Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

A bula do mercado

Trégua na guerra comercial traz alívio aos mercados

EUA adiam imposição de sobretaxa e negociações com a China devem ser retomadas em breve

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
1 de julho de 2019
6:45 - atualizado às 11:02
Imagem: Seu Dinheiro

Uma bem-vinda trégua na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China traz alívio aos mercados financeiros internacionais neste início de julho. No sábado, os presidentes Donald Trump e Xi Jinping reuniram-se amistosamente às margens da reunião de cúpula do G-20 em Osaka.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como resultado, o governo norte-americano anunciou o adiamento da imposição de uma tarifa de 25% sobre US$ 300 bilhões em produtos chineses que ainda não estão sobretaxados. Washington também autorizou a venda de componentes à gigante tecnológica chinesa Huawei.

As sobretaxas já em vigor, no entanto, seguem no lugar. Mesmo assim, a trégua entre Washington e Pequim alimenta agora a expectativa de que as negociações comerciais entre as duas maiores potências da atualidade sejam retomadas em breve e um acordo seja buscado.

O otimismo refletiu-se nos mercados de ações asiáticos. Com exceção da Bolsa de Valores de Seul, que fechou em queda de 0,04%, os principais índices acionários da região subiram. A Bolsa de Tóquio fechou em alta de 2,1%, enquanto Xangai avançou 2,2%. E enquanto na Europa os índices de ações abriram em alta, puxados pelo setor de tecnologia, os índices futuros de Nova York sinalizam que a semana - a ser abreviada pelo Dia da Independência dos Estados Unidos, em 4 de julho - começará no azul.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda que o fato de não ter havido uma escalada na guerra comercial traga alívio aos investidores, o comportamento muitas vezes errático de Trump na condução das disputas contra a China é motivo de sobra para que os investidores não percam de vista a cautela à espera de avanços palpáveis.

Leia Também

Afinal, os Estados Unidos terão eleições presidenciais em 2020, a campanha se avizinha e o endurecimento do discurso contra a China é considerado um bom catalisador de votos para Trump.

Além disso, os sinais de desaceleração da economia global não param de pipocar. Desta vez, o chamado “tankan”, sondagem realizada pelo Banco Central do Japão, registrou o segundo trimestre consecutivo da queda na confiança entre os executivos das grandes indústrias do país. Na China, o índice dos gerentes de compra do setor manufatureiro encerrou junho estável, mas ainda em território contracionista.

Previdência entra em fase decisiva

O alívio vindo de fora permite aos investidores do mercado financeiro local concentrar o foco no andamento da reforma da previdência. A segunda-feira deve ser de atenção ao noticiário, uma vez que a leitura do parecer sobre as novas regras para aposentadoria é esperada para amanhã na comissão especial da Câmara dos Deputados. Caso a leitura do parecer ocorra conforme o previsto, a votação deve ocorrer no dia seguinte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O avanço da reforma ainda depende de um consenso entre deputados e governadores em relação à inclusão de servidores públicos estaduais e municipais no projeto de lei da reforma. O prazo para um acordo é a terça-feira, o que não deve prejudicar eventuais ajustes no parecer a ser lido pelo relator.

Os esforços parlamentares pela aprovação da reforma da previdência levam em consideração o recesso no Congresso Nacional. Tanto o governo quanto os deputados favoráveis à reforma acreditam na possibilidade de o texto, depois de passar pela comissão especial, possa ser aprovado em dois turnos no plenário da Câmara até 18 de julho.

Se a reforma da previdência passar antes do recesso, será um ponto de partida para o avanço de outros projetos considerados importantes, como a reforma tributária, bem como para a retomada do ciclo de cortes de juros pelo Banco Central.

Entre os atores dos mercados financeiros, a expectativa é de que os atos realizados ontem em mais de 80 cidades brasileiras sirva para “estimular” um acordo político em favor da reforma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar do calendário apertado, o otimismo prevalece. O índice Ibovespa registrou leve alta de 0,24% na sexta-feira, com os investidores praticamente ignorando o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul depois de duas décadas de negociações.

Hoje, o Ibovespa tende a abrir em alta, acompanhando o avanço dos índices de ações estrangeiros com o alívio na guerra comercial, sem nada que indique uma iminente perda do nível de 100 mil pontos. Para o dólar, em contrapartida, o apetite por risco tende a fomentar a valorização do real. Enquanto isso, as taxas dos contratos futuros de juros seguem cortando gordura em meio à percepção de que um corte na taxa Selic pelo Banco Central é apenas uma questão de tempo.

Hoje, antes da abertura do mercado financeiro brasileiro, o Banco Central divulgará a pesquisa Focus em meio à expectativa de novas revisões nas estimativas do mercado, especialmente em relação às projeções referentes ao PIB, à inflação e aos juros diante da persistente ausência de sinais de recuperação da economia do País.

Em Viena, a reunião da Opep tem início em meio a sinais de que o cartel de produtores de petróleo e a Rússia estenderão por mais nove meses o acordo para limitar a produção da commodity.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CÂMBIO

Dólar: apesar a forte alta na sexta (20), moeda encerra a semana em queda, a R$ 5,3092; veja o que mexeu com o câmbio

21 de março de 2026 - 14:30

Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

SLC Agrícola (SLCE3) já deu o que tinha que dar? Bank of America eleva preço-alvo após rali em 2026; veja se vale a pena comprar

21 de março de 2026 - 12:00

Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA

JCP

Proventos na veia: Totvs (TOTS3) pagará R$ 104,2 milhões em juros sobre capital próprio; veja detalhes

21 de março de 2026 - 9:30

Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril

NO TOPO DO MUNDO

Ibovespa dispara e tem melhor desempenho do mundo em dólar — enquanto Merval, da Argentina, fica na lanterna global

19 de março de 2026 - 19:40

Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda

REAÇÃO AO BALANÇO

Grupo Mateus (GMAT3) desaba na bolsa: o que explica a queda de quase 17% em um dia e como ficam os papéis agora?

19 de março de 2026 - 18:01

O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional

HORA DE INVESTIR?

Lojas Renner (LREN3) pode subir até 50%: mesmo com ‘críticas’ dos investidores, XP cita 4 motivos para a varejista ser a favorita do setor

19 de março de 2026 - 14:31

XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo

OS PROBLEMAS DE SEMPRE

Hapvida (HAPV3) tem trimestre ainda pior do que a tragédia do 3T25, e futuro CEO reconhece frustração — mas traça plano para virar o jogo

19 de março de 2026 - 12:40

Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital

ALÉM DO SOL E DO VENTO

Oportunidade atômica: expansão da energia nuclear no mundo abre janela para o investidor brasileiro — e BTG diz por onde você pode começar

18 de março de 2026 - 18:15

Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento

COMMODITIES EM ALTA

Petróleo no topo: o ETF que já sobe quase 15% no ano e deixa o Ibovespa para trás

18 de março de 2026 - 14:29

Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período

TOUROS E URSOS #263

O ‘rali mais odiado’ e a escassez de ações: o que esperar do Ibovespa em meio à guerra e às eleições no segundo semestre

18 de março de 2026 - 13:48

Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã

AS PREFERIDAS

Com mudanças do governo no MCMV, essas duas construtoras devem se destacar, segundo BBI

18 de março de 2026 - 11:15

Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental

HORA DE ENCHER O CARRINHO

Queda dos papéis do Nubank (ROXO34) é música para os ouvidos do Itaú BBA: por que o banco recomenda investir nas ações do roxinho?

17 de março de 2026 - 19:51

Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda

HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar