O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dados disponibilizados pela B3, que mostram saída de R$ 19 bilhões até 15 de agosto, não contabilizam valores movimentados em ofertas de ações
Passei boa parte da manhã discutindo com um grupo de conhecidos do mercado sobre o saldo negativo do gringo de R$ 19 bilhões na bolsa de valores no acumulado do ano até o dia 15 de agosto. As dúvidas eram se esse número considerava ou não a participação do estrangeiro nas ofertas de ações (IPOs e Follow Ons) e se o volume era relevante levando em consideração o estoque de posição.
A primeira pergunta foi respondida com a ajuda de um relatório da Planner Corretora, que afirma que participação em ofertas não é considerada no saldo, “distorcendo a interpretação sobre a movimentação estrangeira na bolsa brasileira”.
Para ajudar com a segunda pergunta, apelei para o gestor da Paineiras Investimentos, David Cohen, que tinha apresentado em janeiro um interessante levantamento sobre o tema.
O intertítulo acima batiza o relatório da Planner. Segundo a corretora, quando somamos o fluxo estrangeiro nas operações da B3 com as operações de mercado primário (IPO e Follow on), enxergamos por outro ângulo.
Ao invés de terem retirado R$ 19 bilhões da bolsa, entraram com R$ 4,4 bilhões. Assim, diz a Planner, os recursos podem estar saindo por uma porta (mercado secundário) e entrando por outra (mercado primário).
“Esta percepção pode explicar o fato de a B3 seguir valorizada mesmo com as notícias recorrentes de saída forte de fluxo estrangeiro”, diz a corretora.
Leia Também

Ainda de acordo com a Planner, pela tabela, observa-se que 44% do total investido nas ofertas públicas foram de Investidores estrangeiros, representando cerca de R$ 23 bilhões. “Este número deveria ser somado ao fluxo que é disponibilizado pela B3, onde só contabiliza o mercado secundário. O que acaba não capturando o total de investimento estrangeiro no país.”
Só em 2019 foram dois IPOs (Centauro e Neoenergia), mais 17 follow on, totalizando 19 operações, contra apenas cinco no ano passado (3 IPOs e 2 follow on).
Para a Planner, a melhor maneira de visualizar o fluxo seria de uma forma global, com toda a movimentação:

“Com isso concluímos que o investidor estrangeiro segue presente no mercado brasileiro, participando ativamente das ofertas primárias.”
David Cohen, da Paineiras, também ressalta que temos de colocar as ofertas públicas na conta para ter uma avaliação melhor sobre o comportamento do estrangeiro. Com relação ao estoque, ele enviou dados atualizados (veremos belos gráficos abaixo), mostrando que o estoque de posição do estrangeiro está na casa dos R$ 1,3 trilhão (julho 19). Então, os R$ 19 bilhões representam de 1,46% do estoque.

Segundo Cohen, a análise de fluxos é sempre ambígua. Para toda compra temos uma venda e a questão é encontrar quem é o agente ativo, quem está tomando o mercado para cima ou batendo para baixo. "Parece que nos últimos dias o estrangeiro está mais ativo na venda que os locais na compra", explica.
Outra forma de olhar a questão, segundo o gestor, é que pela primeira vez estamos em um quadro de juro baixo e vemos uma migração em massa dos investidores locais da renda fixa para a bolsa. "Se todos os locais compram, quem vende? Só pode ser o estrangeiro", avalia.
Considerando a variação por valuation, (que considera a valorização ou desvalorização de ações, mais o fluxo e futuros) temos que de dezembro a julho, o valuation saiu de R$ 150 bilhões para R$ 350 bilhões. Agora esse ganho por variação de posição caiu para a casa dos R$ 300 bilhões. A carteira do gringo “andou”, mesmo com a venda a mercado, pois a bolsa subiu mais e teve a compra via ofertas.

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”