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Quando você esbarrar em uma "oportunidade" com retorno robusto garantido, faça meia volta. Cilada, Bino! Tudo que rende muito envolve risco e, portanto, ninguém garante que vai dar certo.
Agora você deve estar se perguntando: “Mas então por que você escreveu logo acima sobre lucro bilionário garantido?”. Não estou falando de nenhuma aplicação financeira. É um "spoiler" da temporada de balanços trimestrais dos bancos, que começa com os resultados do Santander na próxima terça-feira.
A média das projeções dos analistas compiladas pela Bloomberg aponta para um lucro combinado de R$ 20,9 bilhões de Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil no segundo trimestre. Se confirmado, será um crescimento de 17,6% contra o mesmo período do ano passado e um resultado que deve manter o retorno dos bancos acima de 20%, algo como três vezes o CDI. Nada mal, não?

Apesar da boa perspectiva de resultados, a conjuntura não é mais tão favorável como antigamente para esse negócio: os juros estão baixos, as fintechs fazem pressão e a economia brasileira caminha em ritmo lento. Mas será que tem tempo ruim para os bancos ou eles sempre garantem seus bilhões?
O Vinícius Pinheiro faz uma análise do cenário para os bancos brasileiros e suas ações. Acho importante você ler, especialmente se tiver interesse em virar sócio dos banqueiros na bolsa e pegar uma fatia desses lucros bilionários.
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Em meio a crescentes sinais de que o Federal Reserve começará uma rodada de afrouxamento monetário, os ativos financeiros globais se preparam para terminar a semana no azul. No Brasil, é possível que os contratos de câmbio e de juros passem por ajuste no início da sessão de hoje depois de forte queda nesta quinta-feira.
Ontem, declarações do presidente do Fed regional de Nova York, John Williams, foram interpretadas como prenúncio de uma ação agressiva da autoridade monetária sobre os juros. O que pôs abaixo os yields dos Treasuries e afetou por tabela ativos como o dólar e os contratos de DI.
Até o Ibovespa embarcou e acentuou a alta na reta final. O principal índice da bolsa subiu 0,83% e fechou aos 104.716 pontos. O dólar encerrou em baixa de 0,84%, a R$ 3,7290 — o menor patamar para a moeda americana desde 19 de fevereiro. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Conhecido como Nubank alemão, o N26 está mais próximo de pegar o seu passaporte rumo ao Brasil. A fintech recebeu um aporte que deve ser usado para crescer além da Europa e Estados Unidos - país onde ela começou a operar neste mês. Foram mais de US$ 170 milhões na última rodada de investimentos, o que aumentou seu valor de mercado para US$ 3,5 bilhões. O N26 agora é uma das startups mais valiosas da Europa. Saiba mais.

Depois de ver suas entregas despencarem nos três primeiros meses do ano, a Boeing divulgou que fará uma provisão para o segundo trimestre de US$ 4,9 bilhões - o que implicará numa redução de US$ 5,6 bilhões na receita e nos lucros, antes dos impostos. É mais uma consequência da crise que a empresa vive desde que dois aviões 737 Max caíram. O modelo é sua principal aposta para a próxima década.
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse ontem que o modelo de capitalização da Eletrobras será apresentado até o início de agosto. A proposta, que ainda deve passar pelo Congresso Nacional, faz parte da agenda pós-reforma da Previdência. Saiba mais.
A intenção do governo de liberar o saque do FGTS é uma boa notícia para quem quer ver a cor do dinheiro e para o setor do varejo , de olho no aquecimento do consumo com a injeção de R$ 42 bilhões na economia. Mas a indústria da construção e a Caixa demonstraram incômodo com a medida. As construtoras temem uma escassez de recursos para financiar a compra de imóveis, uma das principais destinações do fundo. Já a Caixa terá de ser virar para atender milhões de brasileiros nas agências. Segundo o Estadão de hoje, foi o desconforto de ambos que levou o Planalto a desistir de anunciar a medida ontem.
Um grande abraço e ótima sexta-feira!
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