O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Gigante tecnológica divulga seus números mais recentes na próxima segunda-feira (4), após registrar prejuízo da ordem de US$ 5,24 bilhões no segundo trimestre
O que esperar dos próximos números financeiros da Uber? Três meses atrás, a companhia surpreendeu negativamente o mercado com os resultados do segundo trimestre. Será que haverá mais perdas na rota? A empresa divulga seus números mais recentes na próxima segunda-feira (4).
Um breve retrospectiva: no segundo trimestre, a gigante tecnológica divulgou um prejuízo de US$ 5,24 bilhões, ante US$ 878 milhões do mesmo período do ano passado. Os números particularmente ruins foram apresentados num momento em que a empresa havia acabado de estrear na bolsa.
Em maio, a Uber passou a ter suas ações negociadas na Nasdaq. Desde então, chama atenção, além das perdas bilionárias, o fato de que as ações da companhia acumulam baixa de cerca de 24%. Na sexta-feira (1), terminaram o dia cotadas a US$ 31,37.
Diante de tais resultados de uma empresa cujo modelo de negócio é visto pelo mercado como disruptivo, o desempenho da Uber no terceiro trimestre ganha ainda mais importância. Afinal, os números também devem ajudar o mercado a recalibrar suas expectativas para empresas com modelos de negócios semelhantes.
Para começar, na última quarta-feira o mercado recebeu uma notícia não tão animadora. A Lyft, rival da Uber nos Estados Unidos, que também abriu capital recentemente, reportou um crescimento de 3,72% no prejuízo líquido, chegando a de US$ 463,5 milhões no terceiro trimestre.
A cifra representa uma perda de US$ 1,57 por ação. O mesmo período do ano passado, o prejuízo havia sido de US$ 249,2 milhões - ou US$ 11,58 por ação.
Leia Também
Uma outra maneira de calibrar as expectativas, além de olhar a concorrência, é ver o que analistas de banco de investimento estão dizendo sobre a Uber.
Pois bem, a companhia pode registrar uma perda de US$ 802 milhões no Ebitda e uma receita de US$ 3,7 bilhões -um aumento de 26% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, segundo estimativas da RBC Capital Markets as quais o site Business Insider teve acesso. O banco manteve um preço-alvo para as ações a US $ 62.
A Uber ainda pode ter um prejuízo da ordem de US$ 783 milhões no terceiro trimestre e de US$ 639 milhões nos três meses seguintes, segundo relatório do Raymond James ao qual a publicação também teve acesso. A casa definiu o preço-alvo do papel US$ 54.
Já analistas da Wedbush Securities tem esperanças sobre a capacidade da Uber de transformar sua plataforma de compartilhamento de viagens em um mecanismo de consumo mais amplo, com o Uber Eats, Uber Freight e outras iniciativas. O preço-alvo atribuído pelo banco é de US$ 58, segundo a Business Insider.
Os analistas consultados pelo FactSet estimam uma perda de 70 centavos por ação e uma receita de US$ 3,63 bilhões, ainda de acordo com informações veiculadas pela imprensa americana.
BTG vê aumento de capital da Hypera como sinal de dificuldade para reduzir dívida de forma orgânica e alerta para diluição de até 10% aos acionistas
Considerando todas as classes de ações, João Carlos Mansur chegou a 4,55% do capital total do BRB
Abordagem do CEO da Nvidia impacta positivamente a remuneração dos funcionários de longa data em meio ao crescimento da companhia
O banco deve apresentar mais um desempenho sólido, reforçando a fama de instituição que não surpreende — e mesmo assim lidera
Banco entrega resultado acima do esperado em meio a rumores de OPA, enquanto saúde da carteira de crédito segue no radar; veja os destaques do balanço
BTG Pactual e Santander avaliam que os riscos de curto prazo foram exagerados e mantêm recomendação de compra para a ação
Analistas do banco apontam fundamentos frágeis para o petróleo e riscos na agenda da estatal, mas o mercado segue otimista com Ibovespa em recorde
Deixando para trás uma política mais agressiva de M&As (fusões e aquisições), a empresa agora foca em gerar valor ao acionista — e o BTG Pactual gostou bastante da alteração na rota
Com capital sobrando e foco em eficiência, grupo espanhol avalia simplificação da estrutura — e Brasil pode estar no radar, de acordo com o banco norte-americano
Banco iniciou cobertura do papel com recomendação de compra, apesar do cenário adverso para o segmento
Jeff Bezos viu sua fortuna crescer com o anúncio de fechamento de lojas físicas da Amazon Go e Fresh.
A incorporação da xAI pela SpaceX coloca a jogada de Elon Musk no topo do ranking histórico das maiores fusões e aquisições da história
Decisão liminar concede alívio parcial à holding, mas impõe uma perícia para investigar acusações de fraude e capital inflado
Oferta de ações faz parte do plano sob o Chapter 11 e busca reduzir dívidas e atrair capital de longo prazo
Acionistas alegam prejuízos causados por demonstrações financeiras fraudadas e pedem responsabilização de Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles após o colapso da empresa, em 2023
Santander abre a temporada e dá o tom para Itaú, Bradesco, BB e Nubank; veja as apostas dos analistas
Ele confirmou o que a imprensa gringa já dava como certo: o casamento entre a gigante de foguetes e a startup de inteligência artificial; objetivo agora é levar o processamento de IA para fora da Terra
Com a transação de R$ 1,4 bilhão, a multinacional de Porto Rico, que já é dona da Sinqia, avança no mercado brasileiro
Dependente de arrendamentos e com caixa pressionado, braço de alimentos é peça central na estratégia da Fictor para evitar o colapso da holding. Mas será que isso faz sentido?
A empresa de energia, que atua com cultivo de cana-de-açúcar, produção de etanol, açúcar e bioenergia, anunciou mudanças no seu conselho de administração