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Estadão Conteúdo

Sem parada em Curitiba?

AliExpress quer entrega em um mês no Brasil

Empresa disse que o Premium terá uma “solução inovadora” de desembaraço junto á alfândega e parceiros locais nas entregas terrestres

Estadão Conteúdo
17 de maio de 2019
9:24 - atualizado às 11:13
AliExpress
AliExpress - Imagem: Shutterstock

O AliExpress, site de comércio eletrônico chinês pertencente ao grupo Alibaba, anunciou ontem uma nova modalidade de serviço para reduzir o tempo de entregas para o Brasil para menos de um mês - atualmente, as entregas podem levar entre 30 e 60 dias para chegar ao País. A empresa revelou o AliExpress Premium Shipping, que deve fazer o tempo de entregas cair para entre 22 e 28 dias.

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O novo programa é possível após uma parceria entre a AliExpress e a Cainiao Network, o braço logístico do Alibaba. A encomenda no Premium será rastreável e, segundo as empresas, proporcionará aos usuários economia de até 59% no custo de envio. Os compradores de lotes pesados devem se beneficiar mais com a modalidade.

"O lançamento do AliExpress Premium Shipping para o Brasil representa o nosso compromisso com este importante mercado e a melhoria contínua da experiência do consumidor", disse, em comunicado, Kang Huang, diretor regional do AliExpress para a América Latina.

Sem dar detalhes, a empresa disse que o Premium terá uma “solução inovadora” de desembaraço junto á alfândega e parceiros locais nas entregas terrestres.

Crescimento

Ontem, o Alibaba informou ter superado as previsões de receita estimadas para o primeiro trimestre de 2019 - seu quatro trimestre fiscal. Os números se devem ao bom momento de seu principal negócio e à diversificação para a computação em nuvem e outros serviços.

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A receita do grupo subiu para US$ 13,6 bilhões no período, alta de 51% na comparação com o mesmo trimestre de 2018. Já a receita do negócio de computação em nuvem da empresa aumentou 76% no trimestre. O segmento ainda é parte relativamente pequena dos negócios globais da Alibaba, respondendo por 8% da receita do grupo.

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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