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Em novo episódio da série, analistas da Empiricus Research compartilham recomendações após a montanha-russa de julho no cenário econômico nacional e internacional
Ata do Copom mantém o tom duro do comunicado e antecipa ‘continuação na interrupção no ciclo de alta dos juros’; taxa Selic encontra-se em 15% ao ano
Ibovespa tenta acompanhar bolsas internacionais às vésperas da entra em vigor do tarifaço de Trump contra o Brasil
O Seu Dinheiro faz um resumo das notícias mais lidas da semana que passou; saiba o que chamou atenção dos leitores por aqui
Os últimos dias ainda contaram com dados de produção da Petrobras e com os resultados financeiros da Vale referentes ao segundo trimestre
Apesar do cenário econômico ainda incerto, Miranda avalia que há espaço para um posicionamento otimista, desde que “temperado” de responsabilidade; veja as recomendações do analista
Rescaldo da guerra comercial e da Super Quarta competem com repercussão de balanços no Brasil e nos EUA
A decisão era amplamente esperada e não deve provocar grandes movimentos nos mercados. O que está no radar dos agentes financeiros são as nuances do comunicado e os gatilhos para um eventual corte nos juros
Alberto Ramos defende que o país vive um ciclo perverso de crescimento fraco, câmbio pressionado e inflação resistente. A solução existe — mas exige um ajuste doloroso a partir de 2027
A manutenção da Selic em 15% ao ano nesta Super Quarta é consenso. A dúvida é quando os cortes vão começar e se a inflação vai ceder. Ramos vê o Copom entre o remédio e o veneno.
Entre críticas à postura do BC, metas e esperanças de um lugar na mesa de negociações, o ministro da Fazenda deu detalhes à CNN sobre os planos do governo para lidar com a taxação de Donald Trump
Felipe Miranda é o convidado do Giro do Mercado especial sobre o Copom, programa produzido pelo Money Times, portal de notícias parceiro do Seu Dinheiro
O ambiente internacional segue por um fio: uma vírgula fora do lugar ou um dado ligeiramente acima do esperado (impedindo corte de juros) basta para que a volatilidade reassuma o controle
A trajetória ficou mais turbulenta. Melhor sentar na mão e se preparar para a volatilidade. O final do filme, contudo, ainda é o mesmo
Para Rodrigo Azevedo, ex-diretor do BC e sócio da Ibiuna Investimentos, o investidor deveria estar de olho na curva de juros — e não só no Brasil
Nos EUA, futuros operam em leve alta, de olho nas tarifas e nos balanços, após recorde na véspera; por aqui, Ibovespa repercute dados internacionais e resultados do 2T25
Em dia morno, Wall Street aguarda divulgação de novos balanços; por aqui, Ibovespa segue a reboque e também continua repercutindo as tensões com os EUA
Grande parte do mercado acredita que o início do ciclo de afrouxamento monetário deve ter início em 2026 – no entanto, o Itaú aponta 2 fatores que podem fazer o BC mudar de ideia
Ibovespa fechou ontem em leve queda, e hoje deve reagir ao anúncio de uma nova investigação dos EUA contra o Brasil
O afrouxamento monetário deve começar devagar, em 25 pontos-base, mesmo diante da possível tarifação dos EUA