O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para o CEO da companhia, entre as razões citadas para a redução nas perspectivas da empresa estão o acirramento das tensões comerciais, o temor de uma desaceleração no cenário macroeconômico global e as incertezas políticas
Os papéis da FedEx (FDX), empresa de entregas, amanheceram a quarta-feira (18) ainda "digerindo" o corte de projeções de lucro para o próximo ano. Em comunicado feito ontem (17) ao mercado, a companhia revisou as perspectivas da empresa.
A FedEx agora espera que a receita fique em US$ 17,05 bilhões, ante os US$ 17,06 bilhões esperados pelos analistas ouvidos pelo site Business Insider. Já no quesito lucro ajustado, a companhia acredita que o indicador deve cair para US$ 3,05, sendo que os analistas esperavam um lucro por ação de US$ 3,15.
Outro ponto é que o guidance do lucro por ação deste ano deve ficar entre US$ 11 e US$ 13. O problema é que os especialistas ouvidos pelo site estavam um pouco mais otimistas e esperavam que o valor ficasse em US$ 14,73.
E logicamente, a notícia não soou nada bem para os ouvidos dos investidores. Se ontem os papéis da companhia terminaram o pregão com queda de 11%, hoje (18) as ações acentuaram as perdas. Por volta das 14h23 desta quarta-feira (18), os papéis da FedEx apresentavam contração de 13,62%, cotados em US$ 149,69.
Entre os motivos citados para a redução estão o acirramento das tensões comerciais, o temor de uma desaceleração no cenário macroeconômico global e as incertezas políticas, segundo o CEO, Frederick Smith.
Outra razão citada pela companhia foi a questão da Amazon. No documento, a companhia destacou que teve uma "grande perda de um grande consumidor". A razão é porque antes a Amazon utilizava os serviços da FedEx para as entregas on-line.
Leia Também
Mas, nos últimos anos, a gigante do setor de logística virou um grande competidor da FedEx. Tudo começou quando a Amazon investiu cada vez mais em criar a sua própria rede de distribuição.
Em agosto deste ano, por exemplo, a FedEx disse que iria parar de fazer as entregas por terra da Amazon. O motivo? Segundo a companhia, apenas 1,3% da receita da FedEx em 2018 tinha vindo da gigante da logística.
Diante das revisões, alguns dos principais bancos do mundo reagiram aos números apresentados pela empresa. Segundo informações da Reuters, o JP Morgan foi o mais agressivo.
O banco reduziu o preço-alvo das ações da FedEx em US$ 22. Entre os motivos para tamanho corte está o fato de que o crescimento do negócio Express da FedEx, - sua maior unidade -, está sendo bastante impactada com atrasos na integração com a TNT Express, uma empresa holandesa de entregas adquirida em 2016.
O Credit Suisse, por sua vez, seguiu o exemplo do JP Morgan e também cortou o preço-alvo dos papéis. Os analistas do banco passaram o preço-alvo das ações de US$ 175 para US$ 168 dólares.
Na visão dos especialistas da instituição financeira, porém, os números quase não embutem riscos, já que há um potencial de aceleração no crescimento dos lucros no ano fiscal de 2021.
Mas as tensões comerciais entre Estados Unidos e China devem atrasar os planos de recuperação, pelo menos no curto prazo.
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras