O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Economatica fez um levantamento do desempenho de fundos de renda fixa, multimercados e ações em comparação com seus benchmarks em janelas de um até 10 anos
A consultoria Economatica levantou a mediana do prêmio de todos os fundos de renda fixa, multimercados e de ações e comparou com os referenciais (benchmarks) de cada segmento em diferentes horizontes de tempo. Resultado, bater o tal do CDI é um desafio, mas a avaliação geral é que esse quadro já começa a mudar com o recente movimento de queda de juros.
No geral, a Economatica nos mostra que as categorias renda fixa e multimercado são melhores no curto prazo e que os fundos de ação se saem melhor no longo prazo. A mediana aqui nos mostra que 50% dos fundos da amostra são menores ou iguais à mediana e outros 50% são maiores ou iguais. Outros tipos de comparação são possíveis.
Vale o alerta de que temos aqui as medianas nos diferentes grupos e que a escolha de um fundo em particular deve levar em conta o perfil do investidor, bem como um conhecimento prévio das estratégias, gestores e consistência de resultados.
A mediana do prêmio com relação ao CDI foi calculada para todos os fundos de todas as classificações de renda fixa da Anbima tomando como data base o dia 28 de junho de 2019 e em períodos de um até 10 anos.
Conforme o gráfico abaixo nos mostra, a mediana do prêmio dos fundos de renda fixa em um ano até o dia 28 de junho é de 100,05%, sendo que o CDI valorizou no período 6,3%.
Somente nas aplicações de 1, 2, 3 e 4 anos a mediana dos fundos de renda fixa supera o CDI. Já nos períodos de cinco a 10 anos a mediana fica abaixo de 100% de CDI.
Leia Também

A mediana do prêmio dos fundos multimercado conforme classificação Anbima em 12 meses é de 147,95% do CDI. E em todos os períodos estudados a categoria bateu o referencial. Foram excluídos os “Long and Short”. Nos 10 anos até 28 de junho de 2019 a mediana dos multimercados é de 111,6%, sendo que no período o CDI valorizou 158,2%.

Aqui, a Economatica também considerou a classificação da Anbima para levantar todos os fundos de ações. Ficam de fora os fundos mono ação e aqueles atrelados ao FGTS.
Nos últimos 12 meses até 28 de junho, o segmento perde para o Ibovespa, seu referencial, em 0,47 ponto percentual. Nesse mesmo período o Ibovespa teve alta de 38,8%.
Alongando o horizonte para 10 anos, temos que a mediana dos fundos de ações superou o Ibovespa em 52,73 pontos percentuais, sendo que o principal índice de ações teve valorização de 96,2%. Ainda assim, ficou devendo para o tradicional CDI, com valorização de 158,2%.

Nas dez observações, a mediana dos fundos de ações fica abaixo do Ibovespa somente em quatro oportunidades 1,2,3 e 6 anos, porém a valorização do Ibovespa nesses períodos é de 38,8% em um ano, 60,5% em dois anos, 96% em 3 anos e 112,8% em seis anos. O que garante ao investidor uma rentabilidade bem superior ao do CDI.
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?