após forte intervenção do Bundesbank e do Bank of Japan, já abriu forte. Melhor: abriu com gap, deixando as moedas numa ilha de reversão (grafista sabe do que estou falando).

Foi uma operação genial, fruto de estudos e pesquisas? Negativo. Foi uma temeridade que cometi, apesar da nota preta que pus no bolso.

Sempre há algum mercado oferecendo enorme oportunidade, embora aquele trade tenha sido fruto de pura sorte, pois não tenho nenhum conchavo com os bancos centrais, muito menos sou insider de suas decisões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De qualquer modo, é melhor ganhar burramente do que perder com inteligência. Mas, repito, aquele episódio foi nada mais do que uma exceção.

As chances antes ocultas estão surgindo à flor da terra o tempo todo. Pode ser uma empresa negociada na B3, que tenha uma ótima possibilidade de lucro num futuro próximo, lucro esse que ainda não foi percebido por traders e analistas.

Pode ser, como estou acreditando neste momento, a iminência de alta de algumas commodities como o açúcar, o café, o cacau e as carnes. O melhor é que há empresas que acumulam as duas coisas: estão esquecidas, largadas, vaiadas. Mas a qualquer momento darão um salto para a frente justamente porque produzem uma dessas commodities que ainda se encontram nos prolegômenos de um grande bull market.

Na página 317 de meu livro Os mercadores da noite, edição da Inversa, o personagem principal, Julius Clarence, está em busca de um desses tesouros:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Finalmente Julius retornou a Nova York. Vinha, aos poucos, interessando-se novamente pelo mercado. Trabalhava agora principalmente com ações, não as blue chips, conhecidas de todos. Gostava de descobrir empresas novas, que estivessem desenvolvendo um produto promissor. Era fascinante vê-las subindo cada degrau da escada do mercado. Descobri-las era uma espécie de caça ao tesouro (o negrito não está no original), à qual Clarence se entregava com cada vez mais entusiasmo e dedicação.”

Nos quase 40 anos em que trabalhei como trader, já tive a oportunidade de encontrar vários desses tesouros. Mas também, como o Bino de Carga Pesada (série de TV da qual fui roteirista) já caí em algumas ciladas.

E não houve ninguém para dizer:“É uma cilada, Ivan!”

Joias escondidas

Felizmente, as festanças foram maiores do que as tragédias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 1967, quando retornei de meu curso de mercado de capitais da New York University, encontrei as ações do Banco do Brasil com PL 1. Mesmo sem alavancar, multipliquei por 20 minha aplicação. Foi a primeira grande porrada que dei na vida.

Uma década mais tarde, em 1977, descobri que as ações da CRI (Companhia Real de Investimentos) pagavam um dividendo igual à cotação em Bolsa. Junto com um amigo já falecido (Antônio Gomes, do Banco Multiplic), “raspamos a pedra”, expressão que era usada (não sei se ainda é) quando alguém comprava todos os lotes disponíveis.

Para garantirmos os dividendos, que eram estatutários, o Gomes e eu comparecíamos às assembleias da CRI em São Paulo.

Buscando o ouro

Outro tesouro que descobri, este quase à flor da terra, foi o fracasso do Plano Cruzado, em 1986.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao ver que todos os restaurantes tinham fila na porta, que as gôndolas dos supermercados estavam vazias e que não havia pneus à venda nas lojas especializadas, percebi que o Cruzado tinha feito água.

Isso foi num domingo. No dia seguinte, encontrei o ouro “futurão” (vencimento um ano à frente) em limite de baixa. Raspei os pools de vendedores. Com tanta confiança que fui almoçar fora (naquela ocasião ainda não havia telefones celulares).

Ao regressar à mesa de operações, já encontrei meus contratos nos limites de alta, limites esses que se sucederam: dezembro, Natal, Réveillon, férias, Carnaval… Só fui pular fora por volta de março. O lucro da operação deu para comprar a carta patente de uma distribuidora de valores.

Estudando os mapas

Martin Marietta era uma empresa de alta tecnologia negociada na Bolsa de Nova York. Estudando balanços e relatórios por acaso (a tal caça ao tesouro), descobri o enorme potencial da companhia, uma das maiores fornecedoras de equipamento militar para o Pentágono.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando a Marietta se fundiu com a Lockheed, se transformando na Lockheed Martin, a cotação disparou. Pudera. A LM é a maior fabricante de aeronaves de guerra para as Forças Armadas dos Estados Unidos.

Oportunidades

No segundo trimestre de 1988, fui convidado pelo presidente da então estatal Cia. Vale do Rio Doce, Wilson Nélio Brumer, para estudar a possibilidade de banqueiros britânicos concederem à Vale um gold loan.

O negócio seria bom para as duas partes envolvidas. Infelizmente, havia o risco do Brasil entrar em moratória. Por isso não consegui fazer a operação.

Como minha passagem aérea era Rio/Londres/Chicago/Rio, da capital inglesa voei para os Estados Unidos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Jon Davis, meteorologista da Shearson Lehman, brokerage house da qual eu era foreign broker, me convenceu que haveria um El Niño aquele ano e que o aquecimento das águas do Pacífico seria maior do que o habitual. Isso, segundo ele, provocaria uma seca no Meio-Oeste americano que traria a reboque um bull market nos grãos.

Como estava sem dinheiro na época (na montanha-russa de minha vida o trenzinho se encontrava num daqueles mergulhos), comprei soja Novembro apenas para meus clientes, estimando 90 mil dólares em margens de garantia para cada um.

Por mais incrível que possa parecer, a soja só estava me esperando para subir. Bastou eu comprar e Novembro colou no limite de alta.

Essa operação deu infinito por cento de lucro. Sim, infinito. Porque o ajuste positivo do primeiro dia foi maior do que o valor das margens. Cada um deles ganhou mais de um milhão de dólares em menos de três meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só de gratificação (não prevista em contrato, por sinal), pus no bolso 100 mil dólares de cada um. Tudo porque cacei meu Tesouro debruçado sobre uma tabela meteorológica.

Riqueza gelada

Bom mesmo foi em 1994, quando ganhei para os clientes e para mim. Durante um fim de semana de julho, houve uma geada tão grande que queimou não só os frutos (o que quebraria a safra daquele ano) mas também matou os pés de café, liquidando as safras seguintes.

Na segunda-feira, comprei café muito acima dos preços de fechamento da sexta, uma vez que o mercado abriu com gap. Adquiri para os clientes e para mim também.

Não deu nem pra sofrer. Foram meses e meses de limite de alta. Foi isso que me permitiu largar a profissão e ficar sem renda durante dois anos enquanto escrevia Os mercadores da noite.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Julius Clarence e seu antagonista Clive Maugh são frutos de uma geada.

Tesouros afastados

Procurar tesouro é sempre fascinante. Certa vez, em 1971, junto com um amigo de Belo Horizonte, descobrimos que as ações da Cia. Siderúrgica Belgo Mineira eram negociadas na Luxembourg Stock Exchange por preços muito menores do que no Brasil.

Fizemos algumas viagens para lá, compramos as ações e trouxemos as cautelas, que vendemos aqui no Rio.

Armadilhas

Claro que como meu personagem Bino, magnificamente interpretado pelo ator Stênio Garcia, caí em diversas ciladas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A maior dela foi armada por ninguém menos do que Saddam Hussein quando, em 2 de agosto de 1990, o ditador iraquiano invadiu o Kuwait.

Naquela ocasião, estudando a produção dos diversos países membros da OPEP, verifiquei que três deles (Emirados Árabes Unidos, Kuwait e o próprio Iraque) estavam trapaceando em seus limites de cotas de produção.

Como o mercado subiu de US$ 18,00 para US$ 20,00 o barril, eu “shorteei” diversos contratos de crude oil WTI na Nymex, em Nova York. Não segui os dogmas do jogo, principalmente aquele que diz:

“Mercado que reage bem a uma notícia ruim (trapaça nas cotas), é mercado de alta.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Claro que saí no primeiro prejuízo. Só que este foi colossal. Ainda bem, porque o barril de petróleo foi até US$ 40,00, antes de despencar por causa do sucesso da coalizão liderada pelos Estados Unidos na operação Tempestade no Deserto.

Houve outras ciladas. Numa delas, aconselhado por um analista da Merrill Lynch, fiz um spread de café na Bolsa de Mercadorias de São Paulo. Ainda bem que foram apenas dois contratos: um comprado (mês curto), outro vendido (futurão).

A partir daí, diariamente, e durante meses, o mês no qual eu estava comprado dava limite de baixa. Aquele que eu vendera, de alta. Sem que eu pudesse liquidar a operação por causa da falta de vendedores (no curto) e de compradores (no longo).

Não opero desde 1995. Mas estou seriamente pensando em comprar açúcar futuro na C. S. C. E., em Nova York, e ir rolando os contratos à medida em que vencerem. As perspectivas de alta são enormes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostaria de encerrar minha vida de trader encontrando mais um tesouro, o maior deles.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar