Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Daniele Madureira

Daniele Madureira

Daniele Madureira é jornalista freelancer. Formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, tem pós-graduação em Jornalismo Social pela PUC-SP. Foi editora-assistente do site Valor Online, repórter dos jornais Valor Econômico, Meio & Mensagem e Gazeta Mercantil. Colaborou com as revistas Exame, Capital Aberto e com a edição do livro Guia dos Curiosos.

TENDÊNCIA NAS EMPRESAS

Carrefour largou atrás na corrida do supermercado online – e agora acelera para buscar a liderança

Depois de ficar de fora do e-commerce de alimentos por quatro anos, Carrefour coloca canal de vendas como prioridade em plano global. Rede investe para transformar lojas em pontos de retirada de compras na internet e se alia à startup Rappi para agilizar entregas

Daniele Madureira
Daniele Madureira
31 de maio de 2019
5:11 - atualizado às 12:24
Varejo de alimentos online
Imagem: Shutterstock

Um sonho recorrente de muitos neste mundo moderno é o teletransporte. Especialmente nas grandes capitais, ir de um lugar a outro em questão de segundos, sem enfrentar um trânsito desesperador e a estúpida perda de tempo dentro de um carro, ônibus ou trem, seria o suprassumo da conectividade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas enquanto o mundo de ficção científica não se torna real, gigantes do varejo como o Carrefour querem fazer você se sentir, pelo menos, como o Aladdin com o gênio da lâmpada. Basta fazer um pedido e, quase imediatamente, o seu objeto de desejo chega até você.

No varejo de alimentos, esse “quase imediatamente” é algo como 37 minutos ou uma hora (neste último caso, uma hora agendada, das 9h às 10h da manhã, por exemplo). A meta da rede francesa no Brasil, porém, é diminuir cada vez mais o tempo para atender o “seu amo”.

Há uma boa razão para isso: o site de comércio eletrônico do Carrefour Brasil, que representava 5,6% do faturamento da divisão Varejo (sem gasolina) no primeiro trimestre de 2018, passou a responder por 11% das vendas no país nos primeiros três meses deste ano, ou R$ 440 milhões.

No Carrefour Brasil, quem faz as vezes de “gênio da lâmpada” é o aplicativo de delivery Rappi. A startup colombiana iniciou sua parceria com a varejista no final de janeiro para entrega de alimentos e, ao fim do primeiro trimestre, já atendia 13 cidades e 56 lojas (18 hipermercados, seis supermercados, sete lojas do formato Market e 25 lojas do formato Express). Não se trata de uma parceria exclusiva para vendas de alimentos online – o Rappi atende outros concorrentes em seu marketplace, como Mambo, Saint Marche, Santa Luzia, Giga Atacado, entre outros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o acordo já é suficiente para mostrar bons resultados: as vendas do Carrefour via Rappi representaram mais de um terço (35%) dos pedidos de vendas online de alimentos no primeiro trimestre. E o melhor: quase metade dos pedidos são de novos clientes, que não compravam no Carrefour. Um resultado que animou a varejista francesa a estender a parceria para o negócio das drogarias Carrefour, cujos itens passam agora a ser vendidos pelo Rappi.

Leia Também

O Carrefour Varejo, onde é contabilizado o e-commerce, registrou vendas líquidas de R$ 4,22 bilhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 0,5% sobre o mesmo período do ano anterior, enquanto as despesas com vendas cresceram 2,6%, para R$ 873 milhões. Teria sido uma queda maior se não fosse pelo e-commerce. Para aumentar as vendas da divisão, o Carrefour testa novos formatos também no mundo físico, como a parceria fechada recentemente com o Magazine Luiza na área de eletrodomésticos.

Orientação global

O e-commerce ainda pesa pouco no resultado do Carrefour. O principal responsável continua sendo o Atacadão: 67% das vendas líquidas consolidadas do grupo, que somaram R$ 12,8 bilhões no primeiro trimestre. Na opinião de Luiz Escobar, diretor do e-commerce do Carrefour Brasil, o comércio eletrônico de alimentos é a última fronteira do e-commerce.

“Praticamente todas as outras categorias já se desenvolveram, mas o varejo de alimentos está adormecido no Brasil.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Todas as estratégias para exploração da venda online de alimentos fazem parte de um plano global do Carrefour, estruturado em duas frentes: realizar, até 2022, uma transição alimentar com foco em saudabilidade (os orgânicos e saudáveis não serão apenas um nicho na rede) e a transformação digital, que passa não só pelo e-commerce, mas por conhecer melhor o consumidor.

Nesse sentido, a rede fechou a compra, em dezembro de 2018 no Brasil, da e-Mídia, empresa do segmento de foodtech que controla os sites Cyber Cook, Vila Mulher eMais Equilíbrio. Se antes o Carrefour ia até a porta de casa, agora tem a chance de saber o que o cliente está fazendo com a comida e influenciar seus hábitos, oferecendo receitas e dizendo o que fazer com as sobras, por exemplo.

“Vamos ser líderes na venda de alimentos pela internet. Não seremos como os nossos maiores concorrentes, que estão fazendo isso há 20 anos e têm uma participação pequena no setor, estão lá para porque dá para estar”, afirma o engenheiro de produção, no Carrefour desde agosto de 2017. Egresso do Buscapé, com passagens por Multiplus e Americanas.com, Escobar já integrou o time da Cnova – do mesmo grupo do rival Pão de Açúcar, atual líder na venda de alimentos pela internet.

O Carrefour busca recuperar o tempo perdido. “O Carrefour tinha um gap importante, a saída do e-commerce alguns anos atrás”, diz o consultor Alberto Serrentino, da Varese Retail. A rede decidiu encerrar a operação de venda online em dezembro de 2012, e só voltou em julho de 2016. “Voltaram com força, primeiro no não-alimentar, e há um ano no alimentar. Estão com suporte estratégico da matriz e visão de longo prazo, o que é fundamental para essa agenda. Não dá para fazer esse aporte imaginando retornos imediatos”, afirma Serrentino.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o consultor, de fato, as empresas estão tateando na venda online de alimentos e há todo um mercado a explorar. “É o setor mais atrasado na agenda de transformação digital e na penetração de vendas online por várias razões: a última milha é muito crítica, o fato de ter produtos perecíveis torna o custo de entrega muito alto e o cliente normalmente não aceita pagar por isso”, afirma. “Além disso, o varejo alimentar tem alta cobertura, está próximo do consumidor”.

Logística complicada, conta salgada

O Carrefour Varejo, onde é contabilizado o e-commerce, vendeu menos e as despesas subiram 2,6%, para R$ 873 milhões. Um combo que costuma significar uma margem mais apertada.

A varejista não dá detalhes de quanto investiu no comércio eletrônico. Mas o mercado está atento aos efeitos desses aportes sobre a rentabilidade. “A administração do Carrefour observou que uma maior participação de e-commerce e de eletrodomésticos no mix de vendas continuou a prejudicar a rentabilidade [no primeiro trimestre de 2019], e é provável que isso persista no futuro”, informou o analista Thiago Macruz, do Itaú BBA, em relatório sobre os resultados da rede no período. A recomendação do banco é de compra das ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Luiz Escobar, a maior dificuldade da venda online de alimentos é a qualidade da entrega. “Não dá para misturar amaciante com bife”, diz o executivo. Outro desafio é a agilidade. Afinal, você pode esperar um livro, uma calça ou uma cafeteira para daqui uma semana, mas não os ingredientes do jantar. Nesse sentido, a parceria com o Rappi promete se intensificar e se expandir para mais regiões do país, tanto com o aplicativo quanto com outras startups.

“Para crescer em alimentos, estamos endereçando várias coisas que impedem este segmento de deslanchar no comércio online no país”, diz Escobar. A estratégia da varejista passa pela criação de lojas no modelo “drive-thru”: o cliente faz a compra pela internet até as 11h da manhã e busca os produtos no ponto de venda a partir das 18h. Atualmente, 13 lojas de São Paulo têm o serviço, que deve chegar a 50 até o fim do ano, oito delas fora da capital paulista.

Para quem prefere a entrega agendada, o prazo para receber o produto é uma espera de uma hora (pelo Rappi) ou duas horas (pelo site do Carrefour), a partir do dia seguinte. “Na concorrência, eles pedem quatro horas de espera, manhã, tarde ou noite. Ninguém tem tempo para isso”, diz Escobar, que defende a redução dos prazos.

O executivo também critica a concorrência que oferece produtos similares na falta do original pedido. “É como se eu quisesse comprar um iPhone, mas a loja me manda um Galaxy S10 porque o iPhone estava em falta”, diz ele. Para evitar essas trocas, o Carrefour precisa manter um “estoque dedicado”, com atualização em tempo real. “Se no momento que você fechar a compra no site não houver algum dos produtos escolhidos, você será avisado no mesmo instante, e irá decidir se quer ou não um similar”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Três hipermercados da rede hoje têm uma “sidestore”, com estoque dedicado apenas ao e-commerce – as lojas da Marginal Tietê, Butantã e Anchieta, todas na capital paulista. Mas a meta é que, este ano, ao menos 15 hipermercados tenham este espaço e, no longo prazo, todos sejam equipados para abastecer o comércio eletrônico.

“Os hipermercados têm em média 8 mil metros quadrados. A área reservada ao e-commerce tem 1,2 mil metros, o que faz com que os produtos sejam separados para a venda eletrônica de uma maneira muito mais rápida”, afirma o executivo, que garante ainda exibir diferencial no preço. “Praticamos na venda online de alimentos o mesmo preço do hipermercado, só cobramos o frete”.

O avanço na área digital passa ainda pela criação de uma unidade própria em fevereiro deste ano, o Carrefour eBusiness Brasil. O comando da unidade está a cargo de Paula Cardoso, que era presidente do Banco Carrefour. Luiz Escobar se reporta a ela.

Pedras no caminho

Se fosse fazer os seus próprios pedidos ao gênio da lâmpada, o Carrefour de certo iria enumerar, além da entrega cada vez mais rápida, o reaquecimento da economia e uma trégua da concorrência no setor de alimentos online. O primeiro, realmente, tem grandes chances de ser atendido pelo Rappi e outras startups. Já os outros dois...

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre no Brasil caiu 0,2%, segundo o IBGE. A concorrência, por sua vez, está longe de ficar parada. O Pão de Açúcar, que até ano passado estava no marketplace do Rappi, desfez a parceria e partiu para a compra do aplicativo brasileiro James Delivery. A ideia é criar o próprio marketplace alimentar. Ao investidor, resta acompanhar atento a ginástica das varejistas para avançar no e-commerce de alimentos e torcer para o esforço valer a pena.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
IMERSÃO MONEY TIMES

Como o Magazine Luiza (MGLU3) conseguiu lucrar mais com IA do que a dona do ChatGPT e o próprio Google?

26 de março de 2026 - 11:54

Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista

VAI DECOLAR PARA LONGE

Adeus, Gol (GOLL54): empresa vai sair da bolsa nesta sexta-feira e tem data para ser extinta; relembre a ‘novela’ da companhia

26 de março de 2026 - 11:26

Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa

ADEUS, PENNY STOCK

Marisa (AMAR3) recebe enquadro da B3 por ação abaixo de R$ 1, e avalia fazer grupamento; presidente do conselho renuncia

26 de março de 2026 - 10:14

Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão

REESTRUTURAÇÃO EM CURSO

Casas Bahia (BHIA3) dá novo passo na virada financeira e levanta R$ 200 milhões com FIDC de risco sacado

26 de março de 2026 - 9:33

Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda

SAIU DO FUNDO DO POÇO?

Americanas (AMER3) pede fim da recuperação judicial, vende Uni.Co e reduz prejuízo em mais de 90%

26 de março de 2026 - 8:57

A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos

AINDA PRECISA VOTAR

A torneira dos dividendos vai fechar? A proposta da Equatorial (EQTL3) que pode mudar a distribuição aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:59

Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações

ATENÇÃO, ACIONISTA

Dividendos e JCP: Bradesco (BBDC4) anuncia R$ 3 bilhões em proventos; veja quem mais paga aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:25

Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios

BARATA OU ARMADILHA?

Mesmo a R$ 1, Oncoclínicas (ONCO3) ainda tem espaço para cair mais: o alerta do JP Morgan para as ações

25 de março de 2026 - 17:02

Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda

O QUE FAZER COM AS AÇÕES?

Não é hora de colocar a mão no fogo pela Hapvida (HAPV3): por que o Citi ainda não comprou o discurso de virada da empresa

25 de março de 2026 - 16:09

Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações

DON'T STOP ME NOW

Mercado Livre (MELI34) anuncia investimento gigantesco no Brasil e tem planos para entrar em novo segmento bilionário, mas há um porém no curto prazo, diz BTG

25 de março de 2026 - 13:37

Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano

VENCENDO A TURBULÊNCIA

Dividendos extraordinários da Vale (VALE3) baterão à porta do investidor em breve, segundo o BTG

25 de março de 2026 - 12:42

Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa

ATUALIZAÇÃO

iOS 26.4 combina novos emojis, Apple Music mais esperto e verificação de idade em obediência à la Lei Felca

25 de março de 2026 - 11:54

Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca

UM NOVO INTERESSADO

Acionista da Oncoclínicas (ONCO3) coloca R$ 500 milhões na mesa — mas, antes, quer derrubar todo o conselho

25 de março de 2026 - 9:06

Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda

AINDA MAIS ENDIVIDADAS

Raízen (RAIZ4), GPA (PCAR3)… pedidos de recuperação de empresas devem piorar em 2026, e corte da Selic não faz nem cócegas na dívida

25 de março de 2026 - 6:25

Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro

APOSTA ALTA

Recorde de R$ 57 bilhões: para onde vai o investimento do Mercado Livre (MELI34), que também promete criar de 10 mil empregos no Brasil

24 de março de 2026 - 19:23

Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano

RAIO-X DO CONSUMO

Corrida do varejo no Brasil: quem ganha e quem fica para trás, segundo o BTG

24 de março de 2026 - 18:40

Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado

O QUE FAZER COM AS AÇÕES?

Casas Bahia (BHIA3) saiu do “modo sobrevivência” e agora busca virar a chave de vez: vai dar certo? BTG responde

24 de março de 2026 - 17:30

BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital

“IMPOSTO DO PECADO”

Copa, eleições e imposto indefinido: o que afeta a Ambev (ABEV3) e outras fabricantes de cerveja, segundo o BTG

24 de março de 2026 - 16:04

Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro 

REAÇÃO AO RESULTADO

Ações do Agibank caem em Wall Street após primeiro balanço desde o IPO. O que incomodou o mercado?

24 de março de 2026 - 14:48

Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?

DESCONTOS DE ATÉ 30%

Depois da chegada de sua marca irmã mais barata, preços da Zara caem; qual o risco para C&A (CEAB3) e Lojas Renner (LREN3)?

24 de março de 2026 - 14:15

Nos últimos dias, diversos vídeos nas redes sociais mostram que a Zara reprecificou diversos produtos. A própria XP verificou, em levantamento, que os itens ficaram 15% mais baratos, com alguns cortes chegando a 30%

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia