🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Fernando Pivetti

Fernando Pivetti

Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.

Ações do mês

O que comprar na bolsa em fevereiro? As 3 ações que se destacam nas carteiras recomendadas

Petrobras é o arroz de festa das recomendações, mas Braskem e Itaú também estão na lista de queridinhas

Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
5 de fevereiro de 2019
14:47 - atualizado às 19:19
Selo Ação do mês
Selo Ação do mês - Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Depois da chuva de recordes que a bolsa brasileira colecionou ao longo do primeiro mês de 2019, fevereiro começa com a missão de dar continuidade a esse “boom” das ações. As opiniões sobre o que deve acontecer com a B3 nos próximos meses são diversas: tem gente que já sonha com os 200 mil pontos do Ibovespa, outros pedem que você tenha sempre o pé no chão, principalmente nos momentos de euforia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De qualquer forma, o otimismo está instalado. Mas é fundamental ficar sempre atento às melhores oportunidades que a bolsa oferece. Para isso, fiz um levantamento sobre as ações mais recomendadas pelos analistas e gestores do mercado para fevereiro.

Na liderança das indicações, claro, estão os papéis preferenciais da Petrobras. Na segunda posição ficaram as ações preferenciais série A da Braskem e, na sequência e empatados, dois bancões: Itaú e Banco do Brasil.

O arroz de festa

Analisando as carteiras recomendadas que estão por aí nos mercados, são poucas as que não incluem Petrobras dentro do portfólio. A estatal vive um momento especial tanto financeiramente como corporativamente. O novo presidente da empresa, Roberto Castello Branco, já deixou bem claro que sua missão como líder será tocar o processo de desinvestimentos e maximizar os os lucros, além de seguir com o processo de melhora na governança corporativa da Petrobras.

No mês passado, por exemplo, Castello Branco anunciou que a petroleira não tomará mais empréstimos junto aos bancos públicos. A notícia foi muito bem recebida pelo mercado, já que demonstra uma clara inclinação liberal aos negócios da empresa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Ativa Investimentos, uma das gestoras a recomendar as ações preferenciais da Petrobras em sua carteira, acredita que o momento é favorável para a empresa, já que tanto o câmbio quanto o petróleo caminham em um patamar “saudável”, fator que “impulsiona o resultado operacional da companhia e reduz seu custo de extração”.

Leia Também

A Necton também selecionou os papéis da petroleira para o seu Top 3. Segundo a gestora, dois pilares sustentam a sua recomendação: a votação da cessão onerosa e o processo de desinvestimentos.

A primeira pauta é antiga e se arrastou durante o fim do mandato de Michel Temer sem conseguir passar pelo Congresso. Com a mudança de governo, o mercado espera que a cessão onerosa tenha enfim um desfecho - algo que por si só traria boas notícias para a Petrobras.

Já o segundo tema ganhou destaque depois das declarações feitas por Castello Branco durante o evento do Credit Suisse, realizado na mesma semana em que a Petrobras concluiu a venda da refinaria de Pasadena para a Chevron. Na ocasião, ele deu indicações mais claras sobre a continuidade dos desinvestimentos da companhia e trouxe uma novidade: a intenção de venda da participação da Petrobras na Braskem. Mas isso é tema para o próximo tópico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A nova aposta

Um dos nomes mais badalados da bolsa nos últimos tempos, a Braskem vem surfando em uma onda de grandes expectativas - e uma pequena dose de especulação - e é outra grande aposta para fevereiro.

Tudo começou depois que o presidente da Petrobras deixou clara a intenção de vender a participação da sua empresa nos negócios da petroquímica. Vale lembrar que a estatal, junto com a Odebrecht, é uma das principais acionistas da Braskem.

Durante o evento do Credit Suisse que aconteceu na semana passada, Roberto Castello Branco foi enfático ao falar que "a prioridade (da Petrobras) não é o setor de petroquímica e sim o pré-sal".

Para trazer mais combustível para o sonho dos investidores, a euro-americana LyondellBasell voltou a manifestar interesse pela Braskem, acendendo o alerta para uma possível valorização dos papéis da empresa na bolsa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das que recomenda Braskem em seu Top 3, a Necton diz esperar um “boom” nas ações caso a venda da Braskem saia do papel. A gestora avaliou em seu relatório que, no passado, não existia um interesse tão declarado da diretoria da Petrobras pela venda da Braskem. No entanto, a fala de Castello Branco teria reacendido a oportunidade para o negócio.

O bancão para chamar de seu

No mês passado comentei contigo sobre as posições otimistas que os investidores vêm adotando em relação aos bancos. Desde que o governo Bolsonaro começou a sinalizar sua prioridade sobre a aprovação da reforma da Previdência, o setor financeiro passou a despertar o interesse do mercado. Não é à toa que três instituições (Itaú, Bradesco e Banco do Brasil) são citadas no Top 3 das corretoras.

A conta do sucesso é muito simples. A aprovação das reformas, dos ajustes e dos incentivos ao crescimento econômico brasileiro pelo governo tendem a aquecer tanto os negócios quanto o consumo dos brasileiros. Para consumir mais é preciso de dinheiro, e qual lugar as pessoas recorrem nesses momentos? Isso mesmo, os bancos.

A retomada do mercado de crédito é uma das principais promessas para impulsionar os resultados dos bancos. O Bradesco, por exemplo, já entregou um lucrão de R$ 21,6 bilhões em 2018 apoiado pela recuperação dos negócios. O Banco do Brasil, cujas ações também apareceram como destaque de janeiro, também surfa na onda dos bons resultados operacionais e de crédito, fator que impulsiona o retorno para os acionistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas quero falar com você especificamente sobre a situação do Itaú, citado por duas gestoras no levantamento. Em relatório divulgado aos seus clientes, a Ativa Investimentos afirma que as ações do banco são suas preferidas dentro do setor financeiro devido, principalmente, aos seus resultados operacionais.

O Itaú é tido como referência em rentabilidade entre os grandes bancos e, em 2018, não fez feio. De acordo com balanço divulgado na última segunda-feira, 4, o banco cravou um retorno de 21,9% no ano. O número é consideravelmente maior do que o segundo colocado (Santander), que entregou rentabilidade de 21,1%.

Para o acionista, a melhor informação sem dúvida é que o Itaú vem adotando uma política de distribuir aos acionistas todo o lucro que exceder o capital mínimo para o banco operar. Em 2018, por exemplo, 87,2% do resultado será pago em dividendos, o equivalente a R$ 22,4 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FIM DE UM CICLO

Pátria zera posição na SmartFit (SMFT3) após 15 anos com venda de R$ 900 milhões em ações, diz jornal

23 de fevereiro de 2026 - 14:25

Com a operação, o Pátria encerra um ciclo iniciado há cerca de 15 anos na rede de academias, em mais um movimento típico de desinvestimento por parte de gestoras de private equity após longo período de participação no capital da companhia

APOSTA NOS METAIS BÁSICOS

De olho no cobre: Vale (VALE3) anuncia investimento de US$ 3,5 bilhões em Carajás e atualiza projeções de caixa; confira os números

23 de fevereiro de 2026 - 13:15

Plano prevê aumento gradual dos investimentos até 2030 e reforça foco da mineradora nos metais da transição energética

VEJA O QUE DIZ O CEO

Azul (AZUL53): depois da recuperação judicial relâmpago, fusão com Gol sai de cena de vez e aérea mira no “crescimento responsável”

23 de fevereiro de 2026 - 12:30

Após concluir o Chapter 11 em apenas nove meses, a Azul descarta fusão com a Gol e adota expansão mais conservadora, com foco em rentabilidade e desalavancagem adicional

AGORA VAI?

Na corrida para a privatização, Copasa (CSMG3) emite debêntures de R$ 2 bilhões e define bancos responsáveis pela oferta secundária de ações

23 de fevereiro de 2026 - 11:50

Enquanto discussões sobre a desestatização avançam, a Copasa também emite papéis direcionados para investidores profissionais

REFORÇO DE CAPITAL

Após quase triplicar na B3, Banco Pine (PINE4) lança follow-on e quer levantar até R$ 400 milhões na bolsa

23 de fevereiro de 2026 - 11:13

Após um rali expressivo na bolsa nos últimos meses, o banco anunciou uma oferta subsequente de ações para fortalecer balanço; veja os detalhes

DE OLHO NA BOLSA

Cosan (CSAN3) considera IPO da Compass Gás e Energia, em meio a crise na Raízen (RAIZ4)

23 de fevereiro de 2026 - 10:34

A empresa de distribuição de gás surgiu quando a Comgás, maior distribuidora de gás natural do país localizada em São Paulo, foi adquirida pela Cosan em 2012

AMIANTO NO TALCO?

Natura paga US$ 67 milhões para encerrar processo da Avon nos EUA relacionado a acusações de câncer causado por talco

23 de fevereiro de 2026 - 9:40

A Natura diz que o pagamento para encerrar o caso da Avon não se constitui em reconhecimento de culpa; acusação é de que produtos dos anos 1950 estavam contaminados com amianto

ENTREVISTA COM CEO

Exclusivo: CEO do Bradesco (BBDC4) rebate críticas ao resultado: “disseram que não tínhamos mais como crescer, mas mostramos o contrário”

23 de fevereiro de 2026 - 6:12

Após dois anos no comando do banco, Marcelo Noronha detalhou com exclusividade ao Seu Dinheiro o plano para reduzir custos, turbinar o digital e recuperar o ROE

APERTO DE MÃOS

Vale (VALE3) firma acordo de R$ 2,6 bilhões com grupos indianos para impulsionar exportação de minério de ferro

22 de fevereiro de 2026 - 14:43

A mineradora poderá impulsionar a exportação da commodity ao país asiático com o novo projeto

APÓS CRISE DO MASTER

BRB confirma que governo do DF irá capitalizar o banco com 12 imóveis públicos, levantar até R$ 2,6 bilhões e garantir liquidez financeira

22 de fevereiro de 2026 - 12:43

Segundo o governo, os imóveis poderão servir como garantia para a captação de recursos, principalmente num possível empréstimo do Fundo Garantidor de Créditos (FGC)

NEGÓCIO COMPLEXO

Luz amarela na Braskem (BRKM5): Cade decide aprofundar análise sobre entrada da IG4

21 de fevereiro de 2026 - 15:10

A operação, que chegou ao xerife do mercado em dezembro de 2025, prevê uma mudança radical na estrutura de poder da petroquímica

NOVO CAPÍTULO

Azul (AZUL53) conclui Chapter 11 nos EUA e diz estar pronta para crescer após reestruturação bilionária; dívida foi reduzida em US$ 2,5 bilhões

20 de fevereiro de 2026 - 19:42

Companhia aérea informou que reduziu pagamentos financeiros em mais de 50% e concluiu processo em menos de nove meses

VAI RESOLVER O PROBLEMA DA DÍVIDA?

CSN (CSNA3) vai conseguir se desafogar com venda da CSN Cimentos? Veja a resposta do Safra

20 de fevereiro de 2026 - 15:37

Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem

ACORDO DE FECHAMENTO

Tchau, Americanas (AMER3): varejista fecha loja no Shopping Iguatemi, em São Paulo

20 de fevereiro de 2026 - 13:05

A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano

MEDO DA GUERRA

Combate em novos ares: Embraer (EMBJ3) fortalece divisão de defesa com parceria nos EUA para aprimorar o KC-390

20 de fevereiro de 2026 - 10:53

Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave

DINHEIRO NA CONTA

Cyrela (CYRE3) vende ações em leilão na B3 e garante R$ 1 milhão “extra” aos investidores. Quem tem direito?

20 de fevereiro de 2026 - 9:44

Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas

VAI DECOLAR DA BOLSA

De malas prontas: controladora da Gol (GOLL54) chega a 99,95% do capital da aérea após a OPA

20 de fevereiro de 2026 - 8:41

Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora

DINHEIRO NA CONTA DOS ACIONISTAS

Banco do Brasil (BBAS3) detalha pagamento de mais de R$ 400 milhões em JCP; confira prazos e condições

19 de fevereiro de 2026 - 19:48

Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco

RAIO-X DA DÍVIDA

CSN (CSNA3) em tratamento de choque: Moody’s corta rating e alerta para efeitos colaterais

19 de fevereiro de 2026 - 19:24

A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária

SINAL AMARELO

WEG (WEGE3) está cara demais? JP Morgan liga alerta para a ação antes dos resultados do 4T25, e papéis caem quase 4% na bolsa

19 de fevereiro de 2026 - 19:01

Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar