Novas mudanças! Itaú faz alteração extra na carteira de fevereiro para clientes milionários
Na avaliação do Itaú, o banco aumentou as preocupações com ativos mais arriscados como ações de certos países e elevou a alocação renda fixa privada dos Estados Unidos, assim como havia feito antes com títulos de renda fixa de emergentes

Depois de um ano em que economia mundial foi bastante afetada, o Itaú aumentou as preocupações com ativos mais arriscados como ações de certos países. Em relatório divulgado hoje (12) para clientes que possuem tíquete mínimo de R$ 5 milhões, a instituição fez uma alteração extra e optou por elevar a alocação em títulos da renda fixa privada dos Estados Unidos para neutro. Anteriormente, a alocação estava abaixo de neutro.
Na justificativa da instituição, "com os bancos centrais globais desacelerando o ritmo de alta de juros e o Fed enfatizando a flexibilidade da política monetária, inclusive com possibilidade de mudar a política de normalização do balanço, houve uma redução nas preocupações com possíveis perdas no mercado de crédito de alta qualidade".
O banco ainda destacou que os balanços das empresas estão saudáveis e que a dinâmica de oferta e demanda continua favorável. Na avaliação do Itaú, agora é o momento para focar em reduzir a posição em ações e com isso, o risco na carteira.
Emergentes
Além de elevar a alocação em títulos de renda fixa privada dos Estados Unidos para neutro, o Itaú tinha elevado a posição em renda fixa de mercados emergentes para acima do neutro em fevereiro, como eu expliquei nesta matéria.
O banco destacou que "as economias emergentes já sofreram correção de seus desequilíbrios, com destaque para os ajustes realizados em 2018 e que hoje têm bons fundamentos: inflação controlada, baixo déficit em conta corrente e taxa de câmbio em nível justo".
Leia Também
Japão
O Itaú também sugeriu aos seus clientes que diminuíssem a posição em bolsa japonesa de acima de neutro para apenas neutro. A decisão tem como foco o impacto que a economia japonesa teve ao ser afetada no terceiro trimestre por conta de um tufão de um terremoto.
Na justificativa, o banco ressaltou que "a fraqueza no crescimento combinada aos desafios da guerra comercial, desaceleração chinesa e estabilidade do Yen, levaram a um desempenho inferior ao esperado no mercado de ações".
A instituição ainda completou que após uma significativa recuperação do mercado acionário em janeiro, a preferência do banco foi obter alguns ganhos e reduzir a exposição ao risco na carteira.
Europa
Além do Japão, a instituição destacou em relatório do dia 7 deste mês que o ideal era diminuir a alocação em bolsas europeias. A razão é porque o velho continente passa por diversos desafios que causaram desaceleração da economia e que elevaram os riscos para os ativos da região.
No documento, a instituição destacou que a decisão de governo italiano de elevar o déficit fiscal levou ao aumento dos juros dos títulos públicos, o que afetou negativamente o crescimento da terceira maior economia da região. Além disso, os protestos na França estão impactando a confiança do setor privado do país.
Marketing Digital
R$ 42,7 bilhões em publicidade digital: Por que as marcas estão indo além do anúncio para conquistar a atenção do público
29 de setembro de 2026 - 9:00RECUPERAÇÃO JUDICIAL
Do Chapter 11 para o 15: o que significa a decisão favorável da Ambipar (AMBP3) nos EUA
28 de setembro de 2026 - 19:34TCHAU OU ATÉ LOGO?
Presidente do conselho da Tupy (TUPY3) renuncia, mas não deve dar adeus à empresa
28 de setembro de 2026 - 19:24REVANCHE EM SOLO INGLÊS
Nubank tomba quase 9% em NY após rumor de compra bilionária no Reino Unido; roxinho prepara revanche contra a Revolut?
28 de setembro de 2026 - 15:51DE OLHO NO FUTURO
WEG (WEGE3) anuncia dois investimentos milionários em grandes avenidas de crescimento da próxima década
28 de setembro de 2026 - 15:15OLHO NA TARJA
O detalhe que levou a Anvisa a proibir a Hypera Pharma (HYPE3) de divulgar a caneta emagrecedora Semavy
28 de setembro de 2026 - 7:54ENTREVISTA EXCLUSIVA
Inter adiou o ROE de 30%, mas não desistiu da meta: CEO revela qual é a prioridade agora
28 de setembro de 2026 - 6:14AGORA É SÓ SUBIR
Hapvida (HAPV3) chegou ao fundo do poço e pode ter até R$ 30,8 bilhões em benefício — mas ela ainda precisa fazer isso para se recuperar, diz UBS
27 de setembro de 2026 - 13:02ESTRATÉGIA
Carrefour vende 21 lojas de bairro a gigante do varejo, que estreia em São Paulo com nova bandeira; saiba qual
27 de setembro de 2026 - 10:02O CENÁRIO BULL
XP, Nubank, Itaú, Bradesco, Santander e BTG: dois bancos vão se dar melhor se a Selic cair, segundo o UBS BB
25 de setembro de 2026 - 14:35SAÚDE DO CRÉDITO
Inter (INBR32) ainda não viu o pior: inadimplência deve subir no 3T26; CEO revela de onde vem a pressão
25 de setembro de 2026 - 12:51PREÇO NÃO É O SUFICIENTE
Ozempic no Mercado Livre emagrece as ações da RD Saúde (RADL3) e Pague Menos (PGMN3); bancos explicam o que falta para o Meli bater de frente com as grandes redes
25 de setembro de 2026 - 11:19Conteúdo Empiricus
Apesar da adoção crescente da inteligência artificial, 41% das empresas ainda apresentam dificuldades na integração com agentes de IA
24 de setembro de 2026 - 14:00NO BOLSO
Yduqs (YDUQ3) anuncia dividendos de R$ 750 milhões após fusão com a Afya, mas presente da dona da Estácio ao acionista pode ser ainda maior, diz JP Morgan
24 de setembro de 2026 - 13:45VENDE BRKM5, RECEBE DÍVIDA
OPA da Braskem (BRKM5) com data marcada: vale a pena trocar as ações pelo que o novo controlador oferece?
24 de setembro de 2026 - 12:32MAIS DE R$ 9 BILHÕES EM RECEITA
Yduqs (YDUQ3), dona da Estácio, anuncia fusão com a Afya e cria gigante em educação médica no Brasil; veja quanto cai no seu bolso
24 de setembro de 2026 - 9:02ALÉM DA PRIVATIZAÇÃO
Privatização da Copasa (CSMG3) chama atenção do mercado, mas Bradesco BBI tem ainda mais motivos para apostar em alta de mais de 38% para a ação
23 de setembro de 2026 - 16:21O PREÇO DA “GENEROSIDADE”
Petrobras (PETR4) caminha para um dos maiores dividendos do mundo. A ação ficou cara demais para comprar agora?
23 de setembro de 2026 - 14:25NOVO FILÃO DE CRESCIMENTO
Maior alta do Ibovespa hoje: Magazine Luiza (MGLU3) sobe na bolsa após decisão de agência do governo; entenda o que mexe com a varejista
23 de setembro de 2026 - 13:58GOVERNANÇA CORPORATIVA