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Para analista, a crescente incorporação de inteligência artificial em empresas faz crescer a necessidade de novas camadas de proteção

A expansão do mercado global de cibersegurança representa uma oportunidade para investidores interessados em teses de tecnologia. O setor deve crescer mais de 12,5% este ano e chegar a aproximadamente US$ 240 bilhões.
A segurança digital tem se tornado um desafio principalmente com o uso crescente de sistemas autônomos nas operações empresariais, destaca o analista Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.
Isso cria a necessidade de “investimentos contínuos em controle de acessos, proteção de informações sensíveis e acompanhamento de ameaças”, aponta Spiess.
O uso cada vez maior de copilotos e agentes autônomos que utilizam inteligência artificial nos ambientes corporativos tem sido responsável pela criação de novas superfícies de exposição.
O conceito diz respeito a soma de todos os pontos vulneráveis, de uma empresa ou organização, que agentes mal-intencionados podem utilizar para obter acesso não autorizado à rede ou a dados sensíveis.
A prevenção, detecção de ameaças e respostas a incidentes cibernéticos estão entre as funções que podem ser automatizadas com a ajuda da IA. Porém, Spiess aponta que essas frentes respondem por uma parcela limitada do mercado.
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“Segmentos centrais como segurança de identidade, nuvem, dados, redes e dispositivos, tendem a ganhar ainda mais relevância à medida que os ambientes digitais se tornam mais amplos, conectados e complexos”, afirma o analista.
Spiess aponta que o avanço dos agentes de inteligência artificial também deve exigir mais investimentos do setor nos próximos anos. Os agentes são programas capazes de realizarem tarefas de maneira autônoma, com pouca ou nenhuma supervisão.
A expectativa é de que a IA baseada em agentes responda por cerca de 15% dos orçamentos globais de cibersegurança até 2029, quase três vezes o nível atual.
Para se ter ideia, atualmente, os gastos com segurança digital representam apenas 4% das despesas totais com tecnologia da informação. Na visão do analista, isso sugere um “espaço relevante para expansão à medida que a economia se torna mais digital e dependente de inteligência artificial.”
E para quem aproveitar a oportunidade no segmento de cibersegurança, Spiess tem uma recomendação de investimento...
Para os investidores interessados em cibersegurança, Spiess recomenda o BDR BBUG39, que replica na Bolsa Brasileira o ETF Global X Cybersecurity.
O analista destaca que o ETF reúne empresas:
O BBGU39 é uma alternativa local para acessá-lo.
Se você quiser conhecer outras recomendações de ações, BDRs ou ETFs relacionados a inteligência artificial ou outros temas, você pode acessar a Empiricus+.
A Empiricus+ é a modalidade de assinatura “streaming” da casa, onde você tem acesso às principais recomendações de investimento dos analistas.
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