Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Ações para a aposentadoria

Quer investir em ações como Luiz Barsi, o bilionário da bolsa? Sua filha, Louise, ensina o que fazer

Economista e analista de investimentos, Louise Barsi assumiu a missão de ensinar a metodologia de investimentos do pai, um dos maiores investidores pessoas físicas da bolsa; e no texto a seguir, eu trago para você algumas das suas lições

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
4 de novembro de 2019
5:30 - atualizado às 9:36
Luiz Barsi e sua filha Louise no metrô de São Paulo
Louise Barsi e seu pai, o bilionário Luiz Barsi, juntos no metrô, que utilizam para ir juntos ao trabalho no Centro de São Paulo. - Imagem: Divulgação

Luiz Barsi Filho é uma lenda da bolsa brasileira. Aos 80 anos de idade, ele é um dos maiores investidores pessoas físicas da B3, tendo construído toda a sua fortuna de cerca de R$ 2,5 bilhões em pouco mais de 50 anos, por meio do investimento em ações. Principalmente as boas pagadoras de dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Seu sucesso o transformou em exemplo a ser seguido por outros investidores individuais que, como ele, acreditam na construção lenta e paulatina de patrimônio para geração de renda na aposentadoria.

Afinal, Luiz Barsi não é herdeiro, pelo contrário. Tendo perdido o pai com apenas um ano de idade, ele precisou começar a trabalhar ainda na infância para ajudar em casa. Foi engraxate, aprendiz de alfaiate e sua primeira formação foi como técnico em contabilidade.

Na década de 60, já com seus 20 e poucos anos, começou a trabalhar numa corretora de valores, e foi lá que se apaixonou pela bolsa e começou sua trajetória como investidor.

De personalidade discreta e hábitos simples, Barsi nunca foi de “aparecer muito” por aí, mas ultimamente suas lições de investimento e estratégias para comprar ações têm sido muito divulgadas, graças a uma ilustre sucessora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tal pai, tal filha

Em plena era das redes sociais, Louise Barsi, sua filha caçula de apenas 25 anos, assumiu a missão de espalhar a palavra do pai nos mundos on-line e off-line.

Leia Também

Ao lado de dois sócios - os também investidores Fabio Baroni e Felipe Ruiz - Louise criou o projeto Ações Garantem o Futuro, um programa de formação de investidores que querem aprender a metodologia de investimento em ações de Luiz Barsi.

De fato, o bilionário tem muitas lições a ensinar à pessoa física. Principalmente hoje que o Brasil passa por um momento inédito de juro e inflação baixos, além de mudança nas regras da Previdência Social por conta de um grave problema fiscal.

A analista Louise Barsi, filha do bilionário Luiz Barsi
A analista Louise Barsi, filha do bilionário Luiz Barsi - Imagem: Divulgação

O investidor pessoa física já sentiu que vai ter que tomar as rédeas da sua vida financeira como nunca antes. Mesmo aqueles que têm pouca educação financeira já estão correndo atrás de investimentos mais sofisticados que possam render mais do que a renda fixa, e as ações sem dúvida estão entre eles. Neste ano, por exemplo, a B3 alcançou o recorde de 1,5 milhão de investidores pessoas físicas ativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Recentemente, Louise, que é analista de investimentos certificada, deu uma palestra sobre investimento em ações na Fundação Instituto de Administração (FIA), em São Paulo. Eu fui lá conferir e trouxe para você algumas preciosas lições do bilionário da bolsa.

Ações para a aposentadoria

O grande objetivo do projeto Ações Garantem o Futuro é, nas palavras da própria Louise, desmistificar o investimento em ações e propor que os investidores pessoas físicas montem a sua própria previdência privada a partir do investimento direto em ações que paguem bons dividendos. Em outras palavras, viver dos dividendos na aposentadoria, tal como Luiz Barsi já o faz há muitos anos.

Não se trata, portanto, de uma metodologia voltada para quem quer ter ganhos pontuais com a alta ou a queda das ações, nem para quem deseja fazer o patrimônio crescer com a valorização dos papéis.

Isso não significa que o investidor não vá ter crescimento patrimonial com a alta dos ativos; significa apenas que esse não é o principal. O foco é a geração de renda com dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O método de Luiz Barsi também não é para aqueles que sonham com enriquecimento rápido ou fortes emoções. A construção do patrimônio é lenta, por meio da compra periódica de ações ao longo dos anos - Louise, por exemplo, disse que compra ações quase todos os meses.

Ela deixou bem claro, ainda, que o investidor deve ter visão de longo prazo: a carteira de ações é destinada a gerar renda na aposentadoria. Para objetivos de curto prazo e emergências, continua valendo a regra da boa e velha reserva de emergência.

Louise contou que deixa uma quantia suficiente para cobrir seus gastos por um período de três a seis meses na NuConta, a conta de pagamentos do Nubank que investe os recursos dos clientes em títulos públicos, rendendo 100% do CDI. Ou seja, não dá para abrir mão da renda fixa totalmente - ou, como brincam os Barsi, da “perda fixa”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não compre ações, compre projetos

Luiz Barsi segue a filosofia do investidor parceiro, aquele que não compra ações, e sim projetos. Seu método é muito focado na ideia de se tornar sócio do negócio de fato, estudando a empresa a fundo, mas não apenas na teoria, olhando os números.

Os Barsi incentivam os investidores a realmente se envolverem com os negócios da companhia, mantendo contato com o departamento de Relações com Investidores (RI), visitando as instalações (se possível), participando das assembleias de acionistas e também das reuniões Apimec com analistas e investidores, onde é possível conhecer os executivos e fazer perguntas.

“Além de olhar o básico - o que a empresa faz, para quem, quais são suas matérias-primas -, o investidor também deve se cadastrar no departamento de RI da companhia para receber as informações que interessam aos acionistas”, orientou Louise.

Por causa do acompanhamento requerido, o ideal, diz Louise, é que a diversificação seja limitada. Ela mesma tem só 11 ações na carteira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dividend yield

Perguntada sobre quais os melhores indicadores para se analisar uma ação, Louise recomendou os seguintes:

  • Fluxo de caixa: parte do balanço que mostra receitas, despesas e quanto a companhia gera de caixa;
  • Indicadores de lucro;
  • Ebitda: lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, medida muito usada para mensurar quanto de caixa a companhia está gerando com as suas operações;
  • P/VPA: relação entre o preço de mercado da ação (P) e seu valor patrimonial (VPA, que consiste no patrimônio líquido da companhia dividido pelo número total de ações) - quanto maior, mais cara está a ação;
  • P/L: relação entre o preço de mercado da ação (P) e o lucro por ação (LPA ou simplesmente L) - quanto maior, mais cara está a ação;
  • Dividend yield: percentual que corresponde ao valor do dividendo pago por ação durante o período de análise (geralmente um ano) dividido pelo preço da ação. Mede quanto do valor de uma ação retorna para o acionista na forma de dividendos. Para Luiz Barsi, 6% ao ano de dividend yield é o mínimo que o investidor deve aceitar.

Segundo a analista, se ela tivesse que escolher, o dividend yield poderia ser considerado o indicador mais importante. Ele indica justamente o retorno do acionista em dividendos, pois relaciona a parcela dos lucros distribuída com o preço que o investidor pagou pela ação.

Para calculá-lo, Louise divide o lucro projetado da empresa para os próximos 12 meses pelo preço atual da ação. Também analisa o dividend yield dos últimos cinco anos e calcula o yield médio desse período. Depois, compara a média histórica com o projetado, para ver se ocorre algum afastamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se o yield projetado estiver muito alto em relação à média, por exemplo, pode significar que o lucro projetado aumentou, ou então que a ação ficou mais barata.

Por isso, quando o dividend yield varia muito, é importante entender os motivos por trás da mudança. Se o preço da ação caiu, significa que é um bom negócio, ou o papel desvalorizou porque a empresa está com problemas?

Nesta outra matéria, minha colega Bruna Furlani fala mais sobre o cálculo do dividend yield e como investir em ações para ganhar com dividendos.

Os 5 mitos da bolsa de valores

Louise também desmistificou o que ela considera ser os cinco mitos da bolsa:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

1. Bolsa é cassino: mito. No longo prazo, o desempenho da bolsa reflete os resultados das empresas.

2. Você tem que comprar na baixa e vender na alta: não é tão simples assim. O emocional acaba pesando e você pode acabar fazendo justamente o contrário. Seu foco não deve ser a valorização das ações, mas sim o retorno de dividendos. Você não deve comprar a ação já pensando em vendê-la.

3. Uma boa empresa é um bom investimento: nem sempre. Segundo a metodologia de Luiz Barsi, a empresa precisa também ter uma boa relação entre distribuição de lucros e preço de mercado, isto é, um dividend yield atrativo. Há boas empresas que pagam pouco ou nenhum dividendo. Suas ações podem até ter potencial de alta, mas não são boas ações para a aposentadoria. Também existe a ideia de que, para uma boa empresa, preço não importa, mas isso não é verdade, uma vez que o preço é componente do cálculo do dividend yield.

4. Empresa que distribui dividendos não cresce: não necessariamente. Louise deu como exemplo a Klabin. De setembro de 2011 a dezembro de 2018, a companhia teve crescimento de Ebitda em 30 trimestres consecutivos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

5. É preciso ser rico para vencer na bolsa: Luiz Barsi está aí para provar que não. Hoje ele é um investidor grande, com poder de influenciar as decisões das empresas. Mas ele começou pequeno, como a maioria das pessoas físicas.

Quando vender uma ação?

Apenas se ela perder os fundamentos e deixar de ser uma boa ação para a aposentadoria, conforme os critérios já listados - em geral, se apresentar queda ou perda de lucros.

Mas a perda de fundamento não é algo que acontece de uma hora para outra. Não se trata de ter um ou dois resultados ruins, mas sim de ter uma perda de fundamento de longo prazo ou mesmo permanente. Se a companhia começar a se sair mal, ainda é preciso acompanhá-la por algum tempo, para verificar se não há chance de a situação se reverter.

“Não é uma decisão rápida. A própria Ultrapar, que eu tenho na carteira, tenho minhas dúvidas se ainda tem perfil previdenciário. Mas estou observando. Ao adquirir o hábito de estudar as empresas, você vai criando uma memória de mercado, e consegue perceber, com o tempo, quando a empresa está perdendo os fundamentos.”, disse Louise.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não posso investir em ações para lucrar com a valorização?

Louise deixou claro que o investimento em ações para aposentadoria não é incompatível com o investimento em ações para lucrar com a valorização.

Mas os Barsi acreditam que, enquanto você ainda não construiu um bom patrimônio na bolsa, o melhor é priorizar a carteira previdenciária.

Ela dá o exemplo das teses de turnaround, aquelas apostas em companhias que estão mal das pernas, mas que podem em breve passar por uma grande transformação, como é o caso da Oi atualmente.

“Esse tipo de investimento é para o dinheiro da pinga, não o do leite. Meu pai mesmo só começou a investir nessas teses depois que ele já tinha R$ 1 bilhão. Eu ainda estou longe disso, então mantenho mais de 80% da minha carteira em ações previdenciárias”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dividendos como mesada

Economista e contadora de formação, Louise é analista de ações certificada e foi a única dos cinco filhos de Luiz Barsi a optar por uma carreira no mercado financeiro. “Nunca me imaginei fazendo outra coisa da vida”, disse à plateia da FIA.

Quando criança, ela ia com o pai às assembleias de acionistas das empresas das quais ele era sócio, além de acompanhá-lo na corretora por onde ele opera, a Elite, onde hoje ela trabalha como analista.

Na adolescência, não ganhava mesada. Em vez disso, seu pai lhe comprou ações da Ultrapar para que ela recebesse dividendos, o que na época dava uns R$ 300 por mês, conta Louise. Como não gastava tudo, ela pedia para o pai reinvestir o que sobrava, e assim foi tomando gosto pela coisa.

Hoje, ela ocupa o Conselho de Administração da Eternit, além do Conselho Fiscal da Klabin, do Santander e da AES Tietê. Também já participou dos Conselhos Fiscais da Eletropaulo e da Unipar Carbocloro (onde hoje é suplente no Conselho de Administração).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Louise não esconde a admiração que tem pelo pai e segue à risca sua metodologia de investimento. Em uma das poucas vezes em que não o fez, se arrependeu profundamente.

Acostumada a comprar ações praticamente todo mês, ela contou que, em 2017, ficou aflita por estar sem aportar há muito tempo. “Ouvi o pessoal no trabalho falando sobre BRF e resolvi entrar”, disse.

Mas, uma semana após a compra, na faixa de R$ 35 por ação, a Polícia Federal deflagrou a Operação Carne Fraca e o papel caiu a R$ 16. “Foi ganância minha mesmo”, disse. Acabou vendendo cerca de um ano e meio depois, já com o papel na faixa dos R$ 22. Ficou a lição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Trump promete força total na guerra contra o Irã e espalha medo, mas Ibovespa consegue se segurar, enquanto petróleo dispara

2 de abril de 2026 - 10:56

Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos

AÇÃO DO MÊS

Axia Energia (AXIA6) segue nos holofotes com dividendos no radar — mas não é a única; confira as favoritas dos analistas para investir em abril

2 de abril de 2026 - 6:04

A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros

PORTFÓLIO INTERNACIONAL

Tchau, Ozempic? Empiricus corta Novo Nordisk e outras gigantes de carteira para abril — e reforça aposta em IA, streaming e petróleo

1 de abril de 2026 - 18:33

Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio

VEJA O CASO A CASO

Guerra no bolso: BofA rebaixa Azzas 2154 (AZZA3) e corta projeções de Magazine Luiza (MGLU3), GPA (PCAR3) e mais — veja quem sofre e quem escapa no varejo

1 de abril de 2026 - 17:28

O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados

QUEM VAI SE DAR MELHOR

Sai Prio (PRIO3), entra Petrobras (PETR4): dividendo com o fim da guerra é o alvo do BTG para abril

1 de abril de 2026 - 15:51

Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês

RENDA EXTRA NÃO VALE A PENA?

Cyrela (CYRE3) pode ativar ‘gatilho’ que pagaria até R$ 1,9 bilhão em dividendos extraordinários — mas o lucro não deve chegar ao bolso do acionista; por quê?

1 de abril de 2026 - 15:15

JP Morgan calcula que a venda de subsidiárias poderia gerar renda extra para os acionistas da Cyrela, mas a operação não seria tão benéfica; entenda

LOCATÁRIOS DE PESO

Alianza Trust Renda (ALZR11) traz Fleury (FLRY3) para o portfólio de inquilinos com compra de imóvel — e Shopee pode ser a próxima

1 de abril de 2026 - 13:59

As operações reforçam a estratégia do ALZR11 de ampliar a exposição a contratos com inquilinos de grande porte

AÇÕES SOBEM FORTE

Braskem: Citi muda de ideia sobre BRKM5 e eleva recomendação logo antes de notícia sobre possível proteção contra credores

1 de abril de 2026 - 11:50

Banco vê alívio com alta dos spreads petroquímicos em meio à guerra no Oriente Médio e eleva preço-alvo para R$ 10, mas incertezas sobre dívida e possível proteção contra credores seguem no radar. Segundo a Bloomberg, falência não está descartada

ESPAÇO E IA

SpaceX, de Elon Musk, reúne 21 bancos para o maior IPO da história, diz Reuters; um deles é brasileiro

1 de abril de 2026 - 10:24

A empresa é controlada pelo fundador e presidente-executivo Musk, que já é o mais rico do planeta com US$ 817 bilhões no bolso, e a captação de ainda mais valor no mercado pode fazer esse valor explodir.

O INIMIGO AGORA É O MESMO

‘Taxa das blusinhas’ pode cair e acende alerta no varejo: Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Riachuelo (RIAA3) estão preparadas?

31 de março de 2026 - 18:35

Para o BTG Pactual, revisão das tarifas pode reacender a pressão competitiva de plataformas estrangeiras, colocando varejistas brasileiros sob novo teste em meio a juros altos e consumo enfraquecido

OPORTUNIDADE SEGUE NA MESA

Vale (VALE3) tropeça e ação cai 6,8% em março, mas mineradora está longe do fim da linha com dividendos extraodinários à frente

31 de março de 2026 - 18:14

Na leitura do mercado, o movimento de queda dos papéis nos últimos 30 dias tem menos a ver com as tensões geopolíticas e mais com fatores específicos

CHEGOU A HORA DE BRILHAR?

Bresco Logística (BRCO11) recua abaixo do valor patrimonial, e analistas veem oportunidade; entenda o que esperar do ativo e do mercado de FIIs daqui para frente

31 de março de 2026 - 16:31

Com os principais segmentos dos FIIs já em ciclo de recuperação, há agora uma fase de expansão potencial, e o BRCO11 é o preferido para brilhar

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

31 de março de 2026 - 15:32

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Maior alta do Ibovespa: Natura (NATU3) salta mais de 10% com “selo” de gigante global e outro acordo de acionistas. Hora de comprar?

31 de março de 2026 - 14:31

Ações da Natura (NATU3) lideram os ganhos do Ibovespa após anúncio de nova estrutura de governança e sinalização de investimento relevante da Advent, que pode redefinir o valuation e sustentar o interesse pelo papel.

ALÉM DOS GRINGOS

Virada de jogo? Brasil se destaca entre emergentes e investidor local volta à B3, diz Itaú BBA

30 de março de 2026 - 18:04

Segundo o banco de investimentos, o cenário macro mais favorável coloca o Brasil em evidência

VIRADA DE CARTEIRA

Brasileiros perdem interesse na renda fixa e ações ganham espaço aos poucos — mesmo com a guerra aumentando os riscos, diz XP

30 de março de 2026 - 15:42

Levantamento com assessores indica que apetite por risco permanece inalterado, com o sentimento pelo Ibovespa deteriorando na margem

EFEITO BRENT

Guerra, petróleo em alta e novos poços: a combinação que colocou a Brava (BRAV3) no topo da bolsa nesta segunda

30 de março de 2026 - 13:18

Companhia inicia campanha de perfuração e aproveita cenário externo turbulento para ganhar tração no Ibovespa

MERCADOS HOJE

Ibovespa e dólar avançam com mercado dividido sobre a guerra e Galípolo “ganhando tempo”; veja os destaques de hoje

30 de março de 2026 - 11:55

Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC

FOME DE AQUISIÇÃO

O ‘pacman dos FIIs’ está de volta: GGRC11 fecha compra milionária de galpões; confira os detalhes da operação

30 de março de 2026 - 10:42

De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril

QUEM EMAGRE E QUEM GANHA PESO

Fenômeno das canetas emagrecedoras: o “clique” de R$ 50 bilhões que está chacoalhando a bolsa brasileira

28 de março de 2026 - 17:15

Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia