🔴 CONHEÇA A TESE QUE PODE MULTIPLICAR O INVESTIMENTO POR 42X EM 12 MESES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

A Bula do Mercado

Mercado se protege na véspera do carnaval

Investidor retoma postura defensiva e busca proteção em ativos mais seguros, antes da pausa prolongada do carnaval

Declarações do presidente Bolsonaro, indicando possível enxugamento da reforma da Previdência, eleva cautela nos negócios

O novo mês começa com os investidores retomando a postura defensiva e buscando proteção em ativos mais seguros, antes da pausa prolongada do carnaval, até o início da tarde da próxima quarta-feira. Afinal, ninguém vai querer passar os dias de folia aqui no Brasil exposto ao risco, enquanto mundo continuará funcionando a pleno vapor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aliás, a ausência de notícias relevantes, principalmente em relação ao andamento da reforma da Previdência no Congresso, já havia reduzido o ritmo dos negócios locais nos últimos dias, com os investidores elevando a cautela. Hoje, o mercado deve retomar esse movimento lateral, ainda mais após as declarações do presidente Jair Bolsonaro.

Ontem, ele afirmou que está disposto a negociar alguns pontos da proposta do governo de novas regras para aposentadoria. Entre eles, a redução da idade mínima para as mulheres se aposentarem, de 62 anos para 60 anos. Bolsonaro também falou em flexibilizar a concessão do benefício a idosos em situação de carência (BCP) e na pensão por morte.

O problema é que apenas essa sinalização já pegou mal no mercado. Ao antecipar tais mudanças, o presidente comete um erro de estratégia, minando os esforços da equipe econômica de preservar a “essência” da proposta. Bolsonaro não deveria, de antemão, indicar um “enxugamento” que deve ocorrer durante as negociações com o Congresso.

E não foi só no mercado ficou que as declarações do presidente geraram polêmica. A afirmação de Bolsonaro dividiu opiniões entre os líderes partidários da Câmara. Parte deles considera positiva a manifestação, por facilitar a tramitação da proposta, enquanto outra parte vê a admissão como negativa. A proposta começa a tramitar após o carnaval.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

China embala exterior

Uma vez que o noticiário recente não ajuda a sustentar o otimismo no mercado doméstico, os investidores não devem se empolgar muito com o sinal positivo vindo do negócios no exterior e passar os dias de folia “descoberto”. Lá fora, os mercados internacionais se animaram com as notícias sobre a China.

Leia Também

BOLSA SOB PRESSÃO

Depois de tombo de 10%, XP fica mais cautelosa com a bolsa brasileira, mas aponta 10 ações para investir

SD ENTREVISTA

Dólar dispara, bolsa cai e Itaú muda a estratégia: chefe de recomendações do banco diz onde investir após as eleições

O índice dos gerentes de compras (PMI) calculado pelo Caixin recuperou-se e subiu ao maior nível em três meses em fevereiro, a 49,9, de 48,3 em janeiro, aproximando-se da linha divisória de 50, que separa contração e expansão da atividade. O dado se contrasta com a leitura do PIM oficial, na véspera, que caiu ao menor nível em três anos.

Em reação, as bolsas de Xangai e de Hong Kong tiveram altas firmes, de +1,8% e +0,7%, embaladas também pela decisão do MSCI, um fornecedor líder de índices acionários referenciais (benchmark), de quadruplicar o peso das ações chinesas no índice global, até novembro, e de incluir mais ações chinesas no índice de mercados emergentes.

A decisão tende a impulsionar o fluxo de recursos estrangeiros ao mercado acionário chinês, elevando a confiança dos investidores de que Pequim irá prover estímulos monetários e fiscal país. Já no Ocidente, os índices futuros das bolsas de Nova York e as principais bolsas europeias pegam carona nos ganhos vindo da Ásia, confiantes também em um acordo comercial sino-americano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, devem assinar, em semanas, um acordo comercial, dando fim à guerra tarifária entre os dois países. O texto ainda estaria sendo preparando, com Washington avaliando se deve (ou não) fazer concessões a Pequim.

Nos demais mercados, o dólar tenta ganhar terreno em relação às moedas rivais, em meio ao avanço no rendimento (yield) dos bônus norte-americanos (Treasuries). O papel de 10 anos (T-note) volta a ter taxa acima de 2,70%. Nas commodities, o petróleo avança, em meio aos cortes na produção pelos países da Opep e à tração da economia dos EUA.

Mais dados de atividade

A semana chega ao fim com novos indicadores sobre a atividade, que devem confirmar a desaceleração da economia global. Logo cedo, a zona do euro anuncia a leitura final de fevereiro do índice dos gerentes de compras (PMI) no setor industrial. Também saem dados sobre o desemprego e a inflação ao consumidor (CPI) na região da moeda única.

Nos EUA, destaque para os dados sobre a renda pessoal e os gastos com consumo em dezembro, além do índice de preços ao consumidor PCE. Também serão conhecidos indicadores do setor imobiliário e sobre a atividade na indústria do país, além da versão revisão da confiança do consumidor norte-americano - todos às 12h.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao longo do dia, as fabricantes de automóveis divulgam as vendas de veículos em fevereiro. Já no Brasil, o calendário econômico e de balanços trimestrais está esvaziado, sem destaques.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Luiz Inácio Lula Da Silva vota no segundo turno da eleição 2026, em São Bernardo do Campo 2 de novembro de 2026 - 13:05
mulheres-B3-bolsa-de-valores-mercado 31 de outubro de 2026 - 18:07
Raios e nuvens escuras de uma tempestade emolduram o logo do Banco do Brasil (BBAS3) 31 de outubro de 2026 - 13:15
Touro da B3 triste 31 de outubro de 2026 - 9:15
Imagem traz a palavra Ibovespa em dourado, com tinta vermelha escorrendo pelas letras. Ao fundo, um gráfico em vermelho e azul 30 de outubro de 2026 - 18:23
coca-cola 30 de outubro de 2026 - 11:52
Montagem com Baianinho, mascote da Casas Bahia (BHIA3) 30 de outubro de 2026 - 10:19
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 27 de outubro de 2026 - 16:08
Bolsa não para de cair 26 de outubro de 2026 - 18:15
Ibovespa, bolsa, dólar 26 de outubro de 2026 - 12:29
Touro da B3 triste 26 de outubro de 2026 - 12:10
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar