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Um certo frenesi sempre tomou conta das redações do país no dia de divulgação do índice de preços. A inflação brasileira é um número a acompanhar com lupa no noticiário econômico. Em um passado não tão distante, todo o mês os economistas apontavam o vilão dos custos do consumidor. O tomate virou uma espécie de Coringa nas reportagens na feira, no duplo sentido.
Era comum há alguns anos fazer contas para ver se o Banco Central iria conseguir bater a meta de inflação. Muitas vezes foi apertado. Em outras, impossível.
Hoje ninguém mais pega a calculadora para checar se a inflação vai ficar dentro da meta do BC quando sai o índice. Os preços estão sob controle e o BC nunca teve tanta folga para cortar os juros. A inflação saiu de moda?
Não, meu caro. Inflação é como um terno preto no guarda-roupa: está sempre na moda. Mesmo quando tudo parece sob controle, você precisa ficar de olho nela. Qualquer distração pode fazer você perder dinheiro sem perceber.
Quem nunca se iludiu com seus rendimentos de dois dígitos na renda fixa no passado? No fim de 2015, a Selic estava em 14,25% ao ano e seu dinheiro multiplicava no fundo DI. Mas, com a inflação em 10,25% naquele período, boa parte do seu rendimento era pura ilusão matemática.
Ah, mas isso é passado… De fato. Hoje a inflação parece um dragão domado. Mas não se engane: ainda assim ela pode te fazer perder dinheiro.
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O feriadão de sexta-feira é só por aqui. A bolsa brasileira está fechada, mas lá fora os pregões seguem em ritmo normal.
Por enquanto, o clima é positivo. O diretor do Conselho Econômico dos Estados Unidos, Larry Kudlow, sinalizou uma maior aproximação entre EUA e China e crescem as esperanças de que um acordo colocará fim na guerra comercial.
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