O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Discurso de Trump sobre o Estado da União mantém risco de nova paralisação do governo, enquanto fracassa a primeira reunião do líder do PSL sobre a reforma da Previdência
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não declarou “emergência nacional” durante o discurso do Estado da União, mas manteve a ameaça de paralisar novamente o governo norte-americano (shutdown), caso não haja um acordo com os democratas sobre a verba para a construção de um muro na fronteira com o México. E esse risco refreia o ímpeto dos negócios no exterior nesta manhã.
Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram de lado, com um ligeiro viés positivo, diante da insistência de Trump, sem oferecer nada em troca, alegando que a rejeição ao muro é uma questão de “resistência”. Ele pediu união entre os dois principais partidos do país e também criticou as “ridículas investigações partidárias”, dizendo que elas podem “parar” a economia. Segundo o presidente, “os EUA nunca serão um país socialista”.
O discurso de Trump acontece em meio à situação política cada vez mais delicada do presidente. Além da queda de braço com os democratas sobre a questão mexicana, pesam contra o republicano a investigação sobre a interferência da Rússia durante a campanha presidencial e o impacto da guerra comercial nos negócios de parte do eleitorado dele. Com isso, a popularidade do presidente cai a cada dia, deixado Trump na berlinda.
Daí, então, a falta de vigor dos mercados internacionais nesta quarta-feira. As principais bolsas europeias também estão na linha d’água, após uma sessão novamente esvaziada na Ásia, em meio às comemorações do Ano Novo Lunar. Já o dólar e os bônus estão de lado. À noite, é a vez do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell discursar, durante um evento em Washington com professores, mas ele não deve falar de política monetária.
No Brasil, esse movimento no exterior pode ser potencializado, após fracassar a primeira reunião do líder do governo, Major Vitor Hugo, sobre a reforma da Previdência. No encontro, apareceram apenas as lideranças de partidos nanicos, que juntos somam apenas 45 deputados. Mas o que pegou mal foi a convocação feita pelo líder do governo, na qual ele dividia os líderes da Câmara entre “apoio consistente” e “apoio condicionado”.
A mensagem foi mal interpretada, com os parlamentares convocados criticando os termos, utilizados, geralmente, em levantamentos. Enquanto alguns avaliavam que não se enquadravam em nenhuma das opções, outros que se dizem favoráveis também se sentiram desconfortáveis com a classificação.
Leia Também
Deputados têm reclamado da falta de interlocução do governo para a aprovação da reforma e consideram irreal o prazo de votação até julho, defendido pela equipe econômica do governo Bolsonaro. Aliás, os investidores estão cada vez mais receosos de que o andamento da proposta no Legislativo não seja tão simples quanto se espera.
Aos poucos, cresce o entendimento de que o Executivo é responsável pelo conteúdo da reforma, mas cabe aos parlamentares o processo de discussão das medidas até a votação, nas duas Casas e em dois turnos. Assim, o mais importante não nem é a diluição do texto original, mas o tempo até a aprovação da matéria.
Afinal, é natural o processo de negociações e ajustes da proposta. O problema é que isso pode retardar a aprovação na Câmara, adiando o início da discussão no Senado. Segundo o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, em três meses as novas regras para a aposentadoria serão votadas pelos senadores.
O mercado financeiro brasileiro mantém elevada a expectativa em relação à reforma da Previdência e segue sensível ao noticiário sobre o tema. Ontem, bastaram declarações contundentes e um discurso afinado entre o ministro Paulo Guedes (Economia) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para os negócios locais se animarem na reta final do pregão.
Com isso, a Bolsa brasileira reduziu as perdas e defendeu a marca dos 98 mil pontos, conquistada na véspera, ao passo que o dólar encerrou na linha d’água, também seguindo abaixo da faixa de R$ 3,70. A expectativa dos investidores é de que as novas regras para a aposentadoria sejam aprovadas no Congresso até a virada deste semestre.
O sentimento no mercado em torno do assunto ainda é positivo. Enquanto a reforma da Previdência não entra na pauta de votação, o governo terá tempo para angariar o total de votos necessários para aprovar uma emenda à Constituição (PEC). Para tanto, são necessários 308 deputados a favor da medida e 49 senadores.
Entre os indicadores econômicos dos EUA, saem dados de produtividade e sobre o custo da mão de obra ao final do ano passado, às 11h30, juntamente com o resultado de novembro da balança comercial norte-americana. Também são esperados os estoques semanais de petróleo bruto e derivados no país, às 13h30.
No Brasil, a agenda econômica está novamente mais fraca. O destaque fica com o anúncio da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros. A expectativa é de que a Selic seja mantida no piso histórico de 6,50% pela sétima vez seguida.
A reunião deve marcar a despedida do presidente Ilan Goldfajn na presidência do Banco Central. Por isso, não se espera novidades no encontro do Copom que termina hoje. O foco se desloca, agora, para o novo comandante, o ex-diretor da tesouraria do Santander Roberto Campos Neto.
O BC anuncia a decisão sobre a Selic após o fechamento do pregão local, por volta das 18h. Antes, às 12h30, saem os dados de janeiro sobre a entrada e saída de dólares do país, que podem lançar luz sobre o apetite do investidor estrangeiro pelos ativos brasileiros no primeiro mês deste ano.
O BTG Pactual realizou apenas uma troca na sua carteira de ações para o mês de fevereiro. O banco retirou a Vale (VALE3), que deu lugar para Axia Energia (AXIA6). Além disso, os analistas também aumentaram sua posição em Caixa Seguridade (CXSE3), de 5% para 10%, e reduziram em B3 (B3SA3), de 10% para 5%. A carteira tem como objetivo […]
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice