O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sondagem XP Ipespe mostra 35% de ótimo e bom. Sobre Previdência, 61% dizem que a reforma é necessária e para 62%, o presidente é a “nova política”
Perto de completar o marco de 100 dias de governo, o presidente Jair Bolsonaro observa uma queda na sua na sua taxa de aprovação em levantamentos feitos por diferentes instituições. Nesta sexta-feira, foi a pesquisa XP Ipespe que captou esse viés de baixa.
O percentual de entrevistados que considera o governo ótimo ou bom oscilou negativamente de 37% para 35%, dentro da margem de erro, mas abaixo dos 40% visto nos levantamentos feitos em janeiro e fevereiro.
Também dentro da margem de erro, mas para cima, subiram de 24% para 26% as anotações “ruim e péssimo” e ficou estável a avaliação “regular”. Foram feitas mil entrevistas nos dias 1, 2 e 3 de abril. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

A pesquisa também mostra uma queda de quatro pontos percentuais, de 54% para 50%, no grupo que espera que o restante do mandato do presidente seja ótimo e bom. Os entrevistados com expectativa de que o resto de mandato seja ruim ou péssimo subiram de 20% para 23%.
Ontem, levantamento feito pelo “Atlas Político” e divulgado pelo jornal “El País”, mostrou que as avaliações de “ótimo/bom” do governo Bolsonaro caíram de 36,1% em março para 30,5% agora em abril. Em fevereiro, esse percentual estava em 38,7%.
Leia Também
Em 20 de março, o Ibope tinha capturado que 34% dos brasileiros disseram considerar a gestão Bolsonaro "boa ou ótima", contra 39% em fevereiro. Em janeiro, esse percentual era de 49%. Ainda não há sondagem para abril.
Bolsonaro comentou essa pesquisa do Ibope, desacreditando o instituto, pois teria sido o mesmo que mostrou que o presidente não ganharia as eleições.
O presidente reclama que "apanha" muito da imprensa e da falta de cobertura de "pautas positivas". Na pesquisa, as notícias envolvendo o governo e o presidente na TV, jornais, revistas e na internet foram mais desfavoráveis para 42%. Em janeiro essa percepção era de 27%. Já o percentual de "mais favoráveis" caiu de 34% em janeiro para 20% agora.
A pesquisa XP Ipespe também acompanha a percepção sobre a reforma da Previdência. No mês de março, 64% dos entrevistados classificavam a reforma como necessária. Na rodada atual, 61% fizeram a mesma avaliação.
Sobre definição de idade mínima, 32% da amostra discorda totalmente, enquanto 26% concorda totalmente e outros 24% concorda em parte.
Mais coesão quando se trata das mudanças de regra para servidores públicos. 28% concorda totalmente e outros 27% concorda em parte. Enquanto que 20% discorda totalmente.
A maioria dos entrevistados (62%) concorda que o governo Bolsonaro representa uma “nova política”. Também é elevado o percentual dos que concordam que a relação do presidente Bolsonaro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, é importante (38%) ou muito importante (43%). Resultado interessante tendo em vista as “caneladas” trocadas entre os dois recentemente e a baixa popularidade de Maia.
Outro recorte interessante mostrado pela pesquisa é que ao serem questionados sobre como Jair Bolsonaro deve lidar com o Congresso, os entrevistados se dividem.
Dos pesquisados, 33% se disseram a favor de que o presidente endureça suas posições e seu discurso, ainda que isso signifique dificuldades na relação com os parlamentares.
Enquanto que outros 37% defendem a flexibilização do discurso do governo, ainda que isso signifique se afastar do que foi defendido na campanha.
Essa divisão parece se refletir, também, no próprio presidente, que fez diversas declarações falando que não se dobraria à “velha política” de “toma lá, dá cá”, ao mesmo tempo em que precisa construir uma base de apoio e de votos para a aprovação de suas propostas.
Nesta semana, depois de muito desgaste, o presidente fez acenos de que vai deixar de criminalizar a política e os partidos e vai buscar um entendimento com os “políticos tradicionais”.
Em live no “Facebook”, ontem, Bolsonaro falou que confia no Congresso e que jamais tomará atitudes que representam uma quebra de confiança entre o Executivo e o Legislativo. Há também indicações de que o presidente deixará de falar em “velha política”.
Ao longo das próximas semanas vamos ver para que lado o presidente vai pender e o mercado penderá junto. Se o caminho for pelo enfrentamento, a instabilidade deve aumentar, se a opção for pelo consenso, o quadro positivo se acentua.
Em seu enfrentamento com o Congresso ou com a “velha política” ou mesmo com o chamado “presidencialismo de coalizão”, Bolsonaro soube canalizar bem a percepção negativa da população com relação aos partidos.
A pesquisa mostra que 89% dos entrevistados não confiam nos partidos políticos, 83% não confiam na Câmara dos Deputados, 77% não confiam no Senado e outra “boa notícia” para Bolsonaro é que 69% não confiam nos sindicatos.
Maiores graus de confiança apenas para os militares, com 66%, seguidos pela igreja católica, com 56%.

Mega-Sena entrou acumulada em abril e foi recuperando posições até retomar o topo do ranking de maiores prêmios das loterias da Caixa. Agora ela paga mais do que todas as outras juntas.
Ninguém levou o prêmio máximo no concurso 3.000; entenda quanto você precisa investir para aumentar as probabilidades — e por que o custo dispara
Decisões no Banco Central e no Federal Reserve (Fed) dividem atenções com IPCA-15 e PIB dos EUA; confira tudo o que irá rolar nos mercados na próxima semana
Pé-de-Meia é um programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público; pagamentos começam amanhã
O terminal é considerado estratégico, já que vai ampliar em 50% a capacidade de movimentação de contêineres do Porto de Santos, o maior da América Latina
Entre nostalgia e especulação, cartas de Pokémon deixam de ser apenas coleção e passam a circular como ativo de alto risco
A decisão de acionar a bandeira amarela na conta de luz se relaciona ao volume de chuva abaixo da média nos reservatórios
Por se tratarem de concursos com final zero, os prêmios de Loteria em jogo neste sábado são maiores; confira os valores
Plataformas como Kalshi e Polymarket deixam de operar como investimento e passam a seguir regras de apostas; norma vale a partir de maio
Nem mesmo a campeã do BBB 26, Ana Paula Renault, vai conseguir fugir da mordida do leão
Paris e Bigi estão em disputas na justiça e o Rancho de Neverland foi vendido; veja como está a herança de Michael Jackson
A Caixa Econômica Federal liderou a concessão de credito imobiliário com recursos da poupança no primeiro trimestre
Apenas a Lotofácil e a Quina tiveram ganhadores na quinta-feira (23). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Já os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Crianças e adolescentes poderão usar Mounjaro para tratamento, conforme aprovação da Anvisa
Aumentos começam a valer nesta semana e foram parcialmente contidos por medidas extraordinárias; pressão estrutural segue no radar
Alta no valor do petróleo não é o único impacto do conflito; preços de preservativos podem aumentar em até 30%
Na avaliação individual por localidades, os maiores valores médios de aluguel foram São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis
Estão disponíveis no leilão do Itaú 146 lotes com casas, apartamentos, comerciais e terrenos em todo o Brasil
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de quarta-feira (22). Hoje (23) o destaque é a Mega-Sena, mas a Quina e a Timemania também oferecem prêmios de oito dígitos.
Tim Cook decide deixar o posto de CEO da Apple após 15 anos de liderança; big tech virou trilionária durante sua gestão