O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investidores ignoraram lucro da empresa e reagiram muito mal à estabilidade na venda de iPhones
De nada importou o fato de a gigante de tecnologia Apple ter apresentado um lucro líquido recorde de US$ 14,125 bilhões no 3º trimestre de 2018. Os resultados de iPhones abaixo do esperado pesaram (e muito) na avaliação dos investidores sobre a empresa e fizeram com que a ação da companhia despencasse mais de 7% nos negócios do after market da bolsa de Nova York. Com isso, a gigante abandonou a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado.
No geral, o balanço em si veio incrível: forte avanço do lucro em relação ao ganho de US$ 10,714 bilhões no quarto trimestre fiscal de 2017; recorde do lucro da companhia e do ganho por ação, que subiu 41% na mesma base comparativa e chegou a US$ 2,91; e vendas recordes, passando de US$ 52,579 bilhões entre julho e setembro de 2017 para US$ 62,900 bilhões no mesmo período deste ano, uma alta de 20%.
Mas nada disso interessou. O que valeu mesmo foi esse número aqui: vendas de 46,889 milhões de iPhones entre julho e setembro, abaixo das previsões de analistas que esperavam 47 milhões de unidades vendidas. O resultado mostrou uma estabilidade na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior e acende um sinal amarelo na bolsa.
Em suas projeções para o trimestre a ser encerrado em dezembro, a empresa sinalizou que espera sustentar as fortes vendas de iPhones, com uma previsão total de receita entre US$ 89 bilhões e US$ 93 bilhões.
A Apple sabe que, nesse quesito, trouxe notícias pouco animadoras para o mercado. Tanto é que anunciou que vai deixar de divulgar a quantidade de produtos vendidos em seus balanços. A justificativa é que esses números não são representativos do negócio.
A quantidade de iPads vendidos pela Apple no trimestre caiu 6%, passando de 10.326 unidades no quarto trimestre fiscal de 2017 para 9.699 unidades. Já a quantidade de Macs vendidos caiu 2% na mesma base comparativa, passando de 5.386 unidades para 5.299 computadores vendidos.
Leia Também
A receita de serviços, que engloba a Apple Music, o iCloud e a App Store, entre outros, apresentou avanço de 17% entre julho e setembro deste ano na comparação com o mesmo período de 2017, passando de US$ 8,501 bilhões para US$ 9,981 bilhões. No quesito outros produtos, como os AirPods, a Apple TV e o Apple Watch, houve salto de 31%, subindo de US$ 3,231 bilhões entre julho e setembro do ano passado para US$ 4,234 bilhões no mesmo período deste ano.
*Com Estadão Conteúdo.
Pregão desta terça-feira (12) foi marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais; guerra entre Estados Unidos e Irã segue no radar dos investidores
Sérgio Ribeiro afirmou ao Seu Dinheiro que a corrida das construtoras para antecipar compras em meio ao risco inflacionário ajudou os resultados da companhia no 1T26; veja os destaques do balanço
Após dois trimestres turbulentos, a companhia melhora sinistralidade e geração de caixa, enquanto nova gestão de Lucas Adib acena com venda de ativos, revisão geográfica e foco em desalavancagem e eficiência operacional
Recebíveis corrigidos pelo INCC, poder de reajuste nos preços e bilhões em estoque ajudam a construtora a se proteger de uma eventual disparada dos custos da construção após a alta do petróleo; CEO Ricardo Gontijo também comentou os resultados do 1T26 da companhia
A conclusão da compra ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim deste mês
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora