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Saiba o que esperar dos principais números de cada companhia e esteja preparado para qualquer surpresa do mercado
Passou tão rápido que nem deu para sentir saudades! Pouco mais de quinze dias depois do último balanço anual de 2018, o mercado volta seus olhos para a temporada de resultados do primeiro trimestre de 2019.
São vários os balanços que os investidores aguardam com ansiedade, mas para os próximos dias você deve ficar atento em oito deles. Cielo e Via Varejo abrem a semana, com os balanços saindo na terça-feira, 23. Na quarta-feira, 24, é a vez da Weg publicar seus números. Bradesco, Fleury e Localiza apresenta resultados na quinta-feira, 25, e Lojas Renner e Hypera na sexta-feira, 26.

Mas o que você deve esperar de cada uma dessas empresas? Eu preparei um compilado do que os analistas de mercado estão projetando para os principais indicadores empresariais. A ideia é sempre te ajudar a entender um pouco mais sobre a situação de cada companhia - e se preparar para o caso do balanço revelar alguma surpresa.
Hoje quero falar para você especificamente de três empresas: o bancão Bradesco, a gigante do varejo Lojas Renner e a companhia de meios de pagamento Cielo.
O Bradesco inaugura mais uma série de lucros bilionários que, trimestre após trimestre, são anunciados pelos grandes bancos.
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O segundo maior banco privado do Brasil vem no embalo de um lucro líquido de R$ 21,6 bilhões em 2018 (uma alta invejável de 13,4%) e entrou em 2019 com a promessa de aumentar sua concessão de crédito em até 13%. Essa, inclusive, é a primeira métrica que você deve ficar de olho quando o balanço for divulgado.
Falando um pouco mais de negócios, o Bradesco também vê um bom momento para a sua conta digital Next, que recentemente atingiu a marca de 500 mil clientes.
Para você ter uma ideia, no fim de novembro do ano passado, o número de contas abertas pelo Next era de 5 mil por dia, sendo 218 mil novos clientes apenas no quarto trimestre do ano passado. A expectativa do Bradesco é de atingir a marca de 1,5 milhão de correntistas no fim deste ano via Next.
Em termos de lucro líquido, os analistas de mercado consultados pela Bloomberg projetam que o banco deva fechar o trimestre em R$ 6,129 bilhões. Se confirmado, o resultado deve representar uma alta de quase 40% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o banco fechou março de 2018 com lucro de R$ 4,467 bilhões.
Outro ponto que também vai merecer a sua atenção será o retorno sobre patrimônio líquido do Bradesco, também chamado de rentabilidade. Para o nosso especialista em bancos, Vinícius Pinheiro, esse é um dos parâmetros que mais interessa ao acionista de qualquer banco, já que reflete diretamente em como a instituição está empregando o capital que vem dos mercados.
Uma informação interessante é que, recentemente, o Bradesco perdeu a segunda posição entre os bancos mais rentáveis do país para o Santander, ficando atrás do banco espanhol e do Itaú Unibanco em 2018. Vale a pena ficar de olho se o Bradesco conseguirá retomar tal posto. Os analistas de mercado, por exemplo, projetam uma rentabilidade de 20,77% no 1º trimestre, ante 17,7% no mesmo período do ano passado.

Outro destaque desta semana será o balanço da Lojas Renner. A empresa, que está sob nova direção desde a semana passada, já consolidou sua posição de "queridinha do varejo na bolsa" entre os principais gestores e analistas.
E não seria para menos. Nos últimos 13 anos, os papéis da varejista acumulam uma impressionante valorização de 4.377%, contra apenas 277% do Ibovespa no mesmo período, de acordo com a Economática.
Mas para que as ações continuem nesse pique, também é preciso continuar mostrando força nos negócios e nos números. No primeiro caso, a empresa já começou o ano informando que abriria três lojas na Argentina no segundo semestre.
Quanto ao segundo parâmetro, se depender das projeções dos analistas, o que não vão faltar para os acionistas são motivos para comemorar. Depois de um lucro líquido de R$ 1,02 bilhão em 2018, o pessoal do mercado espera um lucro líquido de R$ 146 milhões no 1º trimestre, além de uma receita líquida de R$ 1,872 bilhão e uma geração de caixa via Ebitda de R$ 284 milhões. Todos esses números refletem uma alta na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

Depois de nadar de braçadas e praticamente sozinha no mercado de meios de pagamento por um bom tempo, a Cielo tem vivido momentos desafiadores nos últimos tempos e essa condição tem tudo para impactar o balanço do 1º trimestre.
A situação é complicada: com o histórico IPO da concorrente Stone nos Estados Unidos, lá no começo de 2018, a Cielo viu o mercado de maquininhas rachar e perdeu, ao longo do ano passado, quase 60% do seu valor de mercado.
A empresa controlada pelo Banco do Brasil e pelo Bradesco ensaiava uma recuperação neste ano - inclusive as ações da empresa foram um dos grandes destaques do Ibovespa em janeiro. O impulso dos negócios veio sobretudo após a posse de Paulo Caffarelli na presidência. Com foco nos microempreendedores e pequenos comerciantes, o executivo sustenta um projeto de fazer com que a Cielo volte a ter lucro na casa dos R$ 4 bilhões.
Mas a meta pode ficar mais complicada, ainda mais depois da notícia que saiu na quinta-feira passada de que a concorrente Rede, do Itaú Unibanco, zerou as taxas aos lojistas que anteciparem os recebíveis das vendas realizadas nas compras com cartão de crédito.
Em meio ao bombardeio de concorrentes, vale a pena ficar de olho no desempenho da Cielo neste começo de ano. Os analistas de mercado esperam um lucro líquido de R$ 932 milhões, número que representaria uma alta de 58% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Em termos de receita, a expectativa é de uma soma de R$ 2,79 bilhões (praticamente estável na comparação anual).

Via Varejo, Weg, Localiza, Fleury e Hypera também vão divulgar seus números na quinta-feira. Preparei para você um tabela com as principais projeções de mercado.

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