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A volatilidade coincidiu com a divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos, que subiu 1,6% na comparação anual de janeiro
Depois de um dia de altos e baixos, a Bolsa de Valores de São Paulo intensificou as perdas na última hora e fechou o pregão desta quarta-feira em queda de 0,34%, a 95.842 pontos. O movimento de oscilação começou com a divulgação, por volta do meio-dia, dos dados de inflação nos Estados Unidos. O CPI subiu 1,6% na comparação anual de janeiro, ligeiramente acima da previsão (1,5%). Além disso, o vencimento de opções sobre Ibovespa causou volatilidade.
O dólar teve elevação de 1,05%, a R$ 3,75. A moeda retoma a alta no mercado à vista, após ter caído 1,33% ontem, interrompendo ganhos acumulados de 2,89% nas quatro sessões anteriores. Operadores destacam que a alta dólar esteve alinhada ao movimento externo e a fatores técnicos, como zeragem de posições. A moeda americana já vinha em alta desde o início dos negócios e continuou avançando em relação ao euro e a maioria das divisas de países emergentes, como o peso mexicano e o rand sul-africano.
A agência Moody's divulgou que não vê possibilidade de a reforma da Previdência ser aprovada antes do terceiro trimestre.
Os investidores repercutiram também a fala do ministro da economia, Paulo Guedes, que discursou em Brasília. O governo, segundo ele, não pode agir como "uma máquina perversa de transferência de renda" por meio da Previdência Social, dos impostos e dos subsídios.
Ontem, o governo voltou atrás numa decisão e garantiu vantagens aos produtores de leite, com o aumento do imposto sobre o produto em pó importado da União Europeia. O agronegócio também se mobiliza para reverter o fim do subsídio nas contas de luz do setor. O desconto para agricultores, cujo impacto é rateado nas contas de eletricidade de todos os consumidores do País, foi um dos últimos atos do governo passado. Mas o setor tem atuado no Executivo e no Legislativo para retomar o subsídio.
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"Todo dia vem gente de todo o Brasil pedir coisas. Mas eu pergunto: o que eles podem dar ao Brasil?", questionou o ministro. "Entre os pedidos dessas pessoas estão subsídios, dinheiro para isso, dinheiro para aquilo. Quebram o Brasil. Muitas vezes nossa vida é jogada de um lado para outro e não são as melhores opções", declarou.
Em seu discurso, Guedes ainda elogiou o Tribunal de Contas da União (TCU) e disse que o órgão tem cooperado com o governo. E que os tribunais de contas estaduais deveriam "subir de nível" para acompanhar o TCU.
Há certo mal estar com a queda de 2,2% no volume de vendas no comércio varejista em dezembro ante novembro, que já estaria induzindo possíveis revisões para baixo no crescimento da economia do país em 2019. Investidores aguardam ainda uma definição rápida da proposta de reforma da Previdência a ser encaminhada à Câmara, afirmam os profissionais das mesas de operação. A palavra final sobre a proposta cabe ao presidente Jair Bolsonaro, que teve alta hospitalar no início da tarde e viaja ainda hoje para Brasília. Segundo informações do porta-voz da presidência, Otávio do Rêgo Barros, o presidente vai ao Palácio do Alvorada e, até o momento, não tem compromissos oficiais.
Com isso, ações de varejistas, como Lojas Renner, não tiveram um bom dia. A rede de lojas gaucha teve queda de 2,60%.
As ações ON da BRF recuaram 3,22%. Isso porque a empresa anunciou recall de produtos com a marca Perdigão por risco de presença da bactéria Salmonella enteritidis. Os lotes de alguns produtos de carne de frango in natura a serem recolhidos de forma voluntária somam 164,7 toneladas no mercado doméstico e a ação inclui a retirada preventiva de 299,6 toneladas destinadas ao exterior, produzidas nos dias 30 de outubro e 05, 06, 07, 09, 10 e 12 de novembro de 2018 na unidade de Dourados (MS).
Os bancos tiveram um pregão de realização de lucros. Itaú Unibanco, por exemplo, caiu 2,.28%. Bradesco perdeu 1,55% e Banco do Brasil, 2,27%.
A capitalização da Eletrobras é a grande prioridade do governo este ano, afirmou o secretário de coordenação de energia e aeroportos do PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), Pedro Bruno Souza. Com isso, o papel da empresa teve avanço de 2,99% (ON) e 2,84% (PNB). Souza anunciou que no final de fevereiro será realizada reunião, em Brasília, para incluir novos projetos na carteira do órgão. Atualmente, o PPI tem 69 projetos remanescentes de governos passados, uma carteira que prevê R$ 113,7 bilhões de investimentos.
A Rumo ficou entre as principais quedas do Ibovespa, mesmo depois de divulgar resultados muito bem recebidos pelos analistas. Segundo operadores, o mercado já vinha precificando um bom desempenho no quarto trimestre de 2018, e a ação segue a tendência mais cautelosa do mercado hoje. Em 2019, a maior operadora ferroviária do Brasil tem alta de 12%. Hoje, Rumo ON teve baixa de 2,76%.
Com destaque para a redução no endividamento e fluxo de caixa forte, os resultados da Rumo no quarto trimestre de 2018 foram considerados "sólidos" por diversos analistas do setor. O Credit ajustou preço-alvo da Rumo em 2019 de R$ 20 para R$ 24, com potencial de alta de 22,5%, em relação ao fechamento de ontem, de R$ 19,60.
As ações da BR Distribuidora tiveram ganho de 2,90%, após o Credit Suisse elevar a recomendação do papel de neutra para outperform (desempenho acima da média do mercado). Além disso, o preço-alvo da ação foi elevado de R$ 24 para R$ 34, o que implica em um potencial de alta de 33% em relação ao último fechamento (R$ 25,52).
A Ultrapar, concorrente, subiu 2,81%. O Credit Suisse também revisou o preço-alvo dos papéis da Cosan ON, de R$ 45 para R$ 50 por ação, com potencial de valorização de 17,53% ante o fechamento de ontem (de R$ 42,54). Já o preço-alvo para a Ultrapar ON subiu de R$ 39/ação para R$ 48/ação, com potencial de queda de 10,6% ante o fechamento de ontem, de R$ 53,69/ação. Cosan fechou com uma quedinha de 0,02%.
Fatores externos e internos guiaram o movimento altista das ações da Petrobras, com a ON subindo 2,37% e PN com avanço de 1,28%.
O avanço do barril de petróleo Brent e sinalização do presidente americano, Donald Trump, de possível acordo comercial com a China são fatores que sustentam o avanço do papel.
As ações da Vale e da Bradespar, acionista da mineradora, avançaram mais de 2,69% e 1,24%, respectivamente, diante da notícia de que a mineradora poderá ser menos penalizada financeiramente do que se imaginava anteriormente após o rompimento da barragem com lixo tóxico em Brumadinho (MG).
Desde o rompimento da barragem de Brumadinho, o volume de negócios com ações e ADRs da Vale mais que quadruplicou. A maior parte da operações são de curtíssimo prazo, no chamado intraday, com trocas de posições motivadas por incertezas como a parada na mina de Brucutu, em Minas Gerais, ou a suspensão na unidade de níquel Onça Puma, no Pará. O que tais movimentos expõem, segundo analistas, é que Vale hoje é considerada um investimento de risco. As ações ainda não entregaram todo o ganho alcançado no ano passado, quando subiram 31,8%, o dobro da valorização do Ibovespa, mas a perda de valor de mercado da mineradora não deve ser recuperada no curto e médio prazo. Em 2019, a perda acumulada é de 16,5%.
*Com Estadão Conteúdo
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