O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Tesouro Nacional projeta um déficit de R$ 309,4 bilhões para a Previdência e chama atenção para a necessidade de reformas

O governo central, composto por Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência, abriu o ano com um superávit primário de R$ 30,2 bilhões, resultado pouco abaixo dos R$ 30,8 bilhões vistos em janeiro do ano passado. Mas em 12 meses, o déficit soma R$ 123,2 bilhões, ou 1,75% do Produto Interno Bruto (PIB).
De acordo com o Tesouro Nacional, o resultado decorre de maior arrecadação sazonal de IRPJ/CSLL e participações especiais. Para fevereiro, a sazonalidade é negativa, ou seja, devemos ver déficit primário em função da maior repartição de receita com Estados e municípios.
Decompondo os dados, o Tesouro Nacional e o BC tiveram um superávit de R$ 44 bilhões, enquanto a Previdência Social mostrou déficit de R$ 13,8 bilhões. O resultado primário considera receita menos despesas, sem considerar gastos com juros.
Para 2019, o déficit previsto para todo o sistema de Previdência é de R$ 309,4 bilhões, sendo R$ 211,1 bilhões do Regime Geral e outros R$ 98,3 bilhões dos regimes próprio dos servidores civis, militares, pensões e inativos. Para se ter uma ideia, nos 12 meses até janeiro, o déficit total estava em R$ 288,8 bilhões.
A meta de déficit para o ano é de R$ 132 bilhões, sendo R$ 139 bilhões do governo central, descontado de um superávit de R$ 10,5 bilhões dos entes subnacionais e um déficit de R$ 3,5 bilhões das estatais federais.
Em nota, o Tesouro afirma que “o desafio fiscal brasileiro está posto e é significativo”. O resultado do governo central está 4 pontos percentuais do PIB inferior ao período anterior à crise financeira de 2008. Portanto, ainda distante do necessário para promover uma estabilização no ritmo de crescimento da dívida pública.
Leia Também
Segundo o Tesouro, o fator que explica essa deterioração é o crescimento das despesas públicas, fator responsável por 75% da piora do resultado primário como proporção do PIB entre 2008 e 2018, e, em especial, “as despesas previdenciárias que cresceram, isoladamente, 2,1 pontos do PIB no mesmo período”.
“A superação do desafio fiscal passa, necessariamente, por reformas que estabilizem a dinâmica das despesas obrigatórias e que exigem o esforço em conjunto de toda a sociedade brasileira”, diz o Tesouro.
O Tesouro também lembra que o cumprimento da emenda do Tetos dos Gastos exigirá cada vez mais mudança na dinâmica das despesas obrigatórias, em especial, em relação ao crescimento das despesas com aposentadorias e pensões, bem como da folha de pessoal do Governo Central.
No caso de aposentadorias e pensões, o Tesouro afirma que o governo mandou o projeto da nova Pque tem como objetivo “a maior harmonização entre os diferentes regimes de previdência, o combate aos privilégios e também a sustentabilidade fiscal”.
Na avaliação do Tesouro, para o padrão demográfico brasileiro atual, o país gasta com previdência, como porcentagem do PIB, muito acima de outros países, “o que ajuda a explicar o fato de se tributar muito e não se ter uma oferta de serviço público adequado”.
GUERRA DO DELIVERY
MOVE BRASIL
NOSTALGIA
QUALIDADE DE VIDA
ESTRELA PAROU DE BRILHAR?
LEVANTAMENTO EXCLUSIVO
SÓ DEU LOTOFÁCIL
UMA HERANÇA INDESEJADA
GUIA DOS VESTIBULANDOS
CUSTO DE VIDA
REALIDADE vs. EXPECTATIVA
VESTIBULAR
Toneladas e mais toneladas
SAÚDE
DESCANSE EM PAZ
LOTERIAS
O PLANO BILIONÁRIO DA ESTATAL
NEYMAR VAI!
INVESTIMENTO VERDE