O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dados de agosto indicam nova queda nas vendas do Modelo 3. Na bolsa de Nova York, as ações da empresa já caíram mais de 28% neste ano
Uma nuvem negra paira sobre as ações da Tesla em Nova York e os motivos têm a forma de um supercarro. Analistas de Wall Street têm colocado em xeque a capacidade de o Modelo 3 da fabricante de carros ser um produto competitivo no mercado. Boa parte dessa dúvida vem dos resultados de vendas em agosto divulgados recentemente.
As estimativas do site norte-americano InsideEVs sobre as vendas da companhia em agosto apontam para outro declínio nas vendas do Modelo 3. O desempenho contribuiu para que as entregas totais da Tesla não deslanchem.
As estimativas da Tesla para agosto colocam os analistas mais pessimistas com relação ao fechamento do trimestre da empresa. Em relatório divulgado nesta semana, Ed McCabe, analista da TLF Capital, acredita que a "demanda orgânica (do Modelo 3) é extremamente fraca" e fez críticas em relação ao desempenho da Tesla nos últimos tempos.
Recentemente, McCabe já havia dado declarações polêmicas sobre os negócios de Elon Musk, chegando a dizer que eles não valeriam nada no mercado. No relatório dessa semana, ele voltou a tecer críticas, afirmando que "embora não exista uma justificativa razoável para uma empresa estruturalmente não lucrativa e horrivelmente administrada usufruir de um valor de mercado de US$ 40 bilhões, os defensores da ação divulgam seu crescimento".
Embora os investidores não tenham gostado dos resultados da Tesla, a companhia segue reafirmando sua meta de entregar de 360 mil a 400 mil veículos em todo o mundo em 2019. Até junho, o total de vendas foi de aproximadamente 158 mil, menos da metade do mínimo estabelecido pela companhia para o ano.
O problema da empresa, segundo McCabe, não está no volume de entregas, mas sim na sua estrutura. "É irrelevante. A empresa é estruturalmente não lucrativa. Quanto mais carros a Tesla vender, mais dinheiro perderá", afirmou.
Leia Também
O analista alerta para a piora desse cenário à medida que a concorrência vai ganhando espaço no mercado. "Agora que há mais concorrência chegando, como o novo Taycan Turbo elétrico da Porsche, as coisas podem ficar ainda piores", completou.
"Lembre-se de que, enquanto a Tesla detinha o mercado de carros elétricos só para si, as perdas e a queima de caixa surpreendiam. Musk prometeu lucros iminentes e sustentáveis, além de uma geração de caixa", disse ele.
Por fim, o analista cita que as quedas consecutivas na receita e a crescente queima de caixa "tornarão claro até para os mais fervorosos que a Tesla não é um negócio viável".
Na Nasdaq, as ações da Tesla (TSLA) acumulam perdas de pouco mais de 28% no acumulado do ano.
*Com informações da Business Insider.
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu
O pagamento ocorrerá até o dia 30 de abril de 2026. Receberão o JCP os acionistas com posição acionária na companhia em 23 de março de 2026
A CSN companhia confirmou a negociação e que a venda da sua divisão de cimentos foi incluída como garantia para obter condições mais vantajosas
O retorno sobre o patrimônio (RoE) ajustado atingiu 24,4% nos últimos três meses do ano passado, um aumento de 5,4 pontos porcentuais ante o mesmo intervalo de 2024
O Capitânia Logística (CPLG11) firmou contrato de 12 anos com empresa do Mercado Livre para desenvolver galpão sob medida em Jacareí, São Paulo
Mesmo sem exposição direta, banco estatal do Espírito Santo sente efeito do rombo bilionário no sistema; veja o que diz a administração
O que pesou sobre os papéis foi a expectativa pelo balanço da companhia referente ao quarto trimestre (4T25), que será apresentado ainda hoje (18), após o fechamento do mercado, e que deve vir com aumento na sinistralidade – de novo
3corações reforça presença na mesa do brasileiro, do café da manhã ao jantar. Essa é a segunda vez que a General Mills vende suas operações no Brasil
Transição para modelo de co-CEOs com executivos da casa não preocupa o banco, que vê continuidade na estratégia e reforço na execução da companhia
Empresas foram excluídas de dezenas de outros índices da B3 em meio a ações pressionadas e rebaixamentos de crédito no mercado
Potencial parceria surge após uma sequência de iniciativas que não conseguiram consolidar a recuperação da companhia, enquanto mercado se questiona: agora vai?
Uma redução mais relevante do endividamento dependerá de iniciativas de execução mais complexa, como a venda de ativos, mas que estão fora do controle da CSN, diz o banco
Decisão envolve supostas irregularidades em contratos com aposentados; banco nega problemas e promete contestar decisão na Justiça