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Às vésperas de posse de Bolsonaro, otimismo de brasileiro com economia dispara

Cerca de dois em cada três entrevistados pelo Datafolha acham que a situação econômica do Brasil vai melhorar nos próximos meses; em agosto, proporção era de dois para dez

23 de dezembro de 2018
10:37 - atualizado às 17:10
O Presidente eleito Jair Bolsonaro, fala com a imprensa após reunião com os futuros comandantes das Forças Armadas, no Comando da Marinha, em Brasília.
O presidente eleito Jair BolsonaroImagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O já sabido otimismo do mercado com a economia brasileira começa a encontrar respaldo também em outros estratos da população. É o que indica uma nova pesquisa Datafolha, realizada com 2.077 brasileiros, em 130 municípios, nos dias 18 e 19 deste mês.

Segundo o instituto, nada menos que 65% dos entrevistados acreditam que a situação econômica do país vai melhorar nos próximos meses. A diferença é grande em relação ao último levantamento, feito em agosto, quando apenas 23% enxergavam o futuro dessa forma.

A notícia é ainda mais animadora para o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Embora a parcela de otimistas tradicionalmente cresça no período que antecede a posse do mandatário máximo da República, o índice supera todos os registrados pela série histórica, iniciada em 1997, no governo Fernando Henrique Cardoso.

O brasileiro também está mais otimista em relação às próprias perspectivas econômicas. Nada menos que 67% dizem acreditar que estarão em melhor situação à frente. Em agosto, eram apenas 38%.

Quando o assunto é evolução do mercado de trabalho, os números também revelam uma mudança de humor. Enquanto, em agosto, 19% dos entrevistados prediziam que o desemprego iria cair, agora são 47%. A proporção também é a maior da série, esta iniciada em 1995.

Na contramão...

Na outra ponta da pequisa, cai o contingente de pessimistas. Apenas 9% dos entrevistados preveem uma piora na situação econômica do país, ante 31% em agosto. Na avaliação das finanças pessoais, a parcela passou de 14% para 6%.

Quanto ao futuro do mercado de trabalho, 29% ainda acreditam no aumento do desemprego. No último levantamento, porém, o índice estava na casa dos 48%.

Agora, resta saber se todo esse otimismo vai se traduzir em apoio efetivo a uma série de reformas necessárias para a retomada do crescimento.

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