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2019-05-08T19:43:53-03:00
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Brasil deixa lista dos 25 melhores países para investir pela 1ª vez em 21 anos

País estava no ranking desde 1998, quando o levantamento sobre a opinião de investidores estrangeiros começou a ser elaborado

8 de maio de 2019
19:36 - atualizado às 19:43
brasil-crise
Nos últimos três anos, o Brasil já vinha caindo no ranking - Imagem: Shutterstock

Pela primeira vez em 21 anos o Brasil ficou de fora da lista dos 25 melhores países para investir feita pela consultoria empresarial norte-americana A.T. Kearney.

O País figurava no ranking desde 1998, quando o levantamento que segue a opinião de investidores estrangeiros começou a ser elaborado. A posição do País em 2019 não foi divulgada.

O índice é calculado com base em uma pesquisa feita com 500 executivos seniores das principais corporações do mundo sobre a probabilidade de as empresas entrevistadas investirem diretamente naquele determinado País nos próximos três anos.

Nos últimos três anos, o Brasil já vinha caindo no ranking, ocupando as posições 12ª, 16ª e 25ª - o último lugar entre os escolhidos -, entre 2016, 2017 e 2018, respectivamente. Em 2010 e 2014, o País figurou entre os cinco primeiros colocados da lista.

Com a ausência brasileira, os número de países emergentes que figuram a lista caiu para três: China (7ª), Índia (16ª) e México (25ª). Os cinco primeiros colocados são Estados Unidos, Alemanha, Canadá, Reino Unido e França.

Otimismo em 2018

Em 2018, a A.T. Kearney destacava, com otimismo, o impeachment da "ex-presidente de esquerda" Dilma Rousseff (PT), que abriu caminho para "um sucessor mais favorável aos negócios", o ex-presidente Michel Temer (MDB).

"Ele (Temer) aprovou uma lei que limita futuros aumentos nos gastos governamentais, começou a lidar com a reforma previdenciária e planeja aprovar reformas nas leis trabalhistas, tributárias e educacionais até 2018", afirmaram.

"Os investidores nos dizem que permanecem relativamente pessimistas em relação às suas perspectivas econômicas (com o Brasil). Provavelmente como resultado desses problemas macroeconômicos, os fluxos de IED para o Brasil caíram de US$ 65 bilhões em 2015 para US$ 50 bilhões em 2016", diz trecho do estudo daquele ano.

No relatório deste ano, o Brasil não é citado. A consultoria faz considerações apenas sobre os 25 países listados no ranking.

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