O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As ações brasileiras registraram uma valorização de 19,03% em dólares em outubro com o cenário que confirmou a vitória do capitão nas eleições presidenciais
Em um mês de terror para as bolsas americanas e que carregou junto os mercados emergentes, o Brasil, quem diria, foi uma ilha de prosperidade.
Impulsionada pelo "rali Bolsonaro", as ações brasileiras registraram uma valorização de 19,03% em dólares em outubro. Os dados são do banco americano Goldman Sachs e têm como base o principal fundo de índice (ETF) brasileiro em Nova York.
A disparada do mês passado tirou o país das últimas posições que ocupava até setembro para a liderança no ano entre os emergentes. Ainda assim, o ETF brasileiro acumula uma queda de 0,74% em 2018.
Enquanto os investidores por aqui comemoravam o cenário que consolidou a vitória de Jair Bolsonaro no último domingo, as bolsas americanas sofreram com as incertezas sobre o setor de tecnologia e dúvidas sobre a continuidade do longo ciclo de alta do mercado de ações.
Em outubro, o índice S&P 500 registrou queda de 6,94% e o Nasdaq, de 9,20%. A onda de pessimismo contaminou o índice de mercados emergentes, que recuou 8,76%.
A queda no mês passado ampliou a baixa das ações emergentes no ano para 16,89%. O pior desempenho é o da Turquia, que despenca 46,27% entre janeiro e outubro.
Leia Também
A festa das ações brasileiras com o rali Bolsonaro praticamente não teve convidados de fora. Ao contrário, os gringos aproveitaram a alta recente para se desfazer de parte de suas posições por aqui e cobrir as perdas com as bolsas lá fora.
Esse movimento se reflete nos números. Depois do resultado do primeiro turno, que colocou Bolsonaro como o amplo favorito nas eleições, os estrangeiros sacaram US$ 2,5 bilhões da B3.
E não foi só do Brasil que eles sacaram dinheiro. Os mercados de ações dos países emergentes como um todo sofreram o maior saque de recursos desde agosto de 2013. No total, houve uma saída bruta de US$ 17,1 bilhões dos portfólios de ações emergentes no mês passado.
A expectativa de muitos investidores no mercado é que os gringos não fiquem de fora por muito tempo. Principalmente se a tal agenda liberal do capitão e sua equipe sair do papel, com medidas como a reforma da Previdência e a independência do Banco Central.
Ou seja, se os estrangeiros trouxerem seus dólares de volta, a bolsa deve alçar voos ainda mais altos. Ontem, o Ibovespa fechou no patamar recorde de 88.419 pontos, em alta de 1,14%.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio