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Segundo a FGV, o objetivo é que ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) caiu 0,7 ponto em fevereiro ante janeiro, para 97,0 pontos, o primeiro recuo após quatro meses de avanço, informou nesta quinta-feira, 18, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice ainda cresceu 0,7 ponto no mês.
"A queda da confiança empresarial em fevereiro foi motivada pela calibragem das expectativas, que vinham evoluindo favoravelmente nos meses anteriores. Apesar da queda no mês, o Índice de Expectativas permaneceu ligeiramente acima dos 100 pontos, retratando um otimismo tímido em relação aos próximos meses. O resultado sustenta a tese de que, passado o período de lua de mel com o novo governo, a retomada da confiança empresarial será limitada enquanto os níveis de incerteza econômica permanecerem elevados", avaliou Aloisio Campelo Junior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.
O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.
Em fevereiro, o Índice de Situação Atual (ISA-E) subiu 0,9 ponto, para 92,2 pontos, o maior nível desde junho de 2014. Já o Índice de Expectativas (IE-E) recuou 1,5 ponto, para 101,7 pontos, após avançar por sete meses seguidos.
Entre os componentes do ICE, houve melhora apenas na confiança da Indústria, que avançou 0,8 ponto, para 99,0 pontos.
A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 4.381 empresas dos quatro setores entre os dias 1º e 22 de fevereiro.
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