O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Motivo não tem a ver com uma busca por igualdade de gênero; varejista asiática faz parte da Fast Retailing, que tem valor de mercado de US$ 57,7 bilhões
O bilionário asiático Tadashi Yanai, CEO da Uniqlo, disse que prefere ser sucedido por uma mulher, informou a Bloomberg.
Presente em 21 países, a Uniqlo é uma multinacional japonesa de confecção de roupas casuais - a empresa faz parte da gigante varejista Fast Retailing, que tem valor de mercado de US$ 57,7 bilhões, segundo a Forbes.
Mas o motivo pelo qual o bilionário prefere uma mulher no comando da companhia não é a busca por igualdade de gênero. São características que, a seu ver, as mulheres têm mais forte e são positivas para o negócios: "Elas são perseverantes, detalhistas e têm senso estético", disse Yanai.
O Japão tem baixa diversidade de gênero em cargos de alta gerência. Segundo a publicação, apenas 4,1% dos cargos executivos de companhias de capital aberto no país são ocupados por mulheres.
Nos Estados Unidos, por exemplo, a proporção, apesar de baixa, é um pouco maior que no país oriental: 25%, diz a publicação.
O bilionário é constantemente questionado sobre a sucessão na empresa. Segundo a Bloomberg, uma possível sucessora seria Maki Akaida.
Leia Também
A executiva foi indicada este ano para comandar as operações da Uniqlo no Japão - a unidade mais rentável da companhia.
Akaida, que entrou na Uniqlo em 2001, disse que pretende aumentar a proporção de mulheres executivas para mais da metade do total na empresa.
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio