O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Plataforma de vídeos foi acusada de monitorar o histórico de visualização de crianças, usando seus dados, sem o consentimento dos pais, para vender milhões de dólares em anúncios
O círculo em torno do uso de dados pessoais e de consumo coletados na internet pelas gigantes da tecnologia está cada vez mais fechado. Dessa vez, o Google será multado em US$ 170 milhões em decorrência de uma investigação da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC) sobre violações da privacidade de crianças no YouTube.
A plataforma é acusada de monitorar o histórico de visualização de crianças e utilizar os dados para vender milhões de dólares em anúncios direcionados a esse público. As informações são utilizadas sem o consentimento dos pais. O governo norte-americano avaliou que essa prática viola uma lei de privacidade infantil online.
“O YouTube se aproveitou de sua popularidade entre as crianças para conseguir potenciais clientes corporativos”, afirmou Joe Simons, presidente da FTC. “Quando se tratava de cumprir a lei (que proíbe a coleta de dados sobre crianças), a empresa se recusou a reconhecer que partes de sua plataforma eram direcionadas para crianças”.
O acordo com a FTC e a promotoria geral de Nova York, que receberá US$ 34 milhões, é o maior desde que a lei que proíbe a coleta de informações sobre crianças menores de 13 anos entrou em vigor em 1998. A regra foi revisada em 2013 para incluir cookies, usados para rastrear o histórico de visualização de uma pessoa na internet.
Além da multa, o acordo proposto exige que a empresa se abstenha de violar a lei no futuro.
*Com Estadão Conteúdo e O Estado de S. Paulo
Leia Também
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca