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Lucro líquido atribuído aos acionistas controladores atingiu R$ 568 milhões, recuo de 98,1% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado
A Oi, em recuperação judicial, fechou o primeiro trimestre de 2019 com um lucro líquido consolidado de R$ 766 milhões no primeiro trimestre de 2019, conforme seu balanço. O resultado representa uma queda de 97,5% na comparação com o mesmo período de 2018, quando a companhia teve um lucro de R$ 30,526 bilhões impulsionado pelo enxugamento da dívida dentro do plano de recuperação judicial aprovado pelos credores.
O lucro líquido atribuído aos acionistas controladores atingiu R$ 568 milhões, recuo de 98,1% na comparação entre os mesmos trimestres.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de rotina foi de R$ 1,251 bilhão, baixa de 20,4%. A margem Ebitda de rotina caiu 3,4 pontos porcentuais, para 24,4%. A receita líquida totalizou R$ 5,130 bilhões, retração de 9,5%.
Essa não é a primeira crise da varejista do setor de casa e decoração, que já enfrentou pedido de falência, recuperação extrajudicial, renegociações de dívidas e diversas brigas entre os sócios.
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