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Previdência

Bolsonaro diz que tentará aprovar a reforma da Previdência ‘que puder’

A jornalistas, presidente eleito disse que conversará com presidente Michel Temer sobre reforma da Previdência na quarta-feira e voltou a dizer que Paulo Guedes é ‘quem manda’ na economia

6 de novembro de 2018
14:21 - atualizado às 14:25
Michel Temer e Jair Bolsonaro
Presidente Michel Temer ao lado de presidente eleito, Jair Bolsonaro - Imagem: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou nesta terça-feira, 6, a jornalistas que a reforma da Previdência "não é a que queremos, mas é a que podemos aprovar". Ele foi abordado na porta do Ministério da Defesa, onde foi almoçar, após participar de cerimônia em comemoração aos 30 anos da Constituição de 1988 no Congresso.

Bolsonaro disse ainda que conversará na quarta-feira, 7, com o presidente da República, Michel Temer, sobre Previdência. "Talvez haja oportunidade (de votar). Gostaríamos que saísse alguma coisa. É aquilo que podemos aprovar na Câmara e no Senado."

Segundo o capitão, um desses pontos seria a idade mínima de 62 anos. "Se a gente conseguir idade mínima de 62 anos é um grande passo". Bolsonaro disse também que, se a Mesa Diretora da Câmara colocar a reforma da Previdência em votação ainda este ano, ele vota.

O presidente eleito evitou citar novos nomes de titulares para ministérios e disse que a definição deles sai até o fim do mês. "O que não podemos é anunciar alguém e depois dizer que mudou", disse.

Sobre o senador Magno Malta (PR-ES), que não foi reeleito, mas está cotado para integrar o governo do novo presidente, Bolsonaro respondeu que ele decidiu não ser o vice, mas que o apoio dele é imprescindível. "Não podemos prescindir do apoio dele."

Posto Ipiranga

Bolsonaro também reafirmou que o economista Paulo Guedes é quem "manda na economia". A afirmação foi feita por Bolsonaro ao chegar ao Ministério da Defesa para um almoço e ser questionado sobre se as Forças Armadas terão mais recursos.

"Segundo Paulo Guedes, as Forças Armadas não terão recursos contingenciados. Segundo Paulo Guedes, ele que manda na Economia", reforçou o presidente eleito. "Eu acho que nada mais justo, é um reconhecimento às Forças Armadas não contingenciar recursos, que são tratados com tanto zelo pelas Forças Armadas, e que grandes serviços prestam ao Brasil, especialmente em momentos difíceis que a Nação atravessa", completou Bolsonaro.

Mas e o BC?

A continuação de Ilan Goldfajn no comando do Banco Central segue como uma incógnita. O presidente eleito evitou bater o martelo sobre o tema e apenas sinalizou: "o Paulo Guedes gosta dele".

Em coletiva de imprensa em Brasília, Bolsonaro também sinalizou que pode convidar pessoas que fazem parte do governo de Michel Temer a continuar na gestão dele. "Tem gente boa no governo".

*Com Estadão Conteúdo 

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