Menu
2018-10-20T07:32:08-03:00
Nicolas Gunkel
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP) com Nanodegree em Marketing Digital pela Udacity. Foi editor de Redes Sociais e repórter do site Exame, além de repórter no jornal Metro São Paulo.
BOLSONARO

TSE abre investigação sobre compra de mensagens no WhatsApp

Candidato à presidência Jair Bolsonaro, seu vice e empresas envolvidas terão cinco dias para apresentar uma defesa

20 de outubro de 2018
7:32
Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro: deputado e candidato à presidência é líder nas pesquisas - Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agencia Brasil)

Parece que a polêmica envolvendo a compra de disparos na redes sociais por empresas simpáticas a Jair Bolsonaro não vai acabar tão cedo.

O corregedor nacional da Justiça Eleitoral, ministro Jorge Mussi, decidiu nesta sexta-feira (19) abrir ação de investigação judicial pedida pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para que sejam investigadas as acusações de que empresas compraram pacotes de disparos em larga escala de mensagens no WhatsApp contra a legenda e a campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República.

Mussi concedeu prazo de cinco dias para que o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), seu vice, Hamilton Mourão, o empresário Luciano Hang, da Havan, e mais 10 sócios das empresas apontadas na ação do PT apresentem defesa no processo, se desejarem.

Porém, contudo, todavia...

O ministro rejeitou o pedido do PT de realização de busca e apreensão de documentos na sede da empresa Havan - que teria comprado o serviço de disparo em massa de mensagens contra o PT, segundo o jornal Folha de S.Paulo - e na residência de seu dono, Hang. Mussi também negou determinar que o WhatsApp aja para suspender o "disparo em massa de mensagens ofensivas ao candidato Fernando Haddad e aos partidos da coligação".

"Relativamente aos pedidos constantes do item 42.2 da inicial e da respectiva emenda (de busca e apreensão em empresas), observo que toda a argumentação desenvolvida pela autora está lastreada em matérias jornalísticas, cujos elementos não ostentam aptidão para, em princípio, nesta fase processual de cognição sumária, demonstrar a plausibilidade da tese em que se fundam os pedidos e o perigo de se dar o eventual provimento em momento próprio", disse.

O ministro deixou para analisar futuramente outra parte do pedido do PT, de quebra dos sigilos bancário, telefônico e telemático dos citados e de tomada de depoimento deles.

O que quer o PT

O PT pediu nesta quinta-feira (18) ao TSE que apure suposto abuso de poder econômico para favorecer a campanha de Bolsonaro e o declare inelegível. A sigla alega que a campanha do oponente se aproveita da disseminação de notícias falsas e que "não é crível atribuir apenas à militância orgânica" dos adversários a capacidade de difundir fake news nas redes sociais. Bolsonaro nega as acusações.

*Com Estadão Conteúdo
Comentários
Leia também
INVISTA COMO UM MILIONÁRIO

Sirva-se no banquete de investimentos dos ricaços

Você sabe como ter acesso aos craques que montam as carteiras dos ricaços com aplicações mínimas de R$ 30? A Pi nasceu para colocar esses bons investimentos ao seu alcance

Tombo grande

Elon Musk perde US$ 27 bilhões em uma semana após tombo da Tesla

Mesmo com o tompo gigantesco, Musk segue como segundo homem mais rico do mundo, atrás apenas de Jeff Bezos, o fundador da Amazon

Expansão

3R Petroleum fecha parceria com DBO para aquisições de campos offshore

Com a parceria, a DBO se tornará acionista minoritária da OP, que seguirá sob controle da 3R

Boletim médico

Covid-19: mortes ultrapassam 264 mil e casos chegam a quase 11 milhões

Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite deste sábado (6)

ESTRADA DO FUTURO

A mentira envolvendo o Clubhouse e o Tinder que rendeu 400% de valorização

Os mercados estão longe de serem perfeitos, e hoje vou te contar uma história real que envolve duas das empresas mais quentes no setor de mídias sociais: o “Clubhouse” e o “Tinder”.

reta final de negociações

Senado americano aprova “pacote Biden” de US$ 1,9 trilhão

Agora, o pacote voltará para a Câmara dos Representantes, que analisará as alterações feitas no texto pelos senadores. Se for aprovado, o projeto será enviado à Casa Branca para a sanção do presidente

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies