O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em carta enviada à Abanzai Representações (que controla a Sapore), a International Meal Company deixa claro que o processo está longe do fim
A Sapore até tenta, mas a novela da compra de boa parte da International Meal Company (IMC) está longe de ser concluída. Depois de receber uma proposta hostil de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) da Abanzai Representações (empresa que controla a Sapore), a IMC resolveu retrucar e pediu esclarecimentos à companhia em relação ao processo.
Entre as dúvidas da dona das redes Frango Assado e Viena está justamente os motivos por trás da OPA, que seria a primeira etapa de uma operação de combinação dos negócios entre os dois grupos. Segundo a empresa, a falta de informações sobre as condições da oferta coloca os acionistas da IMC em desvantagem para decidir que rumo tomar.
Se você ficou perdido sobre o que de fato significa essa chamada 'oferta hostil', vai um resumo: a IMC, que possui uma grande lista de acionistas minoritários, não havia feito qualquer oferta de venda em relação ao seu negócio. Mas aí a Sapore resolveu entrar na jogada com o famoso "se você quiser vender, eu compro" e fez uma OPA para tentar adquirir parte desses papéis que hoje estão pulverizados no mercado.
A partir de agora, a IMC é obrigada a dar uma posição sobre esse negócio: se recomenda ou não a venda desses papéis para os acionistas. E é justamente essa posição, com base no edital, que a IMC alega estar encontrando dificuldades em fechar.
Vale lembrar que no edital divulgado na última segunda-feira, 19, e antecipado pelo Seu Dinheiro no começo do mês, a OPA proposta pela Abanzai tem data marcada (19 de dezembro) e busca a aquisição mínima de 69 milhões de ações ordinárias e máxima de 69,375 milhões de papéis - o que corresponderia a faixa de 41,5% a 42% do total de participação na companhia. O preço-alvo seria de R$ 8,63 por papel.
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco