O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dados da balança comercial chinesa mostram queda menor que o esperado, mas dúvidas sobre tarifas persistem, enquanto entendimento do STF derruba condenação em segunda instância, abrindo caminho para Lula ser solto
Dados da balança comercial da China em outubro fecham a primeira semana de novembro e a resiliência nas exportações e importações do país, com quedas menores que o esperado, mostram porque Pequim exige o fim às tarifas adicionais já existentes para assinar um acordo de primeira fase com os Estados Unidos. Hoje, porém, relatos conflitantes sobre a retirada dessas taxas deixam os mercados no exterior sem direção.
Por aqui, os investidores avaliam a decisão da Suprema Corte, ontem à noite, de retomar o entendimento sobre a Constituição, de que um réu só pode cumprir pena depois de esgotados todos os recursos, derrubando a condenação em segunda instância. Com a decisão do STF, os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem pedir hoje a soltura imediata do petista.
A notícia deve redobrar a cautela no mercado doméstico, uma vez que Lula solto pode alimentar a polarização política no Brasil. Horas antes de o STF declarar inconstitucional a prisão após condenação em segunda instância, o ex-presidente afirmou que sairá da prisão “mais à esquerda” do que entrou e prometeu “um grande pronunciamento à nação”. A postura do petista deve mobilizar apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, elevando a tensão no país, em um momento de turbulência na América Latina.
Essa sensação tende a reduzir a exposição ao risco, mantendo o dólar pressionado. Aliás, ontem, a moeda norte-americana aproximou-se da faixa de R$ 4,10, após encerrar a semana passada abaixo de R$ 4,00, em meio à falta de apetite dos investidores estrangeiros por ativos brasileiros. A frustração com o megaleilão do pré-sal evidencia essa falta de interesse, já refletida na retirada recorde de capital externo da Bolsa brasileira.
O comportamento do dólar inibe as expectativas quanto ao ciclo de cortes na Selic, após a queda “já dada” de meio ponto em dezembro, reduzindo as chances de cortes residuais, de 0,25 ponto, no início de 2020, o que levaria a taxa a até 4%. Mas enquanto os negócios com câmbio e juros futuros passam por uma “remodelação”, o mesmo não se pode dizer sobre o Ibovespa, que vem pegando carona no rali em Wall Street e renovando recordes.
Nesta manhã, porém, os índices futuros das bolsas de Nova York oscilam na linha d’água, com um ligeiro viés negativo, com os investidores buscando clareza sobre as negociações comerciais sino-americanas, após relatos conflitantes sobre a reversão de tarifas. Enquanto a China afirma que houve um acordo mútuo para a retirada simultânea e proporcional das sobretaxas, o assunto enfrenta “feroz oposição” dentro da Casa Branca.
Leia Também
Essa incerteza pesou no pregão asiático, com Xangai (-0,5%) e Hong Kong (-0,7%) caindo, enquanto Tóquio teve leve alta (+0,3%). Os investidores também digerem os dados encorajadores da balança comercial chinesa, que mostram queda de apenas 0,9% nas exportações em outubro, menos que a previsão de -3,1%. As importações também caíram menos que o esperado, em -6,4%, ante estimativa de -8,6%.
Com isso, o saldo da balança comercial chinesa ficou positivo em US$ 42,81 bilhões no mês passado, acima do superávit de setembro (US$ 39,65 bilhões) e da expectativa, de +US$ 42,6 bilhões. Os números, porém, não têm forças para manter o apetite por risco nos mercados, que ainda aguardam uma confirmação, do lado americano, sobre a retirada de tarifas em fases para que um acordo comercial parcial seja alcançado ainda neste mês.
Nos demais mercados, o dólar mede forças em relação às moedas rivais, sendo que o yuan chinês está mais fraco, embora siga cotado abaixo da marca psicológica de 7 yuans por dólar. O rendimento (yield) dos títulos norte-americanos cai, após o rali visto ontem no mercado de bônus. Entre as commodities, o petróleo também recua, enquanto o ouro avança.
A agenda econômica doméstica perda força nesta sexta-feira e traz dados regionais da produção industrial em setembro (9h) e indicadores do emprego em outubro (8h). No exterior, saem a versão preliminar de novembro do índice de confiança do consumidor norte-americano e os estoques no atacado dos EUA em setembro, ambos às 12h.
Na safra de balanços, destaque para os números trimestrais da BRF, antes da abertura do pregão.
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar