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Plano aprovado pelo Conselho de Administração do banco prevê adquirir até 15 milhões de ações, sendo até 7,5 milhões de ordinárias e até 7,5 milhões de preferenciais.
Seguindo a onda do Itaú Unibanco, o Bradesco também decidiu "investir nele mesmo" ao anunciar a renovação de seu programa de recompra de ações. O movimento visa a permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social.
De acordo com um comunicado divulgado pelo banco via Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o plano aprovado pelo Conselho de Administração nesta terça-feira (25) prevê adquirir até 15.000.000 ações, sendo até 7.500.000 ordinárias e até 7.500.000 preferenciais. O período de vigência do programa será de 27 de junho a 27 de dezembro de 2020.
Vale notar que o número de ações anunciado representa uma parcela muito pequena do tamanho do Bradesco na bolsa. O banco tem em circulação atualmente 1.139.475.741 ações ordinárias e 3.873.796.286 PNs. Em tesouraria possui 6.642.963 ONs e 24.889.584 preferenciais.
Assim como fez o Itaú, ao anunciar a renovação de recompra de ações o Bradesco sinaliza para os investidores que o melhor investimento a ser feito no momento é adquirir suas próprias ações. Trocando palavras, o banco tenta mostrar que seus papéis na bolsa estão baratos e que o momento é bom para compra.
Nesta quinta-feira, as ações ordinárias do Bradesco fecharam em queda de 2,01%, negociadas a R$ 33,17. Já os papéis preferenciais (que estão fora do Ibovespa), fecharam em queda de 1,40%, cotados a R$ 37,40.
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