🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Em dia de PIB, Argentina é destaque

Decisão do governo Macri de declarar moratória, adiando pagamento a credores externos, deve trazer instabilidade ao real

Olivia Bulla
Olivia Bulla
29 de agosto de 2019
5:30 - atualizado às 9:42
Agenda do dia traz dados do PIB do Brasil e dos EUA no segundo trimestre -

A agenda econômica enfim ganha força nesta quinta-feira e tenta ocupar o espaço no mercado financeiro que vem sendo dominado pela guerra comercial. Mas quem rouba a cena no noticiário é a Argentina. A decisão do governo Macri de declarar moratória deve trazer instabilidade ao real, podendo acionar novo leilão de venda de dólares à vista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O presidente Mauricio Macri decidiu postergar o pagamento aos credores externos e iniciou tratativas com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para renegociar parte da dívida, inclusive a parcela referente a um empréstimo com o fundo, adquirido em junho de 2018. A renegociação será concluída pelo próximo governo, que assume em dezembro.

Aliás, o estopim da crise no país vizinho começou com a possibilidade de vitória da oposição nas eleições em outubro. A chapa que tem a ex-presidente Cristina Kirchner como vice-presidente teve ampla vantagem sobre Macri nas eleições prévias, no início deste mês, dando como certa a volta da esquerda ao poder ainda neste ano.

E hoje é a notícia sobre a moratória argentina que deve abalar os ativos de países emergentes, em especial do Brasil, adicionando pressão sobre o câmbio. Ontem, o dólar encerrou a sessão em leve alta, seguindo acima de R$ 4,00 pela nona sessão seguida, a despeito dos leilões do Banco Central. E a moeda deve continuar pressionada hoje, em meio às saídas de recursos estrangeiros do país, que já se aproximam de US$ 20 bilhões no ano, pela via financeira.

O mercado deve testar a autoridade monetária, pedindo mais dólares das reservas internacionais, via leilão de venda no mercado à vista. Na terça-feira, o BC realizou tal operação de forma genuína, pela primeira vez desde 2009, sem a contraparte no mercado futuro, a fim de controlar a escalada da moeda norte-americana rumo ao topo histórico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ver como o dólar (e o BC) irão se comportar hoje. O desempenho do mercado doméstico de câmbio tende a afetar os negócios na Bolsa brasileira e nos juros futuros no curto prazo. Os investidores começam a ver o cenário de dólar a R$ 4,00 como um “novo normal”, revendo as estimativas para o ano e elevando a cautela em relação ao rumo da taxa Selic.

Leia Também

Exterior pode ajudar

Ao menos, o sinal positivo que prevalece nas bolsas internacionais pode aliviar parte da pressão esperada para o dia no mercado local. Os índices futuros em Nova York avançam firme, o que embala a abertura do pregão europeu, mas a sessão foi mista na Ásia, com leves oscilações negativas em Tóquio e Xangai, mas ganhos em Hong Kong.

Enquanto o Ocidente aguarda os dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no trimestre passado, o que sustenta a força do dólar, os mercado asiáticos foram afetado pelas tensões geopolíticas e a inversão da curva de juros norte-americana, o que manteve a preocupação em relação à desaceleração econômica global.

Por ora, os investidores ainda encontram dificuldades para ler os sinais emitidos pelos ativos, como o aprofundamento da diferença no rendimento (yield) dos títulos dos EUA (Treasuries) e o avanço sólido do ouro. A única certeza, por ora, é o que essa busca por proteção está dizendo em relação ao sentimento econômico, que ficou mais pessimista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O fato é que o mercado está finalmente se dando conta que o presidente Donald Trump está falando sério em relação à guerra comercial e pode ir ainda mais longe, levando a cabo a disputa contra a China nos moldes de suas táticas enquanto magnata imobiliário. Nesse embate, o Federal Reserve pode não ter força para impedir estragos na economia.

O problema é que com as eleições presidenciais nos EUA se aproximando, em novembro de 2020, e os índices de aprovação de Trump em níveis baixos, o receio é de ele possa esticar mais a tensão comercial. E isso tende a reforçar os sinais de que a economia norte-americana pode em breve fraquejar.

Por outro lado, Pequim pode demonstrar cada vez menos interesse em fechar um acordo. Afinal, por que fazer concessões agora, se pode negociar os termos com um novo presidente dos EUA daqui a uns 15 meses? O risco é a China esperar por um democrata mais convencional no ano que vem e ver-se em apuros com o republicano reeleito.

Por ora, a única certeza é que de entram em vigor neste domingo tarifas adicionais sobre produtos chineses e norte-americanos, que tendem a afetar mais diretamente consumidores e produtores dos EUA. E esse impacto pode convencer mais eleitores de viés independente sobre se vale a pena mais quatro anos de Trump na Casa Branca.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje é dia de PIB

Os números sobre o desempenho das economias brasileira e norte-americana no trimestre passado, pela manhã, são o destaque da agenda econômica desta quinta-feira. A expectativa é de que o dados possam lançar luz sobre o temido risco de recessão.

Enquanto a leitura revisada do PIB dos Estados Unidos deve mostrar crescimento de 2%, na taxa anualizada, ante alta original de 2,1%; há dúvidas sobre se a atividade doméstica não voltou à recessão técnica, após cair 0,2% nos três primeiros meses de 2019.

A previsão é de leve crescimento de 0,2% no segundo trimestre em relação ao período anterior, mas o risco de o número oficial ser negativo não deve ser descartado. Afinal, os dados de atividade entre abril e junho foram fracos, ao passo que o desemprego alto e o nível elevado do endividamento seguem comprometendo o consumo.

Já na comparação com o mesmo período de 2018, que foi marcado pela paralisação dos caminhoneiros, espera-se uma expansão de 0,8% do PIB brasileiro, o que, se confirmado, irá representar o décimo trimestre consecutivo de resultado positivo nesse tipo de confronto. Os dados do PIB do Brasil saem às 9h. Depois, às 9h30, é a vez do PIB dos EUA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda no calendário do dia, no Brasil, no mesmo horário da divulgação do PIB, às 9h, sai o índice de preços ao produtor (IPP) em julho. Antes, às 8h, é a vez do IGP-M de agosto, que deve apontar queda forte no resultado mensal, apagando a alta do mês anterior.

Já no exterior, a agenda norte-americana traz ainda os pedidos semanais de seguro-desemprego feitos nos EUA (9h30) e as vendas pendentes de imóveis residenciais no país no mês passado (11h). Na Europa, logo cedo, saem o índice de confiança do consumidor na zona do euro e a prévia da inflação ao consumidor na Alemanha.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

ESFRIOU NA BOLSA

Ação da dona da Brastemp cai mais de 14%: o que derrubou os papéis da americana Whirlpool (WHR)?

24 de fevereiro de 2026 - 17:22

Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado

ESTRATÉGIA DO GESTOR

O Ibovespa ficou caro demais? Gestores se mostram cautelosos e passam longe de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4); saiba onde eles estão investindo

24 de fevereiro de 2026 - 14:32

Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro

MERCADOS HOJE

O Taco voltou: investidores ignoram tarifas de Trump — Ibovespa vai às máximas históricas e Nova York também avança

24 de fevereiro de 2026 - 13:49

Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados

DEU RUIM?

PicPay (PICS) desaba 18% desde o IPO: cilada ou oportunidade de compra? Citi dá o veredito

23 de fevereiro de 2026 - 18:12

Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis

SEM SINAL

Subiu no telhado? Acordo com a Claro fica travado e ação da Desktop (DESK3) chega a cair mais de 22%

23 de fevereiro de 2026 - 17:29

Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O capitão que mudou a rota do Bradesco (BBDC4), as novas tarifas de Trump e o que mais você precisa saber hoje

23 de fevereiro de 2026 - 8:32

Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente

DESCONTO E POTENCIAL DE ALTA

Dividend yield de 16%: por que este fundo imobiliário chamou a atenção do BTG

22 de fevereiro de 2026 - 17:37

Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar