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Expectativa com BCE e ameaça de greve de caminhoneiros no radar
Os ativos financeiros locais iniciam a semana sem drivers claros da direção a ser tomada em um momento de grande expectativa de investidores do mundo todo, especialmente com a proximidade das reuniões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), do Federal Reserve dos Estados Unidos (Fed) e do Banco Central do Brasil (BCB).
A decisão do BCE será conhecida ainda esta semana, mas as reuniões de política monetária do Fed e do BCB estão marcadas para a semana que vem, o que tende a manter os agentes do mercado financeiro em compasso de espera.
A expectativa é de que o BCE sinalize um corte de juro para setembro, mas declarações recentes de diretores do banco central da zona do euro deixaram aberta a porta para que algum alívio monetário seja anunciado já ao término da reunião desta semana.
Enquanto os cortes esperados pelos principais bancos centrais do mundo não se concretizam, os investidores ajustam suas posições. As bolsas de valores asiáticas fecharam em queda generalizada hoje, ainda repercutindo o sinal negativo da sexta-feira em Wall Street, que também afetou o Ibovespa.
Na Europa, porém, os principais índices de ações abriram a semana com oscilações discretas, mas todos no azul, enquanto os índices futuros de Nova York também sinalizavam altas modestas.
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Antes da abertura dos mercados por aqui, a pesquisa semanal Focus do Banco Central traz a expectativa de novas revisões nas estimativas do mercado para a inflação, o PIB e a taxa Selic. Nos Estados Unidos, o índice de atividade nacional do Fed regional de Chicago referente a junho também tem o potencial de orientar os primeiros movimentos dos mercados nesta segunda-feira.
Também é preciso ficar atento ao prosseguimento da temporada de balanços trimestrais em um momento no qual a política de guerra comercial de Donald Trump contra os principais parceiros comerciais dos EUA começa a cobrar a conta nos resultados financeiros de diversas companhias.
Por aqui, os ativos seguem à mercê da expectativa em torno de possíveis novidades referentes ao saque de contas ativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Um anúncio sobre a medida foi adiado para algum momento desta semana em meio a pressões de empresários do setor de construção, uma vez que, da maneira como foi antecipada, a liberação do FGTS drenaria recursos do mercado de habitação, afetando principalmente o financiamento de obras do programa Minha Casa, Minha Vida. As ações das empresas de construção registram quedas acentuadas desde que a informação veio à tona.
Mais iminente, no entanto, é a ameaça de uma nova greve de caminhoneiros no início desta semana em meio ao descontentamento com a tabela do frete divulgada no fim da semana passada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O preço do frete mínimo para o transporte rodoviário ficou muito abaixo do que esperavam os caminhoneiros.
Lembrando que os reflexos da paralisação de caminhoneiros entre maio e junho do ano passado só recentemente começaram a desaparecer da lista de justificativas para o fraco desempenho da economia no decorrer do último ano.
Enquanto isso, diante da escassez de notícias sobre a reforma da previdência por causa do recesso parlamentar, é prudente monitorar a repercussão negativa de uma série de disparates de autoria do presidente Jair Bolsonaro antes e durante uma entrevista para correspondentes estrangeiros no Brasil na última sexta-feira.
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