O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em relatório aos clientes, os bancos BTG Pactual e Credit Suisse confirmaram que a Gerdau vai elevar preços a partir de janeiro — notícia que foi bem recebida pelo mercado
A Gerdau, uma das principais empresas do setor de siderurgia no Brasil, irá promover aumentos de 8% a 12% no aço longo — barras, fios e vergalhões, entre outros produtos — a partir de janeiro. A elevação foi confirmada por dois grandes bancos, o BTG Pactual e o Credit Suisse.
Ambas as instituições receberam bem a notícia e reafirmaram suas percepções positivas em relação à empresa. O mercado também reagiu bem: por volta de 17h30, as ações PN da Gerdau (GGBR4) subiam 1,64%, a R$ 16,72 — no mesmo horário, o Ibovespa operava em alta de 0,81%, aos 108.366,56 pontos.
Em relatório, os analistas Leonardo Correa e Caio Greiner, do BTG Pactual lembram que, nos últimos meses, a Gerdau já promoveu ajustes nos preços dos aços longos, e que a implantação desses aumentos foi "desafiadora". No entanto, eles afirmam que as condições macroeconômicas para essa elevação no início de 2020 parecem ideais.
"Esperamos que a indústria de construção no Brasil continue dando suporte [às siderúrgicas], e acreditamos que o mercado possa estar com projeções excessivamente conservadoras para a Gerdau em 2020", escrevem os analistas — o BTG possui recomendação de compra para as ações da empresa, com preço-alvo de R$ 19,00 em 12 meses.
Correa e Greiner analisam que, apesar de a recuperação da indústria siderúrgica no Brasil ainda estar dando os primeiros passos, a tendência é de aceleração nesse processo, uma vez que o ciclo de retomada do mercado de construção civil deve se prolongar por alguns anos.
"Assim, acreditamos que deve haver um grande catalisador para a Gerdau, que foi afetada pela baixa atividade por anos. Esperamos que a demanda por aços longos supere em muito a por aços curtos em 2020".
Leia Também
Considerando todo esse cenário, os analistas o BTG Pactual acreditam que a Gerdau tem chances de atingir um Ebitda — isto é, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização — de cerca de R$ 7 bilhões já no ano que vem.
A Gerdau fechou o terceiro trimestre de 2019 com um lucro líquido consolidado de R$ 289 milhões, queda de 63,5% na base anual. A receita líquida caiu 22,6% na mesma base de comparação, para R$ 9,93 bilhões, enquanto o Ebitda ajustado teve baixa de 27,6%, para R$ 1,46 bilhão.
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa